Método Kiber

Dezembro 23 2009

 

            Charles Chaplin, 1889-1977. Nasceu em Londres e foi um dos maiores realizadores e actor do cinema britânico. Foi filho de um modesto casal de actores teatrais que trabalhavam no music hall. Os seus pais separaram-se logo após o seu nascimento, ficou na tutela de sua mãe, que sofria de perturbações emocionais. Charles subiu ao palco pela primeira vez aos 5 anos, em 1894, quando representou no music hall diante de sua mãe, que lhe ensinou a cantar e a representar.
            Em 1896, ela ficou desempregada e não conseguia encontrar outro emprego. Por isso, Charles e seu meio-irmão mais velho, Sydney, foram para a Escola Hanwell, para crianças órfãs e destituídas. O seu pai faleceu devido ao alcoolismo, quando Charles tinha doze anos. O estado emocional da sua mãe se agravou, foi admitida devido aos sérios problemas mentais, no asilo Cane Hill, onde faleceu em 1928.
 
            Em 1912 emigrou para os Estados Unidos. Um ano depois, em 1913 inicia-se no mundo do cinema com a produtora Keystone Film Company, de Mack Sennett. Ao princípio Charles teve dificuldade para se ajustar ao estilo de acção da Keystone, mas depressa se adaptou e fez vários filmes.
            Em 1919 associa-se com W. Griffith, Douglas Fairbanks e Mary Pickford para fundar a United Artists, que foi a produtora dos seus filmes a partir da referida data. Entre os filmes mais famosos contam-se a Quimera de Ouro e O Circo. Com a chegada do cinema sonoro realiza Luzes da Cidade, Tempos Modernos e O Grande Ditador, que foi o seu primeiro filme sonoro, onde fez uma afronta a Adolf Hitler e ao Nazismo. Foi filmado e lançado nos Estados Unidos um ano antes da entrada do país na Guerra. Charlie no filme fazia um papel duplo. Adenoid Hynkel, clara alusão ao nome de Hitler, e de um barbeiro judeu. Hitler gostava muito de cinema. E sabe-se que ele tenha visto o filme duas vezes (segundo registos do seu cinema particular).
 
            Charles, politicamente tinha ideias esquerdistas. Vários dos seus filmes seguiram essa tendência, principalmente o filme Tempos Modernos, de 1936, que faz uma crítica à situação operária e dos pobres em geral. Por causa das suas ideias políticas, foi incluído na Lista Negra de Hollywood. Foi acusado pelo governo de “actividades anti-americanas”. Em 1952, Charles Chapllin, mais a sua mulher Oona O’Neill, decidiram escolher a Europa para viver, elegendo a Suíça para morar.
 
            Fez depois os dois últimos filmes, nos quais, infelizmente, já não brilhou o génio da época do cinema mudo: Um rei em Nova Iorque e a Condessa de Hong Kong.
            Charles Chaplin, conhecido pelo seu pseudónimo de Charlot. É uma figura importante e universal do cinema. A sua obra é a síntese madura do melodrama romântico e da sátira social mais pungente, independente e inconformista, cómica e sentimental em simultâneo, animada por sentimentos humanitários e não de certa amargura.
            Charles Chaplin, morreu aos 88 anos no dia de Natal (25 de Dezembro) de 1977 em Vevey na Suiça, em consequência de um derrame cerebral.
            Nada melhor que escolher esta altura de Natal, para ver os seus filmes fantásticos e humorados, e assim homenagear o ícone do cinema cómico mudo.  
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 
 
 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:22
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Dezembro 23 2009

 
            Já reparou na ordem admirável do nosso universo?! As estrelas e os planetas movimentam-se numa complexa harmonia, tão perfeita que os cientistas podem prever com antecipação todas as suas posições, fenómenos que irão decorrer no futuro como observações no longínquo passado. Todo esse movimento repetido e perfeito, foi fixado pela chamada lei do hábito.  
            Se nós agirmos do mesmo modo, pela repetição torna-se um hábito e então agiremos de uma forma quase automática e inconsciente. Segundo vários psicólogos se um hábito não for questionado ou modificado é estabelecido ao fim de 21 dias.
            Não só o ser humano é um animal de hábitos. Todos os animais, são conduzidos pelo hábito, desde o elefante à minúscula formiga e até aos seres invisíveis aos nossos sentidos. Todos ao repetirem determinados movimentos se acomodaram à lei do hábito.  
            Teve razão quando o latino Cícero disse: “Com o hábito quase se forma uma outra natureza”.    
            Apesar de se considerar o ser humano um animal racional, a vida da maioria das pessoas não é regido pela razão, mas sim pelo hábito. Infelizmente nem todos os hábitos são saudáveis, muitos deles são destrutivos e são a origem de muitas infelicidades.
            O psicólogo alemão Erik Erikson, fomentou que ao longo da vida passamos por oito estágios distintos do ciclo da vida, teorizou que a personalidade humana muda a vida inteira, por isso, todo esse período de vida se passa por vários hábitos, desde o fazer xixi na cama a fumar às escondidas na infância, passando por roer as unhas na adolescência, bebendo desesperadamente na juventude, buscando todos os prazeres e vícios na idade adulta, caindo desesperadamente na solidão da velhice, ou conseguindo maturidade nessa idade.           
            Mesmo que, em tempos, os seus hábitos lhe tenham sido úteis, as necessidades podem mudar e os velhos hábitos deixar de exercer o seu objectivo. Por isso, não se deixe dominar pelo hábito nem pela preocupação de moldar-se às normas convencionais.
            Quando um hábito é nocivo, tornar-se-á a pior das tiranias, é uma forma de condicionamento emocional. Quanto mais antigo for um hábito, quanto mais profundamente ele estiver inculcado, maior será a energia usada para mudar. O remédio para aniquilar um hábito está em arranjar um hábito oposto.    
            O nosso subconsciente reage à repetição. Ensine ao seu subconsciente um novo hábito, que seja mais saudável e positivo. E repita-o até se tornar uma segunda natureza.
            Quando a nossa vida torna-se rotineira, há uma emoção de “fixação”, como se a vida caísse na monotonia, como se a nossa influência fosse nula e impotente para alterar qualquer coisa. Por vezes, caímos em trilhos estreitos, repetimos sempre as mesmas coisas, andamos pelos mesmos sítios, as novidades tornam-se monótonas, e toda a nossa actividade maçadora dia após dia, as companhias são sempre as mesmas e enfadonhas.
            Quebre os hábitos. E nesse dia faça tudo diferente, faça aquilo que nunca fez antes. Procure fazer coisas novas e interessantes. Como se diz na gíria: saia da casca. Se fuma, experimente não fumar por um dia. Almoce num restaurante diferente e se possível experimente uma comida vegetariana, procure novas companhias e que se sinta bem, leia livros sobre o pensamento positivo, procure vestir-se de cores fora do seu habitual, mude de cabeleireiro e se possível de penteado.
            Ao agir de uma maneira diferente e positiva, vai criando novos padrões mentais e novos hábitos se vão impondo e substituindo pelos velhos já caducos e doentios. 
 
PROF. KIBER SITHERC 
 
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publicado por professorkibersitherc às 23:05

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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