Método Kiber

Setembro 05 2010

 

            Há várias versões de uma lenda indiana, sobre seis, noutras versões sete cegos e um elefante. Assim como tantas outras parábolas milenares, a lição moral permanece moderna. Pode ser interpretada e aplicada a diversos conceitos e situações actuais.

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            Mas esta versão parece a mais antiga: Buda encontrava-se no bosque de Jeta, quando chegaram numerosos filósofos de diferentes escolas e tendências religiosas. Então chegaram as controvérsias:

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 - O mundo é eterno. Isso é certo e tudo o mais é um engano.

            Outros asseguravam:

            - O mundo não é eterno e esta é a única verdade.

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            Uns diziam que o mundo era infinito e outros que não. Estes, que o corpo e a alma são o mesmo. E aqueles, que são duas realidades diferentes. Alguns, que a alma tem existência depois da morte e outros que carece de tal. E assim, cada um sustentava seus pontos de vista, na convicção de que os seus eram os verdadeiros e os demais eram falsos.

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            Assim passavam seu tempo em resistentes polémicas e inclusive chegavam à indignação e ao insulto. Tudo foi ouvido e visto por um grupo de monges que relataram a Buda o acontecido. Este comentou:

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            Monges, esses filósofos são cegos que não vêem. Agora vos contarei um acontecimento dos tempos antigos. Havia um rajá que mandou reunir a todos os cegos que havia em Savathi e pediu que lhes pusessem um elefante. Assim se fez. Se lhes pediu aos cegos que tocassem no elefante. Um tocou a trompa, outro o culmino, outro a pata, outro a cabeça e assim sucessivamente. Depois, o rajá perguntou aos cegos:

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             - Que lhes pareceu o elefante que tocaram?

            - Um elefante se parece a um cachorro - asseguraram os que haviam tocado a cabeça.

            - É como um cesto de aventar - contestaram os que haviam palpado a orelha.

            - É uma grade de arado - sentenciaram os que haviam tocado o culmino.

            - É um granito - insistiram os que tocaram o corpo.

            E assim, cada um, empenhado em sua crença, discutia e brigava com os demais.    

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            A experiência das coisas que cada homem pode ter é sempre limitada. Por isso, a sensatez obriga a levar em conta também as experiências dos outros para se chegar a uma síntese.

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            A pessoa, o ser humano, apresenta muitas facetas. Existe o risco de polarizar a atenção em algumas delas, ignorando o resto. Fazendo isso, estaríamos repetindo os cegos da parábola. Cada um ficaria com uma visão unilateral e parcial.

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            Para obtermos uma visão o mais integral possível do que é uma pessoa, devemos reunir, numa unidade, os numerosos aspectos que podem ser observados no ser humano. É o que devemos tentar fazer, cientes, porém, de que uma visão completa, como diria o príncipe indiano, é sempre impossível

 

PROF. KIBER SITHERC 

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publicado por professorkibersitherc às 21:45

Agosto 27 2010

 

            - Mestre, preciso de ajuda, porque me sinto inseguro e desmotivado. Dizem-me que não sirvo para nada, que faço tudo mal, que sou desorientado e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

 

            O mestre, sem olhá-lo, respondeu:

 

            - Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois te possa ajudar.

 

            E fazendo uma pausa, pronunciou:

 

            - Se me ajudasses, eu poderia resolver esse problema rapidamente e depois talvez te pudesse ajudar.

 

            - C. claro, mestre -  gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez inseguro, mas não hesitou em ajudar o seu mestre. Então o mestre tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao jovem e disse:

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            - Monta no cavalo e vai até ao mercado. Preciso de vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vai e volta com a moeda o mais rápido possível.

 

            O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

 

            Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, e abatido pelo fracasso montou no seu cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando dessa maneira a preocupação do seu mestre e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e desoladamente exclamou:

 

            - Mestre, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez o pudesse vender por duas ou três moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

 

            - É importante o que dizes meu jovem - concordou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volta a montar no cavalo e vai até ao joalheiro. Quem melhor para saber o valor exacto do anel? Dizes que o queres vender e pergunta quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o vendas. Volta aqui com o meu anel.

 

            O jovem foi até ao joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

            - Diga ao seu mestre, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

            O jovem, surpreendido, exclamou:

            - 58 MOEDAS DE OURO!

            - Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...

 

            O jovem correu no cavalo emocionado para a casa do mestre e contou o sucedido.

            - Senta-te - disse o mestre, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, respondeu:  

            - Jovem, tu és como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um perito. Pensavas que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?

 

            E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

            - Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 21:51

Julho 13 2010

 

             Nunca aceite um não.

            Muitos escritores, artistas e cientistas receberam um “Não”, mas não o aceitaram e foram sempre em frente.

            Lembre-se que a vida é feita de sonhos, por isso, não desista dos seus sonhos!

 

            Desde pequena Svetlana só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma Gran Ballerina do Ballet Bolshoi. Os seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra actividade. Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Svetlana tinha lugar para somente uma paixão e tudo mais era sacrificado pelo dia em que se tornaria bailarina do Bolshoi.

 

            Um dia, Svetlana teve sua grande chance. Conseguira uma audiência com Sergei Davidovitch, Ballet Master do Bolshoi, que estava seleccionando aspirantes para a Companhia. Dançou como se fosse o seu último dia na Terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único compasso. Ao final, aproximou-se do Master e lhe perguntou:

 

            - Então, o senhor acha que eu posso me tornar uma Gran Ballerina?

            Na longa viagem de volta a sua aldeia, Svetlana, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele "Não" deixaria de repercutir em sua mente. Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha. Ou fazer o seu alongamento em frente ao espelho.

 

             Dez anos mais tarde Svetlana, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à performance anual do Bolshoi em sua região. Sentou-se bem à frente e notou que o Sr. Davidovitch ainda era o Ballet Master. Após o concerto, aproximou-se do cavalheiro e lhe contou o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto doera, anos atrás, ouvir-lhe dizer que não seria capaz.

 

            - Mas minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes - respondeu o Sr. Davidovitch.

            - Como o senhor pode cometer uma injustiça dessas? Eu dediquei toda a minha vida! Todos diziam que eu tinha esse dom. Eu poderia ter sido uma Gran Ballerina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!

 

             Havia solidariedade e compreensão na voz do Master, mas ele não hesitou ao responder:

            - Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar o seu sonho pela opinião de outra pessoa.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 14:25

Junho 09 2010

 

                Era uma vez um lenhador viúvo, que acordava todos os dias antes de o nascer do sol e trabalhava o dia todo cortando lenha, só parava quando as luzes do dia davam lugar ao crepúsculo e regressava a casa já noite dentro.

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            Este lenhador tinha um filho gracioso, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, que ele tratava como animal de estimação e era de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa a tomar conta do seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa, era um animal selvagem e portanto não era de confiança. Quando ela um dia sentisse fome, ela iria comer a criança. O lenhador sossegava os vizinhos, dizia que era um grande disparate. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.

 

            Mas os vizinhos insistiam:

            - Lenhador abre os olhos! A raposa vai acabar por comer o teu filho!

            O lenhador não ligava, mas perante a insistência dos vizinhos, começou a germinar na sua mente os seus receios e as dúvidas da fidelidade da amiga raposa.


            Um dia, o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa, viu a raposa sorrindo como de sempre e sua boca totalmente ensanguentada!

            O lenhador incrédulo e sem pensar duas vezes, usou o machado na cabeça da raposa!

            Desesperado, entrou no quarto e encontrou o seu filho no berço dormindo tranquilamente, ao lado do berço uma cobra jazia morta!


            O lenhador chorou lágrimas de arrependimento junto da sua amiga que ela acabara de tirar a vida tão injustamente. Desconsolado, enterrou o machado e a raposa juntos. Nesse lugar nasceu uma linda árvore que jamais seria cortada enquanto ele fosse vivo.


            «Se tu confias em alguém, ignora o que os outros pensem a respeito... Segue sempre o teu caminho ouvindo o que o teu coração te diz, evita que te influenciem com os juízos precipitados deles... poderás te arrepender para o resto da tua vida».

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:26

Maio 02 2010

 

                Um rico resolve presentear um pobre por seu aniversário e ironicamente manda preparar uma bandeja cheia de lixo e sujeiras. Na presença de todos, manda entregar o presente, que é recebido com alegria pelo aniversariante, que gentilmente agradece e pede que lhe aguarde um instante, pois gostaria de poder retribuir a gentileza.

 

            Joga fora o lixo, lava e desinfecta a bandeja, enche-a de flores, e devolve-a com um cartão, onde está a frase: "Cada um dá o que possui".

 

            Ou seja: Não se entristeça com a "ignorância" das pessoas, não perca sua serenidade. A raiva faz mal à saúde, o rancor estraga o fígado, a mágoa envenena o coração. Domine as suas reacções emotivas. Seja dono de si mesmo. Não jogue lenha no fogo de seu aborrecimento. Não perca a sua calma. Pense, antes de falar, e não ceda à sua impulsividade.


            "Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra".

            (William Shakespeare)

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 00:09

Abril 20 2010

            Acredita-se, no Oriente, que existam "árvores dos desejos". Ora, um viajante já estava há muitos dias caminhando e se encontrava faminto e cansado. Viu uma bela árvore, e como não tinha nem comida, nem bebida, só lhe restava descansar à sua sombra. Quando acordou e não sabendo que dormira sob "uma árvore dos desejos", pensou:

 

            - Estou com tanta fome que desejaria poder conseguir alguma comida em algum lugar.

            Então, imediatamente apareceu comida, vinda do nada, simplesmente uma deliciosa comida, flutuando no ar. Ele estava tão faminto que não prestou atenção de onde viera aquela comida.

 

            Começou a comê-la assim que a viu. Somente depois que sua fome foi saciada é que voltou a olhar ao redor. Outro pensamento seguiu em sua mente:

 

            - Se ao menos conseguisse algo para beber... E, imediatamente apareceu excelentes sucos e néctares. Bebendo e relaxando na brisa fresca, sob a sombra da árvore, começou a pensar:

 

            - O que está acontecendo? O que está havendo? Estou sonhando ou existem espíritos ao meu redor que estão fazendo artimanhas comigo?!

 

            E espíritos apareceram. O homem, então, começou a tremer e um pensamento lhe veio à mente:

             - Agora seguramente vou morrer!

            E assim aconteceu...

 

            Esta história tem apenas um significado: a sua mente é a árvore-dos-desejos, e o que você pensa, mais cedo ou mais tarde, há de se realizar. Às vezes o intervalo entre o pensamento e o acontecimento é tão grande que nos esquecemos completamente que, de alguma maneira, desejamos o ocorrido.

 

            Mas, se prestarmos atenção, verificaremos que todos os nossos pensamentos, medos e receios é que estão criando as nossas vidas.

 

            Todos nós somos um pouco "mágicos". E todos estamos fiando e tecendo um mundo ao nosso redor, sem mesmo tomarmos conta disso.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 16:13

Abril 08 2010

                 Eu não mudei, sou o mesmo, porque me vês tão diferente?

            É que a gente mudando vê mudada a outra gente!

 

           Há muito tempo, uma menina chamada Lili se casou e foi viver com o marido e a sogra. Depois de algum tempo, passou a não se entender com a sogra.

            Tinham personalidades muito diferentes, Lili se irritava com os hábitos dela, criticando-a frequentemente.

 

            Meses se passaram e Lili e sua sogra, cada vez mais, discutiam e brigavam. De acordo com a antiga tradição chinesa, a nora tinha que se curvar à sogra e obedecê-la em tudo.

            Lili, já não suportando mais conviver com a sogra, decidiu tomar uma atitude e foi visitar um amigo de seu pai. Depois de ouvi-la, ele pegou num pacote de ervas e lhe disse:

            - Vou te dar várias ervas que irão envenenar lentamente a tua sogra. Não poderás usá-las de uma só vez para te livrar dela, porque isso causaria suspeitas. A cada dois dias, põe um pouco destas ervas na comida dela. Agora, para teres a certeza de que ninguém suspeitará de ti quando ela morrer, deverás de ter muito cuidado e agir de forma muito amigável. Nunca discutas, e a ajudarás a resolver os seus problemas, mas tu tens que me escutar e seguir todas as instruções que eu te der.

 

            - Sim, Senhor Huang, eu farei tudo o que o senhor me pedir - respondeu Lili.

            Lili ficou muito contente, agradeceu ao Senhor Huang e voltou apressadamente para casa, para dar início ao projecto de assassinar sua sogra. Semanas se passaram e, a cada dois dias, Lili servia a comida "especialmente tratada" à sua sogra. Ela sempre se lembrava do que o Senhor Huang havia recomendado sobre evitar suspeitas e, assim, controlou o seu temperamento, obedecendo à sogra e tratando-a como se fosse sua própria mãe.

 

            Depois de seis meses, a casa inteira estava com outro clima.

            Lili tinha controlado o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante esse tempo, ela não teve discussões com a sogra, que agora parecia mais amável e mais fácil de lidar. As atitudes da sogra também mudaram, e elas passaram a se tratar como mãe e filha.

 

            Um dia, Lili novamente foi procurar o Senhor Huang para lhe pedir ajuda e disse:

            - Querido Senhor Huang, por favor, me ajude a evitar que o veneno mate a minha sogra. Ela se transformou numa mulher agradável, e eu gosto muito dela como se fosse minha mãe! Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei. Por
favor, Senhor Huang, me ajude!

 

            O senhor Huang sorriu e acenou com a cabeça.

            - Lili, não precisas de te preocupares. As ervas que te dei, eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O veneno estava na tua mente e na tua atitude, mas foi tirado fora e substituído pelo amor que passou a dares a ela.

 

             Na China, existe uma regra dourada que diz:

            "A pessoa que ama os outros também será amada!"

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 19:09

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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