Método Kiber

Janeiro 21 2010

            Sempre associei à queima de eucaliptos um cheiro agradável, uma lembrança feliz da minha meninice. A minha mãe mais a minha avó, buscavam essa lenha para aquecer o forno, durante essa azáfama, nós crianças procurávamos tirar às escondidas alguma massa do alguidar de barro para fazermos pequeninos pãezinhos. Ao falar dessa associação agradável, alguém me contou da triste associação que ela fazia. Esse cheiro para ela não era só desagradável, como era terrível, porque o associava a um incêndio que destruiu a sua casa.
            Ora, a vida está cheia de associações: bacalhau assado com alho, arroz doce com canela, leite com chocolate; praia e óculos de sol, campo e flores, piquenique e formigas, desporto e fato de treino, etc. Só por curiosidade, cito um pormenor, durante um jantar uns senhores ficaram indignados, por um jovem pedir uma coca-cola para beber com o bacalhau em vez do tradicional vinho tinto.
            Porque é que os caçadores defendem e praticam a caça, e outros a criticam e a abominam? Porque os primeiros a associam essa prática ao desporto, convívio, divertimento, alimento, prazer, etc. Enquanto os segundos associam essa prática à barbaridade, selvajaria, etc.    
            Há dois tipos de associações, as colectivas e as individuais. Um exemplo de associação colectiva: os antigos gregos associam a serpente à medicina, se alguém sonha-se com uma serpente seria um presságio de cura, por sua vez os judeus associavam a serpente ao diabo, que significava, intriga e traição. A associação individual resulta das nossas experiências, desde da infância ao longo da vida.
Porém, tanto fazemos associações negativas como positivas. Por isso, criamos associações falsas em nossos sistemas nervosos quanto ao que criará dor ou prazer, felicidade ou mal-estar em nossas vidas. Os nossos destinos foram moldados de forma significativa através de poderosas associações, por vezes, desconhecemos com precisão quando ocorreram essa programação que nos condicionou.
            No número anterior, vimos que através da dor e do prazer, nós podemos criar associações para nos libertar e mudar a nossa vida. Estas associações são criadas pelo nosso cérebro, por isso são chamadas de neuroassociações. É possível ao examinar a sua vida recordar experiências que formaram essas neuroassociações que o levaram a aquilo que é hoje. 
            Porque muitos adolescentes começam a fumar? Porque associam o consumo do tabaco a desenvolvimento pessoal. Todos os métodos para deixar esse vício se tornam infrutíferos, enquanto não criar no seu cérebro associações contrárias às que criou anteriormente. Se começar a associar ao tabaco: doença, imundície, mau cheiro, droga, vício, fraqueza, etc. os resultados poderão ser positivos.
            Se o trabalho para si é frustrante foi porque criou várias associações que o desmotivaram. O trabalho poderá ser interessante se criarmos associações positivas, tais como: distracção, dinheiro, exercício, saúde, vitalidade, etc.    
            Para obtermos a mudança o resultado poderá ser excelente quando agrupamos muitas associações agradáveis. Vejamos o exemplo para um jovem se motivar no estudo, ao associar todas as associações possíveis ou imagináveis: sucesso, poder, independência, fortuna, etc.
Com o conhecimento e prática das neuroassociações podemos mudar definitivamente, deixar facilmente os vícios e não voltar a ter recaídas. Ao associarmos os nossos desejos, consolidaremos facilmente os nossos objectivos.
 
PROF. KIBER SITHERC
 

 

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Janeiro 21 2010

 

            Há um poder extraordinário e infinito que tem sido subestimado de uma maneira errada pelo Ocidente. Esse poder chama-se: imaginação. No Oriente, a imaginação é tida como uma disciplina, útil na vida e no quotidiano. Distinto no Ocidente, que se tornou sinónimo de devaneio, delírio e de alucinação.
            É através da imaginação que a mente exerce o infinito do seu poder. Pascal escreveu “que a imaginação estabeleceu no homem uma segunda natureza”. O grande imperador Napoleão disse que era a imaginação que governava os homens.
            Émile Coué, o célebre, francês terapêutico da auto-sugestão, escreveu: “Quando os seus desejos e a sua imaginação estão em conflito, a sua imaginação invariavelmente ganha a batalha”. Por exemplo: você caminhará sem dificuldade por uma prancha colocada no chão. Suponhamos que a mesma prancha esteja colocada a uma altura de dez metros, entre duas muralhas. Você, provavelmente, não arriscaria de andar sobre ela! O medo de cair, seria mais forte do que o seu desejo de andar sobre a prancha. A ideia dominante, a de cair, acabaria por vencer. O poder da imaginação acabaria por prevalecer. Para caminharmos na prancha, precisaríamos de acreditar na nossa própria destreza e no êxito. Se não tivermos essa confiança, falharemos por maior que seja a nossa habilidade.
            Através da imaginação a mente exerce o controlo sobre o corpo. A imaginação humana pode mostrar-se destrutiva e prejudicial, porque o corpo responde sempre à imaginação. Há anos que os terapeutas, através da hipnose, exploram o poder da imaginação humana.
Hoje, não resta qualquer dúvida da imaginação influenciar o nosso corpo. Há casos conhecidos de mulheres que ao julgarem que estão grávidas, deixam de ter períodos, os seios aumentam de volume e começam a engordar, mesmo não havendo qualquer feto em gestação. A imaginação também poderá influenciar o processo de digestão. O sistema imunológico do organismo pode ser controlado usando-se também a imaginação.
Quando a imaginação é usada positivamente ela consegue prodígios. Todos nós usamos a imaginação, mas nem todos temos conhecimento dos seus efeitos extraordinários. Hoje a imaginação é usada para obter mais rendimento no desporto, o desportista na sua concentração imagina que atira bolas ao cesto; o ginasta imagina que faz todos os exercícios com perícia; o nadador imagina-se que faz os exercícios de natação na piscina. Quando eles depois executam esses exercícios no mundo real, conseguem com mais confiança e facilidade. O mesmo exemplo poderá ser usado para várias situações em geral. Se quiser aprender a fazer esqui, observe atentamente os bons profissionais, então, imagine-se que executa todos esses movimentos. Depois execute esse desporto no mundo real.
Se gostaria de ser uma pessoa desinibida e mais confiante, observe alguém que conheça que possui essa característica, modele as atitudes que gostaria de adoptar, as palavras, os gestos, as expressões. Então, imagine diante do espelho que está usando todas essas características desinibidoras, depois pratique no mundo real.
Você poderá usar um, ou vários modelos de pessoas que admira, buscando características interessantes dessas pessoas. Na Psicologia, esse processo chama-se: modelagem. Todos nós temos a capacidade de imitar, isto é, de modelar alguém nos seus traços positivos. Se a imaginação é uma expressão que não lhe agrada, poderá substitui-la pela visualização. 
 
PROF. KIBER SITHERC
 
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Janeiro 20 2010

 

                Em 1951, um neurocirurgião da Universidade de McGill, de Montreal, Canadá, o Dr. Wilder Penfield, realizou notáveis descobertas relacionadas com os fenómenos perceptivos, mediante uma série de experiências, nas quais estimulava o córtex temporal do cérebro com uma sonda galvânica.
            Entre o estudo importante que realizou, Penfield conseguiu demonstrar que, no cérebro, gravam-se e evocam-se em conjunto acontecimentos e sentimentos. Quer dizer, qualquer facto observável é registado juntamente com um sentimento e, quando se evocam, aparecem sempre juntos.
 
            Nessa época, um psiquiatra da mesma universidade, que estava no processo psicanalítico havia vários anos, Dr. Eric Berne, canadiano, foi muito influenciado pelas investigações de Penfield.
            Procurando um sistema mais rápido de análise, Berne pôs a hipótese de a conduta de uma pessoa ser muito influenciada pelas experiências gravadas juntamente com sentimentos na infância.
            A relação entre duas pessoas depende dos factos passados por cada uma e da maneira de exterioriza-los. Existe entre elas uma série de transacções que depende da personalidade de cada uma.
            Observando os seus pacientes, notava que, algumas vezes, actuavam de uma forma muito adulta, mas que mudavam bruscamente adoptando, umas vezes, posições físicas, acções ou raciocínios infantis e, noutras ocasiões, tomavam posições, gestos ou frases de autoridade.
            Berne perguntou a si mesmo: Porque existem estas mudanças?
            Nessa altura, reunia-se frequentemente com psicólogos, clérigos, sociólogos, médicos e especialistas que enriqueceram a sua teoria embrionária.
 
            Por volta de 1954, formulou a Análise Estrutural, mediante a qual tentou analisar a personalidade, partindo de três estados básicos: Pai, Adulto e Criança. Segundo a sua teoria, o Pai é o conteúdo das normas, padrões e proibições impostos na infância, por progenitores, familiares e professores. O adulto é como um “computador” que recebe e processa informação. A Criança representa os sentimentos, os impulsos e a emoção.
            Pouco depois, Berne apresentou a sua teoria da personalidade, na qual identificou três estados de conduta (Pai, Adulto e Criança) como pertencentes ao Ego. Então adoptou o nome de Análise estrutural, para a sua teoria.
            Berne descobriria mais tarde que, no Pai, havia características diferentes, Crítica e Protecção; que o Adulto não era um simples “computador”, mas que completava como um “ethos” e um “pathos”; e que a Criança, por seu lado, tinha a Adaptação, ao mesmo tempo que os impulsos naturais, livres e ambivalentes, e também um “Pequeno Professor” que questionava determinadas atitudes e condutas, manejando-as para obter amor, carinho e afecto. Assim nasceu a Análise Estrutural, de Segunda Ordem, representando mais complexo da personalidade e que permitiu explicações mais profundas sobre o comportamento humano.
 
            1955, observou que a comunicação entre as pessoas é diferente, de acordo com o estado do Ego nesse momento. Define a “transacção como unidade básica da comunicação humana, palavra que dará um novo nome à sua teoria: “Análise Transaccional”.
            Em 1956, o Dr. Eric Berne ao aprofundar os seus estudos, descobriu que as pessoas fazem verdadeiros jogos de comunicação que, de algum modo, marcam a sua vida, sendo estes jogos semelhantes aos das crianças, nos quais a personagem adopta sempre um papel identificável e constante.
            Em 1965, Berne continuou as suas investigações. Perguntava aos presos: “Em que idade vais morrer?”, “Como vais morrer?”. Aos empregados que não conservavam os seus lugares: “Como vais fazer para perder o emprego?”. Aos pacientes e amigos em geral: “De que morrerás e quando?”
            Observou que as pessoas fazem inconscientemente uma autêntica planificação que as levará ao desenlace dramático das suas vidas. No entanto, esta planificação obedece a determinadas influências sociais, culturais e familiares. Essa planificação é o guião da vida.
            Diz Berne: “O guião afecta toda a vida humana, desde o nascimento, ou ainda antes, até à morte”. Veja neste tag: “O guião da vida”.
 
            Nessa época, a força da Análise fundamenta-se nos guiões e Berne define-se como “analista de guiões”. Nesta etapa, o próprio Berne comenta: “Entre as objecções espirituais, filosóficas, racionais, doutrinais, empíricas, desenvolvimentistas e clínicas, a relação da “teoria dos guiões” com a psicanálise tem muitos pontos em comum”. “Como doutrina, a análise de guiões não é independente da psicanálise nem lhe é alheia”. “Os analistas de guiões subscrevem as doutrinas de Freud na sua totalidade e somente desejam acrescentar alguma coisa à luz de experiências ulteriores”.
            O Dr. Berne morreu em 1970 e os seus seguidores continuaram a aprofundar toda essa teoria extraordinária. Em São Francisco, nos Estados Unidos, Karpman foi o criador da técnica do “Triângulo dramático” (Perseguidor, Salvador e Vítima). Veja neste tag: “Não queira ser vítima”.
 
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Janeiro 20 2010

  

            Todos nós usamos metáforas, por vezes inconscientemente devido à força do hábito. As metáforas são símbolos, por isso, são mais intensas do que as palavras. Ora vejamos: “Estou na fossa”, em vez “Estou com problemas”; “Não vejo saída”, em vez “Não vejo solução”.
            Também as expressões positivas são mais intensificadas: “A vida é bela”, comparando com a expressão: “A vida é um mar de rosas”, ou “A vida é agradável” com “A vida é uma taça de cerejas”.
Cristo, foi o grande mestre das metáforas, por isso, os seus ensinamentos atraíam as multidões. Expressões como “semeador” comparando com missionário, ou “pescador de homens”, foram tão intensificadas, que mesmo ao fim de dois mil anos não perderam a sua actualidade. É essa a grande força da metáfora, que mesmo usando expressões desusadas, como “não por a carroça à frente dos bois” fazem parte sempre da nossa contemporaneidade.
            Um dos meios mais poderosos das metáforas é das comparações, pois elas permitem fazer um número ilimitado de associações mentais. Quando não enxergamos algo, usando uma parábola, ou uma ilustração em forma de metáfora, dessa maneira é mais fácil a compreensão.
            As mensagens metafóricas que usamos e que foram impregnadas no cérebro determinam os nossos pensamentos, os nossos actos e também o nosso destino. Lembre-se que quando as usa elas exercem um grande poder sobre a sua vida. Na verdade, a maioria das pessoas nunca seleccionou conscientemente as metáforas que poderão ser positivas e fortalecedoras.
            As metáforas que usa habitualmente foram recolhidas em seu redor, através de familiares, professores, amigos, colegas de trabalho e possivelmente foi incutido através dos livros que influenciou culturalmente.
            As metáforas positivas fortalecem-nos, pela sua ampliação e enriquecimento da experiência da vida. As metáforas negativas, não deixam de ser expressivas, mas enfraquecem-nos e intensificam a dor.
            A nossa mudança também passa pelas metáforas que usamos habitualmente. Todas elas fazem parte das regras, ideias e convicções que adoptámos, por isso, ao quebrá-las, mudando de metáforas, interrompemos esse velho paradigma.
            Se pensa e acredita que a sua vida é uma batalha sem fim, que o mundo está cheio de feras que o querem devorar, que não poderá dar tréguas aos seus inimigos. Pense numa metáfora mais fortalecedora que o possa sentir-se feliz. Verá que o fará progredir mais na vida e evitará muitos dissabores.
            Conheci um vendedor, que ao competir com outros concorrentes dizia que se encontrava numa guerra, não demorou muito a sentir-se deprimido. Mudou de táctica, alterou a sua metáfora para um jogo diplomático com os seus adversários, então a sorte sorriu-lhe, vendeu mais, e eles começaram a respeitá-lo e admirá-lo.
            Se você não progride, é porque usa metáforas agressivas que o bloqueiam nas suas metas. É muito vulgar certas pessoas se queixarem: “Eu sou um “trouxa”, “Eu estou na mó debaixo” e “Sou uma escrava”. Use metáforas positivas para descrever os seus sentimentos que os intensifique ao máximo.
            A maneira como se sente intensifica tudo. Você é um “trouxa” ou é uma “estrela”? É o “Sol” ou é uma “vela apagada”? Está na “sombra” ou está na “ribalta”? Pense e medite: qual será uma metáfora melhor?
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 
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Janeiro 20 2010

 

            Fortino Mario Alfonso Moreno Reys (mais conhecido pelo Cantinflas), nasceu na Cidade do México, em 12 de Agosto de1911.
            Oriundo de uma família muito pobre, filho de um humilde carteiro e o sexto de doze filhos. Teve uma adolescência marcada pela pobreza o que o levou a começar a trabalhar muito cedo, primeiro como engraxador, depois aprendiz de toureiro e motorista de táxi. No início da sua juventude, sonhava em ser médico, mas devido à penúria pela qual passava a família, desistiu dos estudos, também, tentou tornar-se pugilista profissional, mas começou a tornar-se artista ambulante, fazendo sucesso ao dançar e cantar melodias de um jeito gaiato, que alternava com discursos galhofeiros.
 
            Em 1930, ele se tornou parte do circuito na Cidade do México, onde conheceu a sua esposa, Valentina Ivanova Zubareff de obrigam russa, que se casou em 27 de Outubro de 1936. Eles permaneceram juntos até sua morte em 1966.
 
            Mário Moreno, tornou-se popular por interpretar o seu personagem Cantinflas, rapidamente foi reconhecido por seu talento, sensibilidade, charme e optimismo. O seu personagem vestido como um homem pobre com calças muito originais, t-shirt desgastada, um pano sujo no seu ombro e bigode scrcggy, todo ele foi um caso único e de imitação. Através de sua interpretação, ele sempre tentou educar o público sobre um estilo de vida saudável e criticou os poderosos em defesa da classe trabalhadora. Este personagem sempre representou a identidade nacional do México. Por isso, o público tanto o admirava.
 
            Entre as coisas que cativou o seu público, foi a maneira como ele usava a linguagem cómica, complicando as conversações a ponto de se tornarem inteligíveis durante os seus filmes. Ele genialmente, na conversação invertia as frases, trocava palavras e abusava do imprevisto: seus personagens, por exemplo o El Barrendero, gostava de iniciar uma conversa normal com alguém no filme, e depois complicava para o ponto onde não o entendiam o que ele estava falando, uma prática que muitos de seus fãs achavam ser muito engraçado. Sua rotina, consistia na comédia de se aliciar em longa conversa fora, sem sentido. Cantinflas, conquistou o público hispânico.
            Ele foi responsável por mais uma palavra que entrou no dicionário de língua espanhola, a forma de expressão cunhada do verbo cantinflear, que foi reconhecido pela Real Academia Espanhola em 1992, definido como falar muito de uma maneira absurda e incoerente, sem dizer nada.
 
            Entrou para o cinema em La Mujer del Puerto (1933), e aos poucos ganhou outras oportunidades até estrelar Así es Mi Tierra (1937). A sua fama e popularidade foi extraordinária.
            Criou a sua própria produtora, a Rosa Filmes (1940), dos mais de 50 filmes que fez, a maior parte foi produzido pela sua companhia. E a primeira longa-metragem da produtora foi Ni Sangre ni Arena (1941), seguido de outros, dirigidos na maior parte por Miguel Delgado, como El Gendarme Desconocido (1941), Os Três Mosqueteiros (1942), O Circo (1943), O Mago (1949), O Bombeiro Atómico (1950).
 
            Em Hollywood ele fez dois filmes: A Volta ao Mundo em 80 Dias (inspirado no romance de Júlio Verne), foi um sucesso de bilheteira e vencedor do Óscar de melhor Filme em 1956 e Pepe, que foi um fracasso de público e crítica. A sua carreira durou até a década de 80. A crítica, porém, destaca que os melhores filmes do comediante foram feitos nos anos 40 e na década de 50.
 
            A origem do seu apelido é perdida entre lendas, há uma versão afirmando que ele próprio inventou, a fim de impedir os pais de saber que ele estava a trabalhar no entretenimento, uma profissão que considerava pouco respeitável.
            Há outra versão, explicado pelo crítico e escritor Carlos Monsiváis, afirmando que, durante uma apresentação, o medo do palco assumiu e fez Mario Moreno esquecer o seu monólogo inicial. Ele reagiu dizendo alguma coisa que lhe veio à mente numa incoerência “brilhante”. Alguém do público irritado com suas frases sem sentido, gritou: “en la cantina inflas”. Que significa “beber no bar”, baptizando assim o seu carácter. Então, Mario Moreno, por alguma razão divertida, encurtou o insulto ao nome profissional de Cantinflas.
           
            Mario Moreno, que para nós ficou sempre o Cantinflas, era uma alma generosa. Sempre lutou contra os opressores e defendeu os oprimidos, foi presidente do sindicato dos actores mexicanos.
            Apesar do facto de Cantinflas morrer milionário, mas ele nunca esqueceu de onde veio. Grande parte do seu dinheiro, foi entregue ao trabalho de caridade, incluindo os pobres de habitações inferiores, e que não tinham recursos para uma habitação de baixa renda, para os pobres da cidade do México.
 
            Quando ele morreu, ele foi saudado como herói nacional, e houve um período de luto oficial seguido. O senado dos Estados Unidos, efectuou um minuto de silêncio para homenagear a sua memória.
            E assim saiu do palco da vida, uma das maiores estrelas de sempre nos filmes de língua espanhola, e um dos maiores cómicos do mundo.
            Morreu em 20 de Abril de 1993, vítima de cancro do pulmão.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 
 

 

 

 

 

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Janeiro 19 2010

 

            O optimista vê as rosas nos espinhos; o pessimista vê os espinhos nas rosas; o realista vê as rosas e os espinhos.
            Cada qual interpreta a vida de acordo com a sua óptica. Nem tudo é bom ou mal, mas o nosso pensamento é que o faz. Realmente existem coisas más, mas também existem coisas muito boas, para as pessoas que sofrem de azedume é mais fácil censurar do que dizer bem.
            Numa viagem de comboio, quem se divertirá mais o pessimista ou o optimista? O pessimista, poderá estar com razão quanto às suas críticas: dos horários, do atendimento dos funcionários, dos preços da viagem, da poluição que avista e de tudo aquilo que o desagrada. O optimista, simplesmente, procurou divertir-se e tirar partido da situação: viajou para se distrair. Por isso, escolheu o lado positivo da vida. Ora essa viagem, poderá ser interpretada como sendo o percurso da nossa existência. Porque não usarmos o optimismo na nossa viagem da vida?  
            Já reparou no conforto em que vive? Tudo graças a muitos cientistas geniais que pensaram e trabalharam para a Humanidade, para que nós usufruíssemos de todos esses prazeres. Até o próprio rei Luís XIV, o rei Sol, nunca gozou de tanto conforto como nós. Como seria a vida sem essas comodidades que nós conquistámos! No entanto, os nossos antepassados se prescindiram deles. Em toda a parte se vêm pessoas que sofrem de azedume. Onde você estiver ali estão eles, bem atentos para a luta e sempre prontos com a mão no gatilho, a disparar as suas frustrações nos outros. Estão sempre descontentes, tudo está mal para eles. Fazem lembrar os anarquistas no século XIX na Rússia, como tudo lhes era negativo, foram rotulados de niilistas, que significa no latim “nada”. Criticam quando estão nas filas dum banco, lamentam-se pelo tempo perdido, depois saem e perdem por vezes o dobro do tempo com um amigo em conversas fúteis. Na rua, estão bem atentos para que possam avistar algo para as suas críticas: quando um incauto passa ao sinal vermelho ou quando alguém os desagrada. 
Conseguem proliferar o seu azedume como uma influência epidémica se tratasse. Por vezes, julgam-se perfeitos, e alguns até de boa fé, tencionam mudar o mundo. Esquecendo-se porém que todos esses lideres do passado, foram impotentes para isso e que apenas deixaram um mar de ideias e de ilusões.
Como ervas daninhas eles conseguem-se alojar em tudo o que é sítio. E sempre encontram alguém, que devido às suas frustrações os apoiam. Em todo o lado os encontramos, quando ouvir as críticas, simplesmente diga sorrindo: “Não bata mais no ceguinho”. Essa expressão os desarma, por vezes eles sorriam e dessa maneira poderá mudar de conversa. Quem tem telhado de vidro não deve atirar pedras ao do vizinho. Lembrai-vos das palavras do Mestre: “E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?” 
Essas pessoas como disse Norman Peale sofrem de psico-esclerose que é o endurecimento dos pensamentos. E para essa cura só existe um remédio: a mudança de pensamento.
Imagine-se na pele alheia: procure ver a situação com os olhos do outro; tentar ouvir com os ouvidos do outro, sentir com o tacto do outro. Quanto mais compreendermos os outros, mais eles gostarão de nós. Afaste-se de gente rabugenta e mal-humorada. A sua influência poderá ser contagiante, não entre nesse jogo crítico e procure mudar de assunto. Se sofre de azedume, experimente refrear a crítica e pratique a lisonjeia. Verá que a vida se tornará mais colorida, interessante e feliz.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
  

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publicado por professorkibersitherc às 04:11

Janeiro 19 2010

 

            Já reparou num praticante de ioga, como ele se movimenta? Com elasticidade dobra o corpo, com as suas mãos e pés maleáveis, consegue-se contornar como se ele fosse um boneco de borracha. Você quando era bebé também fazia algo semelhante, dobrava-se com facilidade e conseguia aproximar o pé com um dedinho à boca.
            A isso se chama: flexibilidade, com o tempo a maioria das pessoas, perdem essa mobilidade, tornam-se mais rígidas nos seus movimentos e também duras nos seus hábitos.
            Ser flexível é estar disposto a dobrar-se perante uma situação que escapa ao controle imediato. Perante um forte vendaval, a flexibilidade do salgueiro o fará curvar-se com o vento, será poupado pelo temporal; o mesmo não acontecerá com uma árvore rígida como o sobreiro que poderá ser arrancado.  
            A teimosia, é uma forma rígida de uma personalidade, que não pretende ver o ponto de vista dos outros, é de uma mentalidade estreita, fanática, política ou religiosa, são essas formas de intolerância que levam à mesquinhez e que limitam os nossos próprios horizontes. 
            As pessoas que são intransigentes, que têm estilos de vida rígidos, fazem lembrar os regimes políticos totalitários. Substituem a liberdade e a criatividade em favor da segurança e do dogmatismo. Acham que só podem ter um ponto de vista, de uma atitude, de uma filosofia de vida ou de um só pensamento válido.
            Lembre-se que você não é uma entidade estática, como certas árvores que nascem na estreiteza do solo, atrofiadas pelas rochas em que ficam enraizadas e dali não podem fugir. Nós somos dinâmicos como as aves, capazes de mudar de ramo em ramo, de redescobrir e de transformar-se.
            Você ao exigir objectivos rígidos, está a agir de uma maneira que enfraquece as suas hipóteses de conseguir o que quer na vida. Ficará ansioso e frustrado das coisas que não acontecerem como desejaria, porque não foi flexível aos desejos esperados.
            Quando as pessoas são flexíveis desfrutam de diversas alternativas para lidar com uma mesma situação. Experimente novas formas de actuar, poderá descobrir aquilo que terá a possibilidade de atingir. Se vir que a sua maneira de actuar não funciona, então experimente outro método. Se aquilo que está a fazer não o leva a sítio nenhum, tente fazer outra coisa diferente, faça algo que você nunca fez antes. Amplie os seus objectivos, estude novos métodos, aprenda algo diferente, informe-se sobre novos assuntos, não fique estagnado como as águas de um pântano.
 Deverá procurar a situação que deseja e se não consegue encontrá-la, deverá criá-la, verá que na sua mente criativa não lhe faltarão recursos.
A flexibilidade é mesmo isso: adaptar-se conforme as situações, não esquecendo o seu objectivo final.
Não se acomode agindo sempre pelo mesmo sistema. Se fizer sempre as coisas da mesma maneira, é natural que obtenha sempre os mesmos resultados. Para quebrar esse círculo vicioso, terá que fazer as coisas diferentes e dessa maneira irá obter resultados totalmente opostos daqueles que obtinha.
Se evitar que os seus desejos se transformem em deveres e exigências inflexíveis e rígidas, poderá encontrar a tranquilidade e permanecerá mentalmente saudável. Mas se persistir em transformar os seus desejos em deveres rígidos e absolutos, então estará sempre à mercê de sofrer perturbações emocionais, e restringe as capacidades, porque haverá pouca possibilidade de escolha para atingir os seus objectivos.  
 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 02:39

Janeiro 19 2010

 

            “Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma jureis: nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo dos seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei; nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; porque, o que se passa disto é de procedência maligna” (Mateus 5:34-37).
            Essas palavras proferidas pelo Mestre no Sermão da Montanha, têm uma sabedoria extraordinária, pois não foi em vão que o sábio Mahatma Gandhi disse que todos os livros se perdessem e esse sermão fosse recuperado nem tudo ficaria perdido.
            Costuma-se dizer: “Quem mais jura; mais mente”. Se habituar-nos a falar verdade não necessitaremos de jurar, porque isso de maneira nenhuma invalida o nosso argumento.
            Quando compramos alguma coisa de “marca”, pretendemos obter algo autêntico, o produto de “marca” nos dá a garantia do verdadeiro; que não estamos a comprar: Gato por lebre. A autenticidade, é tão importante, que por vezes a imitação perfeita, ou semelhante perde todo o seu significado, em favor do autêntico: quer do vestuário, ou de uma obra de arte ou de um simples utensílio doméstico ou alimento.
            Incongruência é a contradição de si mesmo, dizendo uma coisa e fazendo outra. Essas pessoas costumam usar a seguinte expressão: “Faz o que eu te digo; mas não faças o que eu faço”. Ora tudo isso revela fraqueza de carácter, porque há a dificuldade de assumir as ideias defendidas e consideradas válidas.
            Os antigos Gregos, usavam como princípio: “Conhece-te a ti próprio”. A maior dificuldade do ser humano está aí, em reconhecer-se como tal, para poder-se modificar e melhorar o seu carácter e personalidade.
            Não tenha medo de dizer: “Não”. Não tente agradar, engolindo sapos e dissabores, mantenha a sua personalidade, não faça aquilo que não é do seu agrado. Diga não, quando não quer; quando não lhe apetece; quando não gosta; quando quer estar simplesmente só.        
            Há quem tenha dificuldade em dizer “não”, dizem “sim” quando de facto pretendem dizer “não”, dessa maneira invalidam a sua auto-estima, ficam deprimidas e ressentidas por não agirem de acordo com a sua vontade.
            Diga um “não” convincente, “não vou”, “não quero”, não é necessário dar uma explicação da sua atitude, não deixe margem para discussão, não use expressões como: “não vou por que não posso demorar-me”. se disser o que sente e explicar o motivo, haverá espaço para ser persuadido e manipulado, e poderá ser convencido a dizer o “sim” contra a sua vontade.
            Seja honesto consigo próprio, não tenha medo de dizer o que pensa, seja sincero e aja de acordo com as suas convicções e realidades, não seja incongruente. A sinceridade deverá estar acima de tudo. Se estivermos condicionados a uma mentira, a nossa auto-estima estará em baixo. Seja autêntico na sua sinceridade e honestidade, e verá a sua auto-estima elevar-se.
            Seja sempre verdadeiro com os seus elogios, críticas e opiniões. Não dê as conhecidas “punhaladas nas costas” dos amigos, não tenha medo de enfrentar o “lobo”, não fuja, porque para onde for o “lobo” uivará dentro de si.   
            A assertividade está na sua afirmação, de saber o que deseja e agir de acordo com essa situação congruente. Aprenda com os seus erros, e com toda a honestidade, tenha a coragem em reconhecer o seu erro. 
 
PROF. KIBER SITHERC
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 01:24

Janeiro 18 2010

 

            Duas figuras históricas que mais me impressionaram foram: Alexandre Magno e o seu conterrâneo Diógenes. Alexandre conquistou o seu mundo conhecido, o velho Diógenes nunca saiu do seu túnel, quando se encontraram pela primeira vez, Alexandre perguntou se ele desejava manifestar algum pedido e ficou perplexo pela resposta categórica: “Sim quero, afasta-te do sol que me encobres”. Ambos morreram no mesmo ano, Alexandre na sua juventude com 33 anos e Diógenes na sua velhice com 70 anos. Alexandre conheceu um mundo de glória, teve tudo o que poderia sonhar e foi aclamado como um deus; Diógenes, o filósofo cínico desprezou as riquezas e tornou-se austero, conta-se que deitou fora o seu único utensílio que possuía ao ver uma criança beber água do côvado da mão.
            Na verdade não sei qual deles, foi o mais feliz, mas sabe-se que Alexandre teve um final infeliz a sua morte foi trágica e agonizante, como se expiasse por todos os erros que cometesse. Alexandre foi um jovem precoce e o seu grande erro foi de ser demasiado apressado.
            Todos nós, conhecemos de alguém ou de figuras famosas, que foram longe demais; que tragicamente morreram cedo e que tinham tanto para dar e fazer e que acabaram tão jovens!
 
            Lembro-me da minha meninice de dar longas caminhadas com um familiar, partíamos bem cedo pela manhã, não havia pressa, tínhamos todo o tempo do mundo. Calmamente, percorríamos perto de 10 quilómetros, era uma alegria quando fazíamos esse percurso, contávamos os marcos da estrada, íamos somando os quilómetros, como se fossemos comendo a distância. Era um homem sem pressa de viver, conhecia por experiência, quase todas as distâncias e o tempo das localidades do Ribatejo. Morreu velho, sem pressa de viver.
            A pressa é inimiga da perfeição, como diz o velho ditado: “Depressa e bem ninguém o faz”. Ao saborear a comida devagar e calmamente, poderemos obter maior prazer, se a viagem for devagar, poderemos apreciar melhor a paisagem, desfrutaremos melhor a vida se não tivermos pressa nem precipitação.
            Todos nós já ouvimos o sábio provérbio: “Devagar se vai ao longe”; ou “Devagar que eu tenho pressa”. Parece um paradoxo mas revela muita sabedoria, é uma maneira inteligente de evitar toda a precipitação e de sermos mais prudentes. Quantas mortes e calamidades, não se teriam evitado se ouvisse-mos o sábio conselho: “Mais vale perder um minuto do que a vida num minuto”.
            A máxima preferida do imperador Augusto era a seguinte: “Apressa-se devagar”. Significando: agir de uma maneira prudente sem precipitação. Lembrando a doutrina paradoxal do chinês Lao Tseu: “Agir pelo não agir”. 
 
            As palavras que se encontravam nas antigas passadeiras de comboio: “Pare, escute e olhe”. Avisava-nos para um possível perigo eminente: continuam a ter, hoje, a mesma mensagem actualizada.
Pare: como se disse-se a si próprio: “Aguenta os cavalos”; uma forma de controlar toda a impetuosidade, fazer uma pausa para reflectir.
Escute: oiça a sua voz interior.
Olhe: use os seus sentidos, principalmente a sua visão.
            Não ter pressa não significa entrar na passividade e na estagnação, mas agir de um amaneira segura e prudente.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 16:45

Janeiro 15 2010

 

            A presença de cor nas roupas influencia o estado emocional da pessoa, promovendo um melhor desempenho na execução das actividades diárias. As cores possuem uma linguagem própria.  
        Tonalidades fortes realçam suas propriedades; as claras são joviais e envolventes; e as mais escuras sugerem isolamento e indiferença.  
        Optar por cores que sejam opostas a determinado estado emocional negativo é um importante recurso na cromoterapia de auto-ajuda. Na tristeza, procure usarcores alegres (tons de amarelo e laranja); no mau humor, vista roupas que sugiram calma e introspecção (azul ou índigo); na indisposição, roupas de cores estimulantes (vermelho ou laranja).  
        Conhecer as sensações que cada cor de roupa proporciona a quem a estiverusando, bem como àqueles que estão à sua volta, favorece na escolha da roupa ideal para o seu dia, promovendo o bem-estar interior e uma boa interactividade com o ambiente.  
        Vale lembrar que as cores da roupa não se sobrepõem às qualidades da pessoa. Usar uma cor que não seja favorável à comunicação, por exemplo, não significa que alguém perderá a sua capacidade de expressão. As cores contribuem para o estado interior, mas não anulam a individualidade.
        Vejamos as propriedades das cores nas roupas.
 
 
VERMELHO
 
        As roupas vermelhas são indicadas para indispostas, desmotivadas e para quem precisa enfrentar exaustivas actividades.
        Vestir roupas vermelhas em determinadas ocasiões sociais põe a pessoa em evidência, tornando-a atraente e sedutora. As pessoas ansiosas ou que se irritam com facilidade devem evitar essa cor.
 
 
        LARANJA
 
        As roupas laranjas sugerem encorajamento e bravura, sendo ideal para os momentos em que é preciso enfrentar grandes desafios, para quando a pessoa estivar se sentindo amedrontada ou deprimida. Elas auxiliam na expressão verbal e corporal, despertando o optimismo e a auto-estima. Nos momentos de tensão, que podem ocasionar discussões, não é recomendado vestir o laranja.
 
 
        AMARELO
 
        As roupas amarelas são leves e joviais. Favorecem a comunicação e transmitem alegria. São ideais para os momentos de descontracção e festividade.
        Pessoas inseguras e que precisam transmitir confiabilidade não devem vestir o amarelo.
 
 
 
 
VERDE
 
        As roupas verdes sugerem equilíbrio, ponderação e bom senso, permitindo uma ampla análise da situação. Proporciona serenidade no pensar, evitando o pré-julgamento e as decisões precipitadas.
        São excelentes para a prática de actividades que exijam precisão. Seu uso é recomendado para quem se encontra agitado, nervoso e stressado. As pessoas indecisas devem evitar vestir o verde.
 
 
        AZUL
 
        As roupas azuis trazem calma, tranquilidade e serenidade são os principais atributos da cor azul. Roupas com essa cor são indicadas para aliviar as tensões diárias e os desgastes emocionais. Usar azul sugere uma atmosfera que facilita a aproximação entre as pessoas.
 
 
        ÍNDIGO
       
        As roupas de tonalidade azul-escura são desaconselhadas para quem apresenta tendências depressivas.
 
 
        VIOLETA
 
        As roupas violetas aumentam o poder de concentração, despertam o interesse e suavizam as preocupações, proporcionando paz e elevação. Favorecem no posicionamento perante as pessoas, sendo indicadas para exercer uma função de comando, tomar importantes decisões e manter o controlo de uma situação.
        Desaconselhadas para as ocasiões alegres, descontraídas e festivas.
 
 
        CASTANHO
 
        As roupas de cor castanhas transmitem firmeza, segurança e maturidade. São excelentes para os negócios. Auxiliam a pessoa a ser mais directa e objectiva, transmitindo seus pontos de vista com mais consistência. Não são recomendadas para os contactos afectivos, como o namoro, nem para momentos de descontracção com os amigos.
 
 
        BRANCO
 
        Vestir-se de branco sugere transparência e serenidade nos contactos interpessoais. Os trajes são leves, conspirando pela paz e harmonia entre as pessoas.
        São indicados para quem se encontra em ambientes tumultuados. Não há inconveniente em se vestir de branco.
 
 
 
        PRETO
 
        As roupas pretas suavizam os traços excessivos do corpo, sendo ideal para as pessoas obesas. Sérias e imponentes, promovem uma certa distância entre as pessoas. Por um lado, isso facilita imposição de respeito; por outro, compromete a integração entre aqueles que compartilham de um mesmo ambiente, induzindo ao isolamento.
        Não são recomendadas para a comunicação. Pessoas tristes, deprimidas e com baixa estima, devem evitar se vestir de preto.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 03:21

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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