Método Kiber

Fevereiro 11 2010

 

            Com a chegada do verão, surge a preocupação feminina da estética, então a maioria segue a dieta chamado tipo yo-yo, que como o tal brinquedo conhecido se move para a frente e para trás, para cima e para baixo, chega-se sempre ao mesmo ponto de partida, segundo essa dieta, ora se engorda, ora se emagrece, até se passa fome, depois se empanturra até fartar. Por vezes, obtém-se até mais quilos antes de iniciar a dieta.
            Ora, todas essas mulheres têm dificuldade em emagrecer, procuram todos os produtos e fórmulas mágicas e imagináveis, acabando depois em dietas drásticas. O desequilíbrio alimentar, faz com que a pessoa ao privar-se de certos elementos (gorduras e açucares, por exemplo) ceda necessariamente a impulsos qualificados de gulodice, quando o próprio organismo privado de determinados nutrientes os reclama, sem que a pessoa possa se opor a esse imperativo biológico.
            É natural que depois se caia na frustração e na angústia, a nossa sociedade criou padrões de beleza bastante magros, considerados modelos de perfeição que por vezes não correspondem a um corpo saudável.
            O sucesso só será positivo quando se descobre a origem da compulsão por comida. Ao descobrir o motivo torna-se mais fácil mudar de hábitos e criar novos padrões mentais para a mudança. É importante descobrir o que a leva a comer compulsivamente. Há pessoas que quando se sentem tristes perdem o apetite, porém, outras comem que nem umas desalmadas. Quando a criança é recompensada por uma gulodice, é natural que se sinta sempre atraída por um gelado ou um bolo, em vez da tradicional sopa em que era obrigada a comer.
            O nosso cérebro poderá associar determinados alimentos com situações e lembranças agradáveis, por isso, no cinema poderá comer pipocas, na praia poderá deliciar-se com bolas de Berlim ou gelados.
            Com a criação de novos padrões mentais, passaremos a ver a comida como uma fonte de prazer saudável, isto é, comeremos para viver, escolheremos alimentos saborosos propícios à nossa saúde, e não usaremos os alimentos como uma gula compulsiva, vivendo apenas para comer insaciavelmente. 
            O peso a mais é um desequilíbrio, a obesidade é uma doença. Nenhuma obesa gosta dela própria. Ela sente-se insegura e através da gula isola-se de gordura para se proteger. Em geral procura satisfazer um vazio, que nunca será preenchido, porque se come por compulsão, depois se arrepende daquilo que se empanturrou. Há a sensação de se desejar comer sem ter fome, e por vezes surge a dúvida se tem fome ou não. 
            Um dos grandes erros é pensar na lista dos alimentos proibidos, daqueles alimentos que tanto gostava e abusava, mas cheios de calorias. Ora essa lista proibitiva só lhe vai trazer ansiedade, pior ainda, quando fará projectos que nunca irá comer tais alimentos. Pense antes dos alimentos saudáveis e de baixas calorias. Procure informar-se sobre o assunto.
            Lembre-se que emagrecer e manter o peso certo, só é possível com uma grande mudança de hábitos. Medite na seguinte fórmula: “Eu estou a emagrecer dia após dia, eu gosto muito de mim, estou escolhendo os alimentos saudáveis”.
 Aqui ficam algumas dicas: Nunca vá às compras com fome procure comer primeiro. Experimente comer em pratos mais pequenos. Não ponha a travessa recheada de comida em cima da mesa. Coma mais vezes ao dia e pouco de cada vez. Evite petiscar quando vê televisão. Não use líquidos à refeição. Coma muitas frutas, de preferência antes das refeições, mas não as misture.
 
PROF. KIBER SITHERC 

 

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 01:54
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Fevereiro 11 2010

 

            O ser humano é por natureza vulnerável, ao contrário dos outros animais não tem defesas e armas naturais, sendo desprotegido e nu. Durante toda a sua longa caminhada pela história passou refugiado em grutas e cavernas naturais, para se proteger e salvaguardar a sua descendência. O medo do desconhecido deu origem às superstições e aos mitos.
            O medo é um sentimento natural, quando ele é autêntico e verdadeiro poderá beneficiar-nos. A reacção psicológica ao medo permite a nossa sobrevivência e preparam-nos para “a fuga e o ataque” perante um perigo iminente. Essa característica também é partilhada pelos outros animais, se não houvesse o medo todos os animais à face da terra já teriam desaparecido. Um exemplo: se as aves não tivessem medo dos humanos ou dos outros animais deixar-se-iam apanhar e já se tinham extinguido. 
            Se não houvesse o medo não seríamos mais cautelosos e prudentes; é esse sentimento que nos leva a proteger as nossas vidas. Um indivíduo que não conhece o medo poderá por a sua vida em perigo; e é o medo que o leva a ser aplicado na sua conduta diária.
            Quando o medo limita a nossa felicidade torna-se “um falso medo” e é fóbico. Exemplo: se alguém nos apontar uma arma é natural que tenhamos medo, pois revela, um sentimento verdadeiro; mas se você mudar de passeio com medo de um cachorro inofensivo é um falso medo, porque é uma fobia.
            Há centenas de classificações de fobias, desde as mais simples e quase inofensivas às mais traumáticas e paralisantes. A pior de todas é a fabofobia: é o medo de ter medo. Gera a ansiedade e o receio de ter medo de uma determinada fobia, de não ser capaz de resolver uma determinada situação. É a preocupação de entrar em pânico antes de surgir o estado fóbico. Exemplo: você ao sofrer da zoofobia (medo dos animais), entrará em pavor ao pensar que vai estar em contacto com eles.
            Vejamos algumas técnicas para se curar das fobias:
Respire profundamente.Quando sentimos medo, retemos a respiração, o cérebro deixa de se oxigenar e fica entorpecido, a circulação sanguínea fica enfraquecida e o cérebro deixa de se irrigar convenientemente. Procure respirar enchendo profundamente os pulmões de ar, verificará então um grande autodomínio e segurança.                                             
 Faça a coisa que teme decididamente e sem hesitar. Não diga: “Tenho que fazer isso”; mas diga antes: “Eu quero experimentar isso e eu vou conseguir”. Como uma criança que dá os primeiros passos, ela hesita, tem medo e por vezes até cai, mas ela insiste até conseguir o equilíbrio.
Repita várias vezes a coisa que tanto teme. Lembre-se do exemplo da criança nos primeiros passos; ela não desiste apesar de muitos esforços. A mesma coisa acontece com os passarinhos quando saem nos ninhos; tanto se esforcem e batem as asas que acabam por voar. 
Ria-se do seu medo.Experimente ridicularizá-lo não leve a sério essa fobia. Não lhe dê a importância que tanto teme, convença-se que esse medo não é verdadeiro e que não há razão para se assustar.  
Use o conhecimento.Usando os factos e a lógica distancia-se do medo. Se tem medo das aranhas e dos insectos, procure saber algo a cerca deles e verificará que a maioria são inofensivos e muito interessantes e procure ter alguns para se familiar com eles. O conhecimento dissipa o medo; a ignorância poderá gerar o pânico.
             
PROF. KIBER SITHERC 

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 00:14
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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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