Método Kiber

Novembro 10 2010

 

            Dois homens haviam compartilhado uma injusta prisão, onde estiveram longos anos em que receberam todo o tipo de torturas e humilhações.

 

            Anos depois, já livres, se voltaram a encontrar.

 

             Um deles perguntou ao outro:

            - Alguma vez te lembras do carcereiro?

            - Não, graças a Deus já esqueci de tudo – e olhando para o amigo perguntou:

            - E tu?

 

            - Eu continuo a odiá-los com todas as minhas forças.

            O seu amigo fixou-o por uns instantes, e respondeu:

            - Sinto muito por ti. Se isto é assim, significa que ainda te mantém preso.

 

            A raiva escraviza-nos e só o perdão e o amor nos liberta.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 01:04

Novembro 09 2010

 

            Um professor de filosofia foi ter com um mestre zen, Nan-In, e fez-lhe perguntas sobre Deus, o nirvana, meditação e muitas outras coisas. O Mestre ouviu-o em silêncio e depois disse.

 

            - Pareces cansado. Escalaste esta alta montanha, vieste de um lugar longínquo. Deixa-me primeiro servir-te uma chávena de chá.

 

            O Mestre fez o chá. Fervilhando de perguntas, o professor esperou. Quando o Mestre serviu o chá encheu a chávena do seu visitante e continuou a enche-la. A chávena transbordou e o chá começou a verter para o pires até que o seu visitante gritou:

            - Pára. Não vês que o pires está cheio?

 

            - É exactamente assim que te encontras. A tua mente está tão cheia de perguntas que mesmo que eu responda não tens nenhum espaço para a resposta. Sai, esvazia a chávena e depois volta.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:10

Novembro 09 2010

 

            O medo do escuro é uma fobia que se chama: Escotofobia.

            É normal a criança ter medo do escuro.

 

            O medo é uma reação de proteção do organismo que prepara o nosso corpo para fugir de situações de perigo. O medo do escuro faz parte do desenvolvimento infantil e começa aos três anos de idade desaparecendo por volta dos seis anos.

 

            Antes dessa fase, porém, a criança começa a construir o seu próprio mundo com muita magia e seres imaginários que podem brincar com ela, fazendo conhecer os mais variados sentimentos, incluindo o medo.

 

            E é justamente a hora de dormir o momento onde a criança se sente desprotegida, pois tem que se “desligar” da presença dos pais e da segurança que os adultos oferecem. Então, quando a luz se apaga, as crianças não enxergam nada, o que é real desaparece e a escuridão esconde os perigos de sua própria imaginação.

 

            Um simples ruído pode perfeitamente ser o monstro que irá puxar seus pés, assim como a sombra de um galho de árvore transforma-se em um fantasma.

 

            Nessas ocasiões, procure deixar a lâmpada da casa de banho ou do corredor acesa até que ela durma. Para que a criança se sinta segura, deixe a porta aberta ou dê algum brinquedo que ela possa abraçar. A presença dos pais ou de alguém que lhe transmita segurança na hora de dormir também é muito importante. Se preferir, leve a criança para dormir na cama dos pais, porém, de forma que não seja um hábito corriqueiro, para que não se acostume.

 

            Além da fantasia, outra causa que pode levar ao medo do escuro é a mudança de casa. O quarto novo é um desconhecido que pode guardar surpresas como os temíveis monstros. A criança poderia não ter medo na casa antiga, pois conhecia o seu quarto canto por canto.

 

            Para lidar com esse medo os pais devem conversar com a criança. Compreendendo o porque da criança ter medo do escuro, fica mais fácil explicar que a sombra na parede não é um fantasma, mas a sombra do galho da árvore que está do lado de fora.

 

            Um erro do adulto é fazer a criança enfrentar o medo contra a sua vontade. Fazê-la expressar o medo que sente deixa a criança segura para enfrentar sua própria fantasia.

 

            Segredinhos para acabar com os monstros - Algumas brincadeiras ajudam a criança a dominar o medo do escuro como identificar as sombras na parede feitas pelas mãos ou as que aparecem no quarto, ou então adivinhar qual é o som no escuro e de onde vem.

 

            Quando o medo aparecer é bom deixar um foco luz aceso para que a criança se sinta mais segura e mais para frente apague esse foco, mas deixe uma lanterna sempre no mesmo lugar para que a criança possa acendê-la quando sentir medo. Bichos de pelúcia, travesseiros e brinquedos preferidos podem dar segurança e aconchego na hora de dormir.

 

            Como um pai quer que sua criança não tema seu quarto no escuro se tem uma bruxa do lado de fora da janela, um Bicho Papão no armário e um fantasma debaixo da cama?

 

            Se não houvesse monstros, o medo do escuro ainda seria observado? Sim! O escuro guarda perigos reais.

 

            É no escuro que o ladrão se esconde para surpreender sua a vítima. É no escuro que pisamos num vidro partido. É no escuro que batemos a cabeça na parede!

 

            Mas temos que lembrar que o escuro também traz benefícios. Mas é através do escuro que nos traz a tranquilidade de uma boa noite de sono.

 

            O medo do escuro só é vencido com o tempo. A criança se desenvolve e aprende a diferenciar o medo real do imaginário. Assim a sombra na parede deixa de ser a garra do monstro para se tornar um galho de árvore. Que na caverna escura pode não ter um fantasma, mas quem sabe um urso feroz.

 

            Então deixamos o medo inconsciente de lado para ter apenas um receio respeitoso do escuro.

 

            O problema é que nem todas as pessoas conseguem se livrar do medo de escuro. Passam a vida com essa fobia que se denomina "Escotofobia".

 

            Essas pessoas costumam entrar em desespero frente a um ambiente sem iluminação passando desde paralisia a ataques histéricos. São indivíduos que necessitam de tratamento psicológico para reduzir o grau do medo e, de preferência, vencê-lo.

 

            Quando o medo do escuro está numa situação normal, no caso de uma criança por exemplo, o medo pode ser vencido com algumas técnicas simples.

 

            Primeiro, não corte de imediato a iluminação. Deixe sempre uma luz ligada por perto, mas nunca a lâmpada principal do quarto. Uma luz no corredor, por exemplo. Também é bom deixa-la com um brinquedo que se possa abraçar. Da uma sensação de segurança maior.

 

            Se ela se queixar de alguma coisa, tipo um monstro debaixo da cama, mostre a ela que não tem nada lá... Abra o guarda-roupa junto dela para que veja que não existe o Bicho papão por lá...

 

            Sombras também podem ser assustadoras. Mostre a ela que objectos estão projectando as sombras no quarto... Até brinque fazendo sombras com as mãos. Isso tudo ajuda a criança a relaxar e conhecer melhor o seu ambiente, a mesma técnica se poderá aplicar ao adulto.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 00:07
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Novembro 07 2010

 

            Segundo um estudo da Universidade de Berna, na Suíça, o consumo frequente de cebola pode prevenir a osteoporose, doença que atinge um terço das mulheres após a menopausa.

 

            O estudo aponta que um grama de cebola por dia pode evitar um processo chamado reabsorção, no qual o osso perde cálcio e torna-se frágil. Quinhentos miligramas de cebolas misturadas com alho, alface, tomate, salsa e pepino teriam o mesmo efeito. Nos testes, os animais alimentados com cebola  tiveram os ossos fortalecidos.

 

            Outro dado interessante: de acordo com informações do National Cancer Institute, dos Estados Unidos, homens que habitualmente consomem alho e cebola têm menor risco de desenvolver câncer de próstata, Isto graças ao composto à base de sulfeto presente nos dois alimentos.

 

            Ingrediente básico em quase todos os pratos, a cebola já temperava a vida no tempo dos romanos. Esculpida em ouro, simbolizava a eternidade. Chegou a ser encontrada em múmias e representada em belas pinturas nas paredes internas das pirâmides.

 

            Na Grécia, a cebola ficou famosa por afinar o sangue e por suas propriedades fortificantes. Os atletas de lá tomavam seu suco e as esfregavam nos músculos antes das competições. Na Índia, a cebola também era bem conhecida por suas qualidades medicinais, digestivas e anti-sépticas, e até hoje se conserva o hábito: uma cebola por dia é receita certa de boa disposição e saúde.

 

            Rica em quercetina, poderoso antioxidante, a cebola é eficiente também no combate aos radicais livres. E mais: os flavonóides da cebola, mais eficientes que os da maçã ou do chá, protegem no organismo o teor de vitamina e previnem a formação de úlceras. Quanto mais forte o gosto da cebola, mais potente seu efeito protetor contra a arteriosclerose, prevenindo derrames e enfartes.

 

            A Organização Mundial de Saúde [OMS] aconselha o uso de cebola para o tratamento da falta de apetite e para prevenir a aterosclerose.

 

            Além disso, os extractos de cebola são reconhecidos por proporcionar alívio no tratamento de tosses e resfriados, asma e bronquite.

 

            As cebolas são uma rica fonte de oligossacarídeos. Estes oligômeros estimulam o crescimento de bifidobactérias saudáveis e suprimem o crescimento de bactérias potencialmente nocivas no cólon. Além disso, eles podem reduzir o risco de desenvolver tumores no cólon.

 

            Tem alto poder nutritivo, curativo e preventivo e, ainda por cima, realça o sabor de todos os outros alimentos salgados. É uma óptima fonte de vitaminas A e B, mas a sua grande força é a vitamina C (essa vitamina se perde quando o alimento é cozido por muito tempo em fogo alto). Além das vitaminas, a cebola é muito rica em enxofre, flúor, fósforo, iodo, zinco, potássio, fósforo, cálcio, sódio, silício, magnésio, cloro e ferro.

 

            Mesmo quando é utilizada apenas como tempero, a cebola já é muito importante como estimulante das secreções digestivas e de todo o trabalho do aparelho digestivo. Como alimento em si, é muito nutritiva e muito usada em nossa cozinha. É considerada um dos melhores purificadores do sangue, eliminando toxinas.

 

            Também faz uma limpeza geral nos mucos, catarros, vermes, vírus e cálculos nos rins. Sua acção nas vias respiratórias evita gripes e resfriados. Crua, colocada sob o nariz, corta hemorragias nasais. Os índios foram os primeiros a descobrir que a cebola age contra o reumatismo e a paralisia. Além de limpar o tubo digestivo, a cebola (de preferência assada) combate a prisão de ventre.

 

            Para os diabéticos, é um alimento de primeira, pois tem uma insulina vegetal. Nos casos de crianças que sofrem com os vermes intestinais, o suco da cebola adoçado com mel é “tiro e queda”. Tem acção eficaz contra duas vítimas da “vida moderna”: o coração e sistema nervoso. Nos nervos, a cebola age como calmante e fortificante.

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            No coração, ela merece atenção especial na prevenção a uma das doenças do século XX, o enfarto. Cientistas do mundo inteiro, principalmente os ingleses, vêm estudando e comprovando que a cebola consegue diminuir o efeito nocivo das gorduras sobre a coagulação do sangue nos vasos e artérias que provocam o enfarte. Nesse caso, ela age aumentando o poder defensivo do sangue.

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            Um bom tratamento para as picadas de abelhas, vespas, e outros insectos é aplicar o seu suco puro no local afectado. O suco da cebola assada, misturado com mel ou limão, é indicado para a tosse e os problemas respiratórios. Misturado em água, é um poderoso desinfectante das úlceras e feridas da pele. Massajar o couro cabeludo com suco de cebola estimula o crescimento dos cabelos.

 

            Misturado com água, serve até para aliviar dores de dente. Mas é preciso tomar um sério cuidado: quando muito cozida ou frita, a cebola perde quase a totalidade do seu valor curativo e nutritivo, restando basicamente o sabor. Sobretudo crua e ralada, ou levemente cozida, refogada ou frita, estaremos aproveitando todos os seus valores, sem perder nada do sabor.

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            No tempero de feijões, cozidos e refogados, basta apenas refogar a cebola de leve e colocá-la no final do cozimento. Uma dica para os que não conseguem cortar cebola sem chorar: colocar um pedaço de pão na ponta da faca. Para tirar o cheiro das mãos, é só lavar com suco de limão.

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            E para suprimir o cheiro de cebola na boca, o conselho é mastigar um pouquinho de salsa. Alerta: só não devem usar a cebola crua as pessoas que sofrem de acidez estomacal ou de formação de gases (no estômago ou intestino).

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:44

Novembro 06 2010

 

           Há uma popular lenda do Próximo Oriente, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:

 

            - Que tipo de pessoas vivem neste lugar?

            - Que tipo de pessoas viviam no lugar de onde veio? - perguntou por sua vez o ancião.

            - Oh, um grupo de egoístas e perversos - replicou o rapaz - estou satisfeito de ter saído de lá.

            - A mesma coisa haverá de encontrar por aqui - replicou o velho.

 

            No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:

            - Que tipo de pessoas vivem por aqui?

            O velho respondeu com a mesma pergunta:

            - Que tipo de pessoas viviam no lugar de onde você veio?

            O rapaz respondeu:

             - Eram pessoas maravilhosas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.

            - O mesmo encontrará por aqui - respondeu o ancião.

 

            Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:

            - Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?

            Ao que o velho respondeu:

            - Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controlo absoluto.

            Para onde nós formos, levaremos os nossos pensamentos.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:20

Novembro 05 2010

 

            Fantasma (do grego φάντασμα, derivado de φαντάζω, "mostrar" e φαντάζομαι "aparecer") é, em seu sentido original, uma imagem não correspondente à realidade, ou seja, uma ilusão visual, produto da fantasia. Por extensão, o termo designa espíritos de pessoas que supostamente permaneceria na Terra depois de sua morte. Cada cultura no mundo contém histórias sobre fantasmas, mas as crenças divergem substancialmente de acordo com o período e local, muitas vezes discordando sobre o que são fantasmas e se realmente eles existem (respeitando a crença de cada povo).

 

            Segundo A Enciclopédia do Sobrenatural editada por Richard Cavendish, o termo "fantasma" normalmente se refere à "aparência imaterial" de uma figura humana que, se identificável, é de alguém falecido. O termo "aparição", como fantasma, é usado popularmente por séculos, mas nunca com um sentido específico estritamente definido. Por isso, não é um termo que possa ser definido clara e precisamente. As aparições não são vistas por todas as pessoas.

 

            Somente indivíduos, de vez em quando, comunicam uma experiência dessas. Em geral, ocorre quando a pessoa está só, embora casos em que mais de uma parecem ter tido a mesma impressão ao mesmo tempo tenham sido comunicados com frequência suficiente para se exigir uma explicação. Geralmente, a experiência com aparições ou fantasmas é transitória e, na maioria das vezes, única. Consequentemente, a ocorrência não é verificável com facilidade e a sua comunicação corre o risco de provocar cepticismo ou descrença na maioria dos ouvintes.

 

            Actualmente, todas as experiências de aparições de fantasmas são atribuídas a experiências parapsíquicas.

            A fantasmafobia é o medo de fantasmas. Muitas pessoas temem os fantasmas têm medo de entrar em sítios desconhecidos como nos bosques, casas vazias ou locais escuros e podem reagir com pânico aos inexplicáveis barulhos estranhos, ou a uma sombra de uma estranha silhueta ou árvore.

 

            Não há dúvida que Hollywood contribuiu com essa fobia, devido a certos filmes: como Poltergeist, A Casa Amaldiçoada, O Exorcista e The Blair Witch Project e muitos outros.

 

            Se você sofre de fantasmafobia, não tenha vergonha porque não está sozinho. Há milhares de pessoas que sofrem desse problema, incluindo pessoas famosas.

            Sabia que a famosa cantora excêntrica, Lady Gaga tem medo de fantasmas?!

 

            Segundo a imprensa britânica, Lady Gaga, tem um medo de morte de fantasmas, antes de cada apresentação, a cantora contrata investigadores paranormais para inspeccionar os locais dos shows para assegurar-se de que não há nenhum vestígio de fantasma no lugar. Uma fonte comentou que ela gasta muito dinheiro com isso. "Ela acredita em actividade paranormal e prefere não arriscar quando está em turnê."

            Lady Gaga, a famosa cantora de 24 anos, acredita ser a reencarnação de sua tia falecida, por isso, certifica-se sempre que não exista nenhum fantasma ao seu redor.

 

            E não só ela, o falecido cantor Michael Jackson, também sofria de fantasmafobia.  Desistiu de alugar uma mansão em Inglaterra por recear que a moradia estivesse assombrada. Segundo a notícia, avançada pelo site britânico "News of The World", o cantor Michael Jackson teria desistido de alugar a mansão Foxbury Manor, após ouvir alguns boatos que davam conta que a casa estaria assombrada.

 

             A moradia em causa possuía 28 quartos, situava-se nos arredores de Londres e seria nela que Jackson e a família iriam residir durante a digressão musical do cantor em Inglaterra. De acordo com o mesmo site, Michael Jackson teria já pago um depósito de um milhão de euros por uma estadia de oito meses, mas voltou atrás após ver vídeos do local.

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             De acordo com a maioria das autoridades sobre o assunto, o medo não se justifica. Os fantasmas, de modo geral, são inofensivos.

 

            O verdadeiro comportamento de fantasmas, como evidenciado pelos muitos milhares de inquéritos e estudos de caso realizados por especialistas paranormais, esmagadoramente contradiz a ideia comum de que eles devem ser temidos.

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             Então, por que temê-los?

            Provavelmente é devido ao sombrio, quando essa ameaça é algo desconhecida, que pode saltar para fora da escuridão, que tinha acabado de fugir do outro mundo.

             Há um outro componente para esse medo, quando esse algo no escuro é percebido como um fantasma. Afinal, um fantasma é a manifestação de uma pessoa que está morta.

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             Então agora somos confrontados não só com o que pensamos ser uma ameaça para as nossas vidas, mas um representante da própria morte. Não só é umas entidades que não entendemos, é também um morador do lugar misterioso, muitos de nós tememos - a misteriosa terra dos mortos.

 

            O medo do escuro costuma aparecer associado a outros, como o de monstros e fantasmas, que nunca "surgem"durante o dia, apenas depois que a noite cai.

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            Portanto, é preciso redobrar a atenção nesse horário. Histórias que possam causar medo ou conversas que geram alguma preocupação devem ser deixadas, de preferência, para o dia seguinte.

 

            Embora esses seres sejam fruto da imaginação das crianças, são bastante reais. Repetir que monstros e fantasmas não existem, na grande maioria das vezes, não é o suficiente para aplacar o temor. Mesmo assim, você pode explicar a ela que existem diferenças entre a realidade e a imaginação, e até dar uma olhadinha debaixo da cama ou dentro do armário os "esconderijos" preferidos dos tais monstros, para certificá-la de que eles não estão por perto.

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            Também é preciso evitar a armadilha de ignorar o sentimento da criança, tratando o assunto como se não passasse de uma tolice sem importância. Pode ser muito frustrante para a criança ver que ninguém fica sensibilizado com o seu problema.

 

             Uma ideia é combater esse excesso de imaginação com uma boa dose de imaginação também. Parece contraditório. Contudo, algumas crianças se sentem seguras dormindo com uma lanterna ao lado da cama como se fossem verdadeiras armas contra monstros indesejados que não gostam de luz. Vale lembrar que não é só a imaginação que pode provocar pavores. Filmes e desenhos também despertam esse sentimento nos pequenos, que passam a ter medo de alguns personagens, como o Lobo mau; o chapeuzinho vermelho ou mesmo a Cuca, do Sítio do Pica-pau Amarelo. Assim, você pode e deve controlar a programação televisiva para evitar problemas no futuro próximo.

 

PROF. KIBER SITHERC

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Lady Gaga, também tem medo de fantasmas! 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:22
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Novembro 03 2010

 

            Muito antes da existência dos cemitérios modernos, os ritos de passagem, velórios e sepultamentos eram realizados dentro das igrejas católicas. Com o passar do tempo, até mesmo pelo acréscimo significativo de cadáveres nas grandes cidades europeias, se fez necessário adoptar medidas emergenciais para atender esta demanda. Diante disso, a partir do século XVIII, em áreas mais afastadas dos grandes centros urbanos, são criados os primeiros cemitérios como conhecemos hoje.

 

            Um amigo meu, que vivia em Santarém, o João Veiga, sofria de Coimetrofobia, uma vez foi ver uma vivenda no campo, que ele achava óptimo para se refugiar da vida moderna. A proprietária ia lhe mostrando, a casa e todo o espaço que rodeava a vivenda, o preço era agradável e ele quase que já estava para fechar o negócio. Às tantas perguntou:

            - Que muro é aquele?

            - É o muro do cemitério.

            - Ora porra! – respondeu o meu amigo. – E desesperado foi-se logo embora.        

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            Sérgio, um  funcionário da equipe de gravação externa do programa "Brasil Verdade", da TV Bandeirantes, não esperava que o seu director o encolhesse para testar a autenticidade do fenómeno regressivo que eles haviam filmado minutos antes na Sede do CEPAL. Induzido pelo Prof. Eudes ele entra rapidamente em hipnose regressiva.  Ele se vê num cemitério, abrindo uma cova para enterrar o corpo de uma moça que havia sido estuprada e assassinada  por um maníaco,  ele descreve a acção em tempo presente. Ele era o coveiro daquele cemitério, e  aquela moça era a sua namorada.  

 

            Sergio chorava e transpirava copiosamente durante o estado hipnótico, dando  uma imagem dramática do seu estado  regressivo. Era a primeira vez que ele tomava contacto com aquela experiência. A intensidade do transe que ele estava vivendo ia muito além do medo que ele sentia quando entrava num cemitério. Ele vivia um verdadeiro quadro de pânico ao entrar num cemitério. Na vida actual alem desse pânico os seus relacionamentos amorosos, sem explicação, sempre  acabavam  sem motivos. Sempre que ele  começava  um namoro...  tudo ia muito bem...  até que,  sem saber o porquê,  entrava em desespero,  e sentia que tinha que se afastar da sua namorada. Uma misteriosa angustia invadia o seu peito.   Isto vinha  repetido-se   ao longo de sua vida. O medo que ele sentia de cemitério vinha desde criança. Ele não tinha nenhuma explicação para isso.  Ele já tinha tentado alguns tratamentos, mas nada tinha resolvido. Aquele pavor surgia  cada vez que entrava num cemitério. Agora ele encontrou uma "lógica" para os seus temores e desencontros amorosos.

 

            Na semana seguinte, após essa regressão, a mesma equipe teve que filmar  uma exumação do corpo de uma criança, Sergio estava presente,  mas o pânico que  ele sentia de cemitério havia desaparecido. Ele curou-se numa única sessão.

 

            Muitas vezes, os medos desaparecem após uma regressão vivida dramaticamente, como no caso do Sérgio,  mas na maioria das vezes, precisamos de várias sessões de regressão, uma só não é suficiente, a média é entre 5 e 10 sessões. 

 

            Medo de cemitério determinou a cremação do escritor brasileiro, Jorge Amado, em 8 de Agosto de 2001.

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            Wellington Dórea foi o funcionário encarregado de cremar o corpo do escritor Jorge Amado. A cremação propriamente dita, por exigência de lei federal, acontece 24 horas.

            A esposa do escritor Jorge Amada, Zélia Gattai disse que o escritor tinha pavor de cemitérios e por isso mesmo preferia ter o corpo cremado, quando morto.

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            Se sofre de Coimetrofobia, que tal fazer uma visita a um cemitério? Há cemitérios que são uma autêntica obra de arte. Ao princípio parece macabro e mórbido recomendar visitas a cemitérios, mas acredite, tem muitos em quase todas as cidades que são um autêntico museu aberto.

            Se tiver medo leve consigo uma companhia que não acredite em fantasmas, verá que encontrará um local aprazível e com as visitas quotidianas se curará de Coimetrofobia.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 00:16
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Novembro 01 2010

 

            O caminho mais fácil e óbvio para formular uma ideia é visualizá-la, vê-la com os olhos da mente tão real como se estivesse mesmo acontecendo.

 

             Você pode ver com o olho nu apenas o que já existe no mundo exterior; da mesma forma, o que você pode visualizar nos olhos da mente é o que já existe nos reinos invisíveis da sua mente.

 

            Qualquer imagem que você tenha em sua mente é a substância de coisas esperadas e a evidência de coisas não vistas. O que você forma em sua imaginação é tão real quanto qualquer parte do seu corpo. A ideia e o pensamento são reais e um dia aparecerão em seu mundo objectivo.


            Tenho utilizado a técnica da visualização antes de falar em qualquer tribuna. Acalmo as engrenagens da minha mente a fim de poder apresentar à mente subconsciente minhas imagens de pensamento.

 

            Depois, faço um quadro do auditório inteiro e dos assentos ocupados por homens e mulheres, cada um deles iluminados e inspirados pela infinita presença curadora que existe dentro de cada um. Vejo-os alegres, radiantes e livres.


            Tendo primeiro construído em minha imaginação, calmamente a mantenho lá como um quadro mental, enquanto imagino ouvir homens e mulheres dizendo: "Estou curado"; "Sinto muito bem"; Tive uma cura instantânea"; "Estou outro".

 

             Fico pensando assim por uns 10 minutos, sabendo e sentindo que a mente e o corpo de cada pessoa estão saturados de amor, harmonia, beleza e perfeição. Libero então o quadro, relaxo, e vou para a tribuna.


Joseph Murphy 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 01:34

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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