Método Kiber

Janeiro 11 2010

 

            O ser humano é um animal pensante e essa característica distinguiu-o dos outros animais. Toda a nossa evolução se deu graças a essa faculdade de pensar e de armazenar os conhecimentos adquiridos.
            Apesar dessa faculdade de pensar, e de toda a primazia intelectual e conforto material, o ser humano perece de sede, ainda não conseguiu alcançar a felicidade. É certo que ele próprio tem vasculhado esse caminho, mas flutuando por atalhos.
            O grande problema do ser humano está no seu próprio pensamento, o seu maior inimigo está dentro dele. Somos os criadores dos nossos pensamentos que nos libertam ou nos escravizam. Eles não resultam das circunstâncias; vêm do nosso interior, não do exterior. O que pensamos interpreta e determina o que vemos, embora muitas vezes nos pareça o contrário. 
            Para que o leitor entenda melhor, que é o pensamento que determina e não a circunstância; vejamos o seguinte exemplo: suponhamos que lhe transmitem a notícia dum amigo que tenha morrido há um mês, é natural que fique emocionado e triste. O acontecimento ocorreu há muitos dias, no entanto, quando pensa nele fica triste. Não foi o acontecimento em si que fez sentir-se triste. Afinal ocorreu o falecimento há um mês e você nem sequer tinha conhecimento. Foram os seus pensamentos que criaram o sentimento de consternação. A ocorrência foi real, mas não teve qualquer impacto sobre si até lhe poder dar vida através do pensamento.
            Outro exemplo: suponhamos que vai conduzindo em direcção a casa, pela rádio ouve uma notícia dum incêndio no seu bairro, então começa a pensar: “Será que o incêndio foi na minha casa?” Pelo caminho pensa que os filhos ficaram sozinhos em casa, que eles têm o hábito de brincarem com os fósforos, vêm-lhe ao pensamento as notícias de incêndios relacionados com crianças. Então fica aflito e acelera para chegar o mais depressa possível. Quando chega a casa, fica aliviado o incêndio aconteceu muito longe da sua habitação.  
            Foi a sua emoção mais uma vez criada pelos pensamentos que teve sobre a ocorrência e não pelo acontecimento em si. Quando você tem um pensamento e acredita que ele é autêntico, sente uma resposta emocional correspondente a esse pensamento. Os seus pensamentos dão sempre origem às emoções que sente.
            Você poderá não dar por isso, porque pensar e divagar é tão natural como respirar e dormir.
            Os pensamentos não são reais eles passam pela sua cabeça durante o dia aos milhares, e só alguns são detidos, porque lhe deu importância e algum valor, dessa maneira o pensamento fica enraizado na sua mente e é natural que germine.
 Os pensamentos são como sementes; se eles encontrarem uma terra propícia para germinarem aí darão fruto. Têm uma grande força magnética para atrair a sorte; assim como a destruição com a sua onda energética. É você que lhe dá vida quando o processa na sua mente, dando-lhe desse modo uma interpretação e atribuindo-lhe significado e importância.
            É o pensamento que vai vasculhar toda a memória do pó do passado, que o fará sofrer por algo que já se extinguiu; também é o pensamento que o fará preocupar-se em relação ao futuro. É impossível sentir medo, sem antes ter pensado no medo, sentir raiva, sem antes ter tido pensamentos de ódio. Ter consciência e compreender que é o pensamento que determina o seu estado de espírito, que o pensamento é apenas uma capacidade de analisar e não uma realidade, será fácil dos afastar para longe de si.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
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publicado por professorkibersitherc às 11:47

Dezembro 23 2009

 
            Já reparou na ordem admirável do nosso universo?! As estrelas e os planetas movimentam-se numa complexa harmonia, tão perfeita que os cientistas podem prever com antecipação todas as suas posições, fenómenos que irão decorrer no futuro como observações no longínquo passado. Todo esse movimento repetido e perfeito, foi fixado pela chamada lei do hábito.  
            Se nós agirmos do mesmo modo, pela repetição torna-se um hábito e então agiremos de uma forma quase automática e inconsciente. Segundo vários psicólogos se um hábito não for questionado ou modificado é estabelecido ao fim de 21 dias.
            Não só o ser humano é um animal de hábitos. Todos os animais, são conduzidos pelo hábito, desde o elefante à minúscula formiga e até aos seres invisíveis aos nossos sentidos. Todos ao repetirem determinados movimentos se acomodaram à lei do hábito.  
            Teve razão quando o latino Cícero disse: “Com o hábito quase se forma uma outra natureza”.    
            Apesar de se considerar o ser humano um animal racional, a vida da maioria das pessoas não é regido pela razão, mas sim pelo hábito. Infelizmente nem todos os hábitos são saudáveis, muitos deles são destrutivos e são a origem de muitas infelicidades.
            O psicólogo alemão Erik Erikson, fomentou que ao longo da vida passamos por oito estágios distintos do ciclo da vida, teorizou que a personalidade humana muda a vida inteira, por isso, todo esse período de vida se passa por vários hábitos, desde o fazer xixi na cama a fumar às escondidas na infância, passando por roer as unhas na adolescência, bebendo desesperadamente na juventude, buscando todos os prazeres e vícios na idade adulta, caindo desesperadamente na solidão da velhice, ou conseguindo maturidade nessa idade.           
            Mesmo que, em tempos, os seus hábitos lhe tenham sido úteis, as necessidades podem mudar e os velhos hábitos deixar de exercer o seu objectivo. Por isso, não se deixe dominar pelo hábito nem pela preocupação de moldar-se às normas convencionais.
            Quando um hábito é nocivo, tornar-se-á a pior das tiranias, é uma forma de condicionamento emocional. Quanto mais antigo for um hábito, quanto mais profundamente ele estiver inculcado, maior será a energia usada para mudar. O remédio para aniquilar um hábito está em arranjar um hábito oposto.    
            O nosso subconsciente reage à repetição. Ensine ao seu subconsciente um novo hábito, que seja mais saudável e positivo. E repita-o até se tornar uma segunda natureza.
            Quando a nossa vida torna-se rotineira, há uma emoção de “fixação”, como se a vida caísse na monotonia, como se a nossa influência fosse nula e impotente para alterar qualquer coisa. Por vezes, caímos em trilhos estreitos, repetimos sempre as mesmas coisas, andamos pelos mesmos sítios, as novidades tornam-se monótonas, e toda a nossa actividade maçadora dia após dia, as companhias são sempre as mesmas e enfadonhas.
            Quebre os hábitos. E nesse dia faça tudo diferente, faça aquilo que nunca fez antes. Procure fazer coisas novas e interessantes. Como se diz na gíria: saia da casca. Se fuma, experimente não fumar por um dia. Almoce num restaurante diferente e se possível experimente uma comida vegetariana, procure novas companhias e que se sinta bem, leia livros sobre o pensamento positivo, procure vestir-se de cores fora do seu habitual, mude de cabeleireiro e se possível de penteado.
            Ao agir de uma maneira diferente e positiva, vai criando novos padrões mentais e novos hábitos se vão impondo e substituindo pelos velhos já caducos e doentios. 
 
PROF. KIBER SITHERC 
 
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publicado por professorkibersitherc às 23:05

Dezembro 18 2009

 

             “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque, com o juízo com que julgardes, sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido, vos hão-de medir a vós”. Estas palavras foram proferidas pelo Mestre no célebre Sermão da Montanha.
Porque se critica? Porque se procura julgar e denegrir os outros? Por vezes o crítico é um frustrado, já que não teve êxito desdenha, como afirmou Sayage Landor. Numa configuração humorística se comparou o crítico a um cego, que pretendia discutir as cores do arco-íris.
Os hábitos, assim como os sentimentos também se aprendem e se copiam. Se foi educado num meio familiar onde a crítica era constante, onde era normal a zombaria e o escárnio, naturalmente tornou-se crítico. Se teve pais críticos que o denegriram é natural que tenha modulado nesse conceito negativo.
Quando você fizer um juízo ou uma crítica, está a irradiar algo que voltará para si, por isso é natural que também seja criticado e julgado, pois atrairá a afronta da qual foi o impulsionador. Então se cumprirá a mensagem do Mestre: “Porque, com o juízo com que julgardes, sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido, vos hão-de medir a vós”. Na verdade, ao crítico falta-lhe a flexibilidade e o bom senso, porque se convence que é perfeito.
A crítica é negativa, coloca um indivíduo na defensiva, e ele procurará todos os argumentos e meios para se justificar, mesmo sabendo que está errado.
Lembre-se que a maioria das pessoas não são racionais, são emocionais e agem de acordo com os seus sentimentos, feri-las no seu orgulho tornam-se adversárias e conflituosas, pois haverá ressentimentos.  
A crítica leva-nos ao conflito, e haverá sempre resistência. Sem resistência não poderá haver conflito, os canais de comunicação ficam abertos e haverá entendimento. Uma maneira de resolver contendas é dialogar com diplomacia, encontrar um modo de concordar mais do que de discordar.
Se queremos convencer alguém, não deveremos criticar o seu ponto de vista. Se ele tem uma ideia frágil, ultrapassada e inútil, então ele vive numa cabana. Se nós não criticarmos a sua cabana, ou seja o seu habitat mental, e apresentarmos o nosso palácio “ ideia brilhante”, possivelmente ele aceitará o nosso ponto de vista.    
A maneira certa de alguém concordar connosco é de não discordar ou criticar, mas sim de apresentar uma ideia insinuante sem denegrir ou impor. Você não pode obrigar alguém que aceite o seu ponto de vista, terá que ser tolerante. Todos vemos o mundo de perspectivas diferentes.
            Devemos ser prudentes da maneira de rotular ou julgar alguém, já que as nossas opiniões podem favorecer que as nossas críticas se tornem verdade. Dizer a uma criança que é mentirosa, grosseira e preguiçosa, condiciona-a na perseverança do seu comportamento. Elogiá-la sempre nos pormenores, é uma maneira de reforçar todo esse condicionamento ao longo da vida. Portanto, procure evitar ao máximo os reforços negativos e sejamos generosos nos positivos.
            Se você é crítico ou maldizente, deixarei algumas dicas para evitar esse comportamento agressor:
            Procure elogiar em vez de criticar
            Seja flexível no seu ponto de vista.
            Seja mais ouvinte, é uma maneira de se conter nas críticas.
            Seja paciente, compreensivo e tolerante. Ninguém é dono da verdade.
 
PROF. KIBER SITHERC
 

 

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Dezembro 06 2009

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            Se você se perder, e indicar várias direcções para onde se quer dirigir, certamente as pessoas ficarão confusas e ninguém o poderá ajudar. Assim se passa com a sua mente. O pensamento e a linguagem terão que ser com precisão.
Uma linguagem precisa é útil na comunicação, se o conteúdo for confuso pode criar mal-entendidos e confusão nas mensagens. As palavras podem ser muros, mas também podem ser portas. Você poderá pensar que está a dizer uma coisa e alguém compreender outra, que poderá ser totalmente oposta, porque usou uma linguagem ambígua sujeita a qualquer interpretação e mesmo dúvida.
A maioria das pessoas não fala com precisão, sendo sujeitas a qualquer equívoco. Um exemplo: “Telefona-me às 23 horas, ou então eu ligo-te à noite”. É uma linguagem ambígua, que poderá criar mal-entendidos. “Porque não me telefonaste às 23 horas?” “Porque disseste que me ligavas!” Muito diferente se a linguagem fosse com precisão: “Telefona-me hoje às 23 horas”.
Tenha cuidado com as generalizações, porque elas limitam-no e prejudicam-no. Não use expressões como: “As pessoas desta terra não presta!” Pode-se perguntar: “Serão mesmo todas?” Então terá que responder: “Bem, as que eu conheço.” Uma mulher dirá frequentemente: “Os homens não prestam, são todos iguais!” Então pergunte: “Serão mesmo todos?” Então ela pensando melhor dirá: “Algumas das minhas amigas têm homens bons, só eu é que não tenho sorte:”       
            Uma jovem desesperada consultou-me: “Bati todas as portas, corri tudo e não consigo mudar de emprego, não tenho sorte nenhuma!” Perguntei-lhe: “ Será que correu tudo, quantas portas bateu?” Pensando, respondeu: “Bem, fui a cinco sítios.” Respondi-lhe: “Não acha que ainda tem muitas portas para bater? A cidade onde vive não é assim tão pequena!” Ajudei-a a adicionar ao seu cérebro que ainda tinha muito que procurar, afinal os recursos ainda não se tinham acabado, pelo contrário, ela ainda estava no princípio. Bateu a cinco portas que não se abriram e desmotivou-se. Adicionou ao seu cérebro entraves que a limitaram e ficou desmoralizada.
Se você adicionar ao seu cérebro impressões e emoções ambíguas, hesitantes e equívocas, naturalmente o seu cérebro ficará confuso e a sua mente subconsciente ficará bloqueada.
Há pessoas que ao falar de determinadas expressões positivas dizem: “Essas palavras não fazem parte do meu vocabulário”. Comece por modificar o seu vocabulário, preste atenção ao que diz. Não diga nada que não queira, porque se torna uma realidade para si.
Em vez de dizer: “Não tenho doenças”. Diga antes: “Tenho uma boa saúde”. Use sempre expressões pela positiva e bem determinadas. Imagine um vendedor tentando vender um produto e que use a seguinte frase: “Não quer comprar nada freguês?” ou alguém que lhe faça o seguinte convite: “Não queres almoçar?”
Exclua no seu vocabulário toda a expressão duvidosa. Exemplos: “Espero que eu consiga”, “Vamos a ver”, “Talvez eu tenha sorte”, “Não sei o que me poderá acontecer”. Substitua pelas expressões: “Eu vou conseguir”, “Eu tenho sorte” ou “Estou a ter sorte” dando ideia que a acção está a decorrer.
Frases como: “Eu gostaria de ser feliz”, “Eu podia ter sorte”, Eu queria ter amor”. Revelam uma condição e não uma certeza. Habitue-se a repetir expressões afirmativas e com precisão. “Eu quero”, “Eu posso”, “Eu consigo”.
 
PROF. KIBER SITHERC
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publicado por professorkibersitherc às 18:06

Dezembro 06 2009

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            Em geral, todos nós queremos que as outras pessoas mudem, os seus hábitos, os seus vícios, os seus comportamentos e a maneira como nos tratem. É normal como os meus pacientes se queixam dos cônjuges, dos pais, dos irmãos, dos vizinhos, das amizades e da sociedade em geral. Quando lhes proponho a mudança neles, ficam perplexos e procuram todos os álibis e argumentos para se defenderem a não cederem (ou melhor não mudarem) um centímetro.
            É fácil culpar os outros quando a vida nos corre mal. Criticar quem nos rodeia não resolve a situação. Expressões como: “Eles não evoluíram”. “Pararam no tempo”. “Querem-me cortar as asas”. Só servem para defender o velho paradigma e impossibilitar a mudança que nos encaminha para a felicidade. Todas essas lamentações e críticas fazem um muro que nos bloqueia novos horizontes.
A mudança interior é a interrupção do velho paradigma e o começo do novo padrão mental. Todos nós podemos mudar padrões, se quisermos podemos mudar comportamentos, hábitos e emoções. A expressão frequentemente usada: “Eu sou assim”. É a desculpa que por vezes foi aprendida na infância das observações feitas pelos familiares e educadores. Todos temos a capacidade de mudar, a mudança é a essência da vida, mudar é evoluir, na psicologia é a chamada revolução interior. Cristo chamou-lhe o novo nascimento. Se você não mudar, não quiser evoluir, não limar todas as arestas que o prejudicam e não polir o seu comportamento, ficará estagnado como um charco com águas paradas, livre-se do velho paradigma, saia do pântano mental, das ideias lamacentas e lodosas. Crie na sua mente novos rios (padrões mentais) e afluentes em direcção às grandes mudanças oceânicas. 
Muitas pessoas não vivem realmente. Limitam-se a existir, a passar de um dia triste para outro, ou a saltar de crise em crise quando a vida lhes corre mal. A mudança é uma coisa necessária, natural e inevitável. Se nos deixamos apenas guiar pelos hábitos, nunca deixaremos de tentar nadar contra a corrente.
Ao pensar em mudar não deverá usar o esforço mental, mas sim o desejo de mudar. Se pensar, que deverá ou terá de mudar, é natural que tenha dificuldade, porque o esforço mental bloqueia, dificulta e anula a concretização de mudar.
Se você disser a uma criança: “Tens que fazer isto, tens que fazer aquilo”. Ela poderá não executar as suas ordens, porque recebeu uma mensagem de obrigação, deixando-a sem qualquer alternativa para escolher, ou poderá executar as ordens de má vontade de uma maneira incompleta e frustrante.
           Mas se lhe disser de uma maneira dócil: “Queres fazer isto? Queres fazer aquilo?” Ela poderá executar as ordens de uma maneira agradável, porque houve da parte dela: opção, alternativa, preferência e livre arbítrio. A nossa mente consciente funciona assim.
            Você poderá pensar e repetir as palavras que o poderão mudar para a felicidade sem limites: “Eu quero mudar... eu estou a mudar, porque a mudança é maravilhosa!”
            1º - Indica o desejo de mudar: eu quero mudar.
            2º - Indica a acção: eu estou a mudar.
            3ª - Indica o objectivo: porque a mudança é maravilhosa.
            É natural que dessa maneira consiga mudar, porque primeiro desenvolve o desejo, isto é, a vontade de mudar; em segundo lugar programa a mente que está no caminho da mudança; terceiro, indica o objectivo, a finalidade da mudança que é a felicidade maravilhosa!
 
PROF. KIBER SITHERC
 

 

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publicado por professorkibersitherc às 16:13

Novembro 16 2009

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Se tiver frio acenda uma fogueira; se fizer vento abrigue-se em casa; se chover espere que passe. Não esconjure o tempo, desfrute da beleza da noite, do vento e da chuva. Mais vale acender uma chama do que amaldiçoar a escuridão! Se estiver só, nunca estará sozinho. Esta é a mente tranquila! 
 
            Muitos de nós gostariam de sentir uma tranquilidade e felicidade sem limites. Todos já experimentaram momentâneos de prazer, (pequenas faíscas) de bem-estar, por vezes devido à companhia de amigos, de alguém que nos eram queridos. Outras vezes devido ao uso de substâncias alcoólicas, derivados de cafeína, estupefacientes, etc.
            Na verdade todo o ser humano aspira à felicidade sem limites, mas procura esse caminho por atalhos, julgando que assim chega mais depressa. Mas essa via não é a segura, por vezes é a rota da desgraça e da morte.
            A lembrança do Éden, dum lugar paradisíaco e tranquilo, não é nada mais, que a lembrança inconsciente da nossa vida uterina, com o nascimento foi expulsa do Paraíso. Nascer e crescer tornou-se o sofrimento segundo o Budismo. 
            Muitas pessoas procuram fora de si a felicidade e a tranquilidade, aspiram por um paraíso que nunca encontrarão, porque não mudam interiormente, carregam um fardo pesadíssimo, de angústias, ressentimentos, fobias, e lamentações. Para onde nós formos levamos a nossa mente, o nosso espírito, o nosso fardo mental, as preocupações e as angústias. Esteja onde estiver, você está sempre se encontrando, por isso não adianta procurar a paz quando ela não está dentro de si. 
            Uma mente perturbada, ansiosa, e amargurada jamais encontrará a tranquilidade onde quer que esteja. Como vimos num número anterior, não é possível realizar os nossos desejos se estivermos exaustos, obcecados e usando o esforço mental, a nossa mente terá que estar tranquila, calma e descontraída.   
            Agir como se fosse... trás milagres. Não se esqueça dessa expressão, porque vai ser usada nos próximos números. Agir como se fosse calmo, agir como se fosse feliz, agir como se fosse tranquilo, enfim, deverá agir como se fosse aquilo que mais deseja.
            Quebre o gelo. Olhe para o espelho e sorria. Medite nas seguintes palavras: “Paz – Harmonia – Tranquilidade”. Não as engula, mastigue-as, sinta-as, pronuncie devagar. Repita-as até adormecer. Use o verbo ter e ser. Exemplos: Tenho harmonia, tenho tranquilidade, sou tranquilo.
            Procure uma fotografia panorâmica, de uma paisagem calma e tranquila, poderá ser um bosque, uma praia deserta, um rio com árvores nas suas margens, etc. Relaxe o seu corpo, deixe-se transportar e experimente entrar nessa paisagem panorâmica, visualize com toda a nitidez que está dentro dela, oiça o som do vento, das árvores, das aves, das ondas, etc. Sinta a aragem do vento, a areia da praia, o calor do sol, a água do rio, etc. Use o sentido da gustação, sinta o sabor da água do mar, o sabor das coisas em que está inserido. Use o olfacto, sinta o cheiro das árvores, do mar, etc.
            Se gostar de fotografar, poderá tirar fotos a várias paisagens tranquilizantes. Ficará surpreendido, como é possível encontrar a paz e a tranquilidade com este sistema, o que confirma que para onde for levará os seus problemas. 
            Respire profundamente e medite nas palavras anteriormente citadas: Paz... e visualize pombas brancas ao seu encontro. Harmonia... e visualize o equilíbrio de dois pratos de uma balança. Tranquilidade. E visualize uma paisagem que se sinta feliz.
 PROF. KIBER SITHERC
 
História

 

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publicado por professorkibersitherc às 20:24

Novembro 16 2009

 MUNDO

            Lembra-se no número anterior de ter lido, que uma mente superior e equilibrada não divaga? Uma mente equilibrada também não se mantém obsessiva, ora quando ela não está relaxada, deverá de estar descontraída. Os pólos opostos “concentração – descontracção” deverão fazer parte da vida. 

            Se de manhã, após o levantar, é habitual ter ainda sono e é com esforço que tenta despertar para ir para o emprego, que terá que recorrer a um café, ou outro estímulo, para se aguentar durante o dia, apesar de voltar para casa cansado e mesmo assim ter insónias, é natural que tenha uma vida sob pressão e stressada. 
Hoje em dia, devido à vida moderna é tão difícil a concentração como a descontracção, mas é possível atingirmos essa paz interior se nós seguirmos determinadas regras e fazendo delas um hábito.
Todos os dias faça o seguinte exercício:
            1 – Procure um ambiente calmo e acolhedor, sinta-se como um peixinho na água, sem ruídos e luz suave. Poderá usar música ambiente se gostar.
            2 – Sente-se ou deite-se numa superfície confortável. Use roupas soltas, não convém sapatos apertados. Tire os óculos, ou lentes de contacto, ou qualquer outro objecto que o poderá impedir o relaxamento.
            3 – Respire profundamente e sinta o seu corpo a libertar-se de tensão. Depois, respire muito lentamente. É importante controlar a respiração. A ira e o medo como as outras emoções fazem-nos respirar mais depressa. No entanto, podemos tranquilizar consideravelmente a mente se fizermos inspirações profundas e lentas. Se estivermos nervosos numa determinada situação, experimentamos respirar devagar, com inspirações profundas e longas. Então verificaremos que conseguimos manter a ansiedade e tensão sob controlo.
            4 – Agora diga para si próprio: “Estou completamente relaxado...”, na teoria o seu cérebro recebe a mesma ordem como se quisesse mexer os dedos da mão ou fechar os olhos, mas poderá sentir dificuldade. Então visualize que o seu corpo se está a sentir leve como uma pena, que flutua no espaço, imagine que está suspenso no ar. Então experimente o relaxamento progressivo. Dobre os dedos dos pés para a frente... deixe cair os dedos voltando à posição de repouso. Sinta agora a tensão dos músculos da barriga das pernas, mantenha por um pouco e relaxe. Faça o mesmo aos joelhos, às nádegas, pressione os músculos com força. Aguente e relaxe. Agora faça aos membros superiores. Aperte fortemente o punho e abra a mão descontraído-a. Experimente os braços, os ombros, as costas, a barriga e o peito. Por fim concentre-se no rosto, na testa, nos músculos da boca e no queixo.
            A técnica é de percorrer todos os grupos musculares do organismo. Ao pressionar os músculos do corpo deverá relaxá-los, dessa maneira irá identificá-los e assim poderá controlá-los conscientemente. Com a prática deixará de os pressionar, bastará pensar neles e eles voltarão ao estado de repouso, com a mesma facilidade que abrir a boca. Com esta técnica poderá descontrair uma parte do corpo ou todo o corpo sempre que necessitar, tendo em conta que a maneira de conseguir um relaxamento geral é percorrer mentalmente cada uma das partes para as relaxar.
            Técnica do quadro negro. Quando estiver totalmente relaxado visualize um quadro negro que se aproxima diante dos seus olhos. Não pense em nada, só no quadro negro. Sinta que o seu corpo flutua no espaço. A sua mente entrará no vazio relaxante.
PROF. KIBER SITHERC
 
 VIDA
 
 
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Novembro 16 2009

 

            A concentração é o acto de dirigir todo o foco da sua atenção para um determinado objectivo, é reconduzir ao seu centro as forças dispersas, reunir a energia para os obstáculos, que nos poderiam impedir de chegar às metas que queremos alcançar.
            Grandes mestres da mente salienta que a nossa vida deve ser um rosário continuem de concentrações. Uma mente superior e equilibrada não divaga, ou mantém-se vazia em absoluto silêncio, em completo repouso, ou mantém-se bem concentrada exclusivamente naquilo que aborda.
            Suponhamos, que desce por uma calçada escorregadiça, toda a sua atenção está concentrada para não escorregar. Por isso concentre-se em tudo em que estiver ocupado. Está a fazer um bolo? Concentre-se no bolo, faça o melhor possível. Está a conduzir um automóvel use a maior concentração possível, um deslize pode ser fatal, a máxima concentração na condução poderá evitar muitos acidentes e salvar-lhe a vida.
 
            Se você fizer muitas coisas ao mesmo tempo, é natural que cometa falhas por ser impossível concentrar-se em tudo, como diz o velho ditado: “Quem muitos burros tocam, algum ficará para trás”. Uma maneira de evitar isso é de fazer o máximo de uma coisa de cada vez, para evitar distracções repita em voz alta aquilo que está a fazer. Exemplo: se está na lida da casa, descreva em voz alta o que está a fazer, deixará de divagar, de ir à dispensa e esquecer-se do que queria buscar. Mesmo que a situação a obrigue a fazer a comida e que tenha que passar a ferro, se descrever mentalmente ou em voz alta o que está a fazer, poderá reconciliar as duas coisas ao mesmo tempo, sem se esquecer que tem o ferro ligado, nem tão pouco queimar a comida. 
 
Primeiro exercício. Partindo do número 100, contar em voz alta e em ordem decrescente: 99, 98, 97, até 0. Este exercício que parece simples, necessita sem dúvida duma concentração mental. Não se pode estar distraído para o verificar convenientemente, porque, ao deixar-se ir atrás duma ideia alheia que surge na mente, altera-se o ritmo, acabando por se parar de contar. Logo que se apercebe essa falta, é necessário recordar-se do número em que se deteve. Recomeça-se a contar desde o princípio, procurando ir além do número em que se tinha detido precedentemente. Quando este exercício lhe parecer bastante fácil, aumente-lhe a dificuldade. Experimente a contar a partir de 100 de forma decrescente, de dois em dois números: 98, 96, 94, etc. Se dominou bem essa contagem e lhe parece fácil, aumente-lhe mais ainda a dificuldade. Experimente a contar a partir de 100 de forma decrescente, de três em três números: 97, 94, 91, etc.
 
            Segundo exercício. Procure relaxar-se em algo confortável. Coloque uma vela acesa a uma distância de um a dois metros. Olhe profundamente para a chama, não desvie o olhar, concentre-se só na sua luminosidade, observe o seu movimento, as suas formas e a sua cor. Procure concentrar-se o mais tempo possível. Há quem chegue a observar figuras e rostos como se olha-se para uma bola de cristal. A chave da vidência e do desenvolvimento dos poderes psíquicos está na máxima concentração. 
 
            Terceiro exercício. Segure um copo cheio de água. Estenda o braço horizontalmente e mantenha assim durante alguns minutos, sem verter uma única gota de água; procure ainda manter o equilíbrio num pé, tendo o corpo bem direito e sem se apoiar a coisa alguma. Para aumentar ainda mais a concentração poderá fazer isso com o copo por cima de uma cama ou de um tapete. Este exercício é de uma extrema concentração, porque não poderá divagar ou distrair-se e entornar a água.
 PROF. KIBER SITHERC
 
 
 
 
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Novembro 01 2009

                

          PROGRAMAÇÃO MENTAL

 
            Sabia que poderá programar a sua mente como um computador? Com certeza que já lhe aconteceu, acordar uns segundos ou minutos antes do despertador. Com as crianças acontece isso muitas vezes, são as primeiras a acordar pela manhã quando se querem divertir.
            A nossa mente tem duas funções: o consciente e o subconsciente. As duas têm características diferentes. O consciente é a parte da mente racional, que analisa, observa, estuda, escolhe e aceita decisões. Com a mente consciente opta-se todas as decisões da nossa vida. Poderemos escolher a nossa vocação, a localidade para viver, as nossas paixões, os nossos amigos, os nossos alimentos e os nossos hobbys. É a mente consciente que conduz (bem ou mal) todas essas opções. O consciente deixa de exercer o seu poder analítico durante o sono.
            Os sonhos são a dramatização do subconsciente, pois ele está sempre em constante actividade, durma você ou esteja acordado, o seu subconsciente controla automaticamente todas as funções vitais do organismo, assim como: a digestão, a respiração, a circulação sanguínea e a restituição da saúde, porque o subconsciente na sua essência natural preserva-nos a vida. 
            O subconsciente é um vasto arquivo de informações, de traumas e de complexos, que tudo gravou e aceitou com a cumplicidade do consciente. Se entrar na hipnose e fizer regressão, verá como foi possível o seu subconsciente armazenar todas essas informações ao longo de toda a vida.
O subconsciente é um servo obediente do consciente que tudo aceita sem argumentar, nem duvidar, qualquer ideia ordenada é escrupulosamente aceite como uma ordem pelo consciente, e o subconsciente porá imediatamente essa ordem em execução, sem questionar se essa mensagem é negativa e se porá em perigo a própria vida.
            Por isso, terá que ter cuidado com os seus pensamentos negativos, porque ao serem formulados pelo consciente passarão a ser verdadeiros pelo subconsciente e este executará algo que poderá não ser o seu desejo. Ninguém deseja falta de sorte, nem tão pouco uma vida cheia de desgraças e de azares, mas os nossos traumas intensificam os nossos pensamentos negativos e influenciarão o nosso carácter e personalidade, que criarão os nossos padrões mentais, que por sua vez influenciarão o nosso destino. Para termos um bom destino teremos que ter pensamentos positivos.
            A nossa educação, a sociedade e o meio ambiente, condicionam a nossa visão colectiva do mundo. Esta forma de compreender as coisas, o mito que concordamos em participar (o velho paradigma) ou padrão mental tem sido chamado por vários mentalistas: a hipnose do condicionamento social. 
            É através dos nossos cinco sentidos (visão, audição, tacto, gustação e olfacto), que temos acesso às experiências exteriores, os nossos sentidos limitam os nossos conhecimentos e são eles que nos causam as emoções, que por vezes são depressões e sensações negativas.
           Mas nós podemos controlar e manipular a nossa mente para obter a mente tranquila.
 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:00

Outubro 30 2009

        

           Como alcançar a felicidade? Apesar de ser o desejo de todo o ser humano, mesmo assim, fica sempre além das suas expectativas e esperanças. Ora, a felicidade não é pílula que se tome, para se obter, nem tão pouco existe um elixir mágico que nos transforme nas pessoas mais felizes do mundo.

             A felicidade é um estado mental, que para se conseguir exige de nós uma alteração no nosso estilo de vida. Se agirmos sempre da mesma maneira, obteremos sempre os mesmos resultados, mas se procedermos de maneira diferente os resultados serão outros.

            Em geral, as pessoas não gostam de mudar, quando as coisas correm mal, torna-se mais fácil culpar os outros. Quando consciencializam-se que terão que mudar, então, surge a luz, significa que a pessoa está à beira da felicidade.

            O MÉTODO KIBER é a terapia mental que nos leva à mudança para encontrarmos a felicidade. Consiste o método na alteração dos nossos pensamentos, na modificação da nossa linguagem, variação da nossa postura e dos nossos gestos.

            A mudança é essencial para a cura. Se nós modificarmos as nossas representações internas, modificaremos a nossa fisiologia, e se nós modificarmos a nossa fisiologia, postura, expressões, gestos, etc. Automaticamente mudaremos as nossas representações internas, a nossa mente e todo o nosso pensamento.

 

            O meu método consiste em vários sistemas e terapias simples e eficazes:

            Vocabulário transformacional: consiste na modificação da nossa linguagem limitadora, indo para uma mais positiva e de sucesso.

            Linguagem corporal: alteração dos nossos gestos corporais, e aprendizagem de gestos positivos e fortalecedores.

            Cromoterapia: modificação e adaptação das cores que nos podem favorecer à mudança da nossa vida.

            Grafoterapia: reeducação da personalidade através da escrita.

 

            O meu sistema terapêutico adapta-se bem a qualquer paciente.

            Que doenças ou problemas se podem resolver com o MÉTODO KIBER?

            Todas as doenças psicossomáticas e distúrbios mentais se podem curar com este método: complexos de inferioridade, timidez, gaguez, melancolia, fobias, traumas, impotência sexual, etc.

 

             O meu sistema de tratamento não entra em conflito com qualquer crença religiosa ou filosofia de vida, a ideia do pensamento positivo poderá ampliar e aperfeiçoar o nosso estilo de vida e o relacionamento com as pessoas em nosso redor.

 

                                                                                                                     

 

 IDEIAS SÃO FERRAMENTAS

 

            Li há muitos anos um artigo publicado num jornal em que um indivíduo criticava um abre-latas eléctrico, rápido, sofisticado... que um vizinho lhe mostrou. Ele defendia nesse jornal o seu abre-latas manual, procurando todos os argumentos possíveis e imaginários: ecológicos, económicos, tradicionais, patrióticos e conservadores.

            Muitas pessoas são assim, defendem as suas ideias antigas e conservadoras, não procurando darem-se ao trabalho de analisarem as suas convicções se estão certas ou erradas. Por mais incrível que nos pareça, não deixam de ter razão desde que as suas ideias sejam úteis e possam contribuir para a sua felicidade.  

            Lembro-me de um velho comerciante, que para abrir o garrafão, usava um velho saca-rolhas, espetado num pau, segurava o garrafão entre as pernas e fazia toda a força que podia, até ficar exausto e transpirado. Eu admirava-me por ele não usar um saca-rolhas de orelhas, ou outro mais prático; mas possivelmente não tinha outro, ou achava que não valia a pena mudar.

            Como as ferramentas, as ideias poderão mudar, evoluir com o tempo, segundo as nossas necessidades ou então serão ultrapassadas. Há pessoas por não crerem evoluir, ficam estagnadas, como as águas paralisadas de um charco, pois as suas ideias ou convicções, poderão não ajudar; como velhas ferramentas que ficaram enferrujadas e inutilizadas, serão obsoletas na concretização dos seus projectos. Por vezes as ferramentas usadas não são adequadas, usar a faca da cozinha em vez da chave de fendas, ou uma pedra na substituição de um martelo, é como ter ideias que não são convenientes, pois não servem para nada.       

            Mas, cuidado com as nossas avaliações, o nosso julgamento poderá não ser o mais correcto, deveremos ser prudentes nas nossas críticas e apreciações, o que para nós não é útil poderá ser indispensável para os outros. Deveremos ter em mente a seguinte máxima: “Se todos os gostos fossem iguais; não se usava o amarelo”.

            Não vamos questionar se uma chave de fendas ou um alicate se é verdadeiro ou falso, mas se tem aplicação para o seu utilizador o que interessa realmente é se esse utensílio é útil para o seu utente.

           Ideias, religiões, filosofias de vida processam-se da mesma maneira, poderão ser úteis se elas forem bem aplicadas pelos seus detentores e aí gerarão fruto como uma boa semente se tratasse. Se todas as ferramentas são úteis, então todas as religiões, ou filosofias de vida poderão ser essenciais. 

            Como ferramentas que se adaptam ao nosso estilo, assim poderão ser as ideias ou religiões. As ideias fazem parte da vida, e todas elas são necessárias, e até são várias, porque os utilizadores são diversos.                        

            Desde sempre, o homem necessitou das suas crenças, como se fossem ferramentas para que pode-se subsistir; é certo que muitas das suas ferramentas eram primitivas, como eram as suas superstições e mitos.        

            O que seria do homem sem as suas crenças, o que seria de certas sociedades sem as suas ideias ou religiões! O homem necessita das suas ideias (ferramentas), para viver; para se resguardar; para se defender; para se impor como uma regra de fé e de prática.

            O mapa não é o território, cada um de nós constrói o seu mapa mental de acordo com realidade onde se insere, as palavras e as ideias (ferramentas), que nós usamos não são a realidade, mas sim instrumentos que nós usamos, em função para compreender essa mesma verdade. 

           

           

            Veja o próximo número na Boa Estrela, a: PROGRAMAÇÃO MENTAL “O valor da amizade”. Descubra a importância da amizade e o segredo de como manter os amigos para sempre.

 

PROF. KIBER SITHERC

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 00:35

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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