Método Kiber

Dezembro 22 2009

Magical And Mystical

 

            Uma jovem, achou na rua uma carteira ao abri-la, verificou os documentos, e descobriu a morada do possuidor do achado, como era honesta resolveu lá ir entregá-la. As pessoas da casa agradeceram, e ela ficou satisfeita por ter feito uma boa acção, mas quando fecharam a porta ela ouviu os comentários: “Se houvesse mais dinheiro ela não nos entregaria a carteira!”
            A rapariga quando me encontrou soluçava, contou-me o que lhe tinha acontecido e nas suas lamentações confessou: que precisava tanto de dinheiro, que por ser honesta resolveu entregar a carteira ao dono, e que ainda por cima ouviu semelhante crítica. Ela repetia: “Como há pessoas ingratas, como é possível haver tanta maldade?!... “
            Lembro-me de uma cliente que me consultava todos os anos, que me repetia a mesma lengalenga da ingratidão da sua irmã, que tanto a prejudicou e à mãe, ambas já tinham morrido à muito tempo, mas ela continuava com a mesma ladainha, como se tudo aquilo tivesse acontecido naquele momento, como ambas ainda fossem vivas.   
            Muitas pessoas, vivem ressentidas pela ingratidão, lamentam-se de tudo aquilo que receberam em troca: o que fizeram pelos amigos; o que fizeram pelos irmãos; o que fizeram pelos pais... pelos filhos e que só receberam mau pago, injustiças e calúnias.
            Lembrai-vos que o Mestre curou num dia, dez leprosos, e sabe quantos lhe agradeceram? Apenas um, que se prostrou a seus pés em agradecimento. “Não foram dez os limpos? E onde estão os nove?” Perguntou o Mestre aos discípulos. Ora, se até o próprio Cristo conheceu a ingratidão, por que deveremos esperar sempre pela gratificação?
            Devemos aceitar tal como ela é a natureza do ser humano, e não como desejaríamos que fosse. Se nada esperarmos dos outros e formos contemplados por gratidão, será uma deliciosa surpresa.
            Os sentimentos ensinam-se e aprendem-se desde a infância. Se os pais são ingratos os filhos poderão aprender com eles, se eles exigem demasiado dos outros os filhos poderão esperar o mesmo. Quando os pais não dão o devido valor, às pequenas dádivas e fazem os seus comentários pejorativos: “Ela não esteve para gastar muito dinheiro, comprou isto na loja dos chineses”. Os filhos imitam-nos e tornam-se exigentes e egoístas.
            Algumas dicas para se tornar imune à ingratidão:
            1) Quando dar nunca espere por gratificação, dessa maneira nunca ficará decepcionado.
2) Há vantagem de darmos a quem não nos possa retribuir, dessa maneira não poderemos esperar por recompensas materiais.   
3) Se ficarmos gratos só pela amizade, não necessitaremos de retribuições.
            Exercício para eliminar a angústia da ingratidão:
            Visualize uma cena em que houve a ingratidão, ou a pessoa que lhe foi ingrata. Dê relevo e brilho a essa imagem, agora escureça a imagem, reduza-a a uma pequenez insignificante, até que desapareça.
Como disse Paulo de Tarso: “Nada trouxemos para este mundo e nada podemos levar dele”. Por isso, o mundo não nos deve nada!
            Paulo de Tarso também disse: “Não seja blasfemado o vosso bem”. Devemos ser gratos pelo pouco que nos resta; mesmo pelas coisas mais simples que nos aconteçam. Agradeça por tudo aquilo que lhe acontece de bom; a única maneira de encontrar a felicidade é não esperar gratidão, mas dar pela satisfação de dar.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
Mermaids

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:42

Dezembro 22 2009
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            Muitos povos se consideravam o centro do Universo. Os judeus julgavam-se o povo eleito, os gregos, assim como os incas acreditavam serem os filhos do Sol. Até se consideravam geograficamente numa situação superior, os judeus achavam que Jerusalém se encontrava no meio da terra, os chineses também se consideravam o país do meio, o Japão, o país do Sol nascente, o Tibete o tecto do mundo, os gregos achavam que Delfos era o umbigo do mundo. 
            Todos os povos se consideravam os mais importantes e os mais fortes. Não admira que os nossos antepassados se julgassem que estavam no centro do Universo, pois eram geocêntricos. Foi preciso aparecer Copérnico que defendeu a ideia já divulgada pelos antigos gregos que não era o Sol, nem os outros astros que rodavam à volta da Terra, mas todos esses astros incluindo a Terra circulavam à volta do Sol. A Cristandade estremeceu com as novas ideias de Copérnico, o nosso planeta iria perder o privilégio de ser o centro.
            De centro do universo, concluiu-se que a Terra era o nosso ponto de observação, pois que daí se podia observar e estudar todo o infinito do universo. 
            Muitas pessoas ainda se consideram o centro do universo, como crianças mimadas que ainda não amadureceram, querem ser o centro de todas as atenções. Muitas pessoas ainda se consideram superiores a outros povos, devido à sua nacionalidade, à etnia, cultura ou religião.
            Todos têm importância, porque todos somos importantes, e todos precisamos de uns dos outros. Comparando com o corpo humano todos os órgãos exercem determinadas funções que são vitais, e que contribuem para a unidade e funcionamento da vida. Se o coração é essencial, como poderia ele exercer as suas funções sem a ajuda do cérebro, e sem os membros inferiores e superiores poderia haver evolução?!
Quem é o maior: o rei, o sacerdote, ou o chefe de família? Essa pergunta foi feita à milhares de anos na antiga e mística Índia. A resposta foi dada: cada qual é grande no seu reino. 
Conheci um rico e sábio filósofo, que desesperadamente procurou todo o dia por um canalizador a quem ele chamava idiota e ignorante. Apesar de todo o saber que esse homem possuía sentia-se impotente e procurava ajuda ao homem a quem ele chamava-o de iletrado e analfabeto. Todos têm a sua importância, na execução das suas funções, todos precisamos uns dos outros.
O egocêntrico, é uma forma de egoísmo, em que tudo gira em favor dos seus interesses. O exagero do egoísmo leva à egolatria, pois o ególatra amplifica o seu próprio eu, tudo submete em favor dele próprio, por vezes em prejuízo dos outros. O filósofo Schopenhauer chegou a exagerar a pretensão do egoísta “de matar um homem para aproveitar a gordura do morto e com ela untar as suas botas.”  
Ao contrário, o altruísta por vezes se esquece de si próprio e partilha o seu amor com o próximo e com a humanidade. As diferenças entre indivíduos são tão grandes como as que existem entre as diferentes culturas. Todos somos peças fundamentais, no nosso ecossistema, incluindo os animais.  
O prazer de se sentir diferente, está na compreensão da variedade de culturas, de hábitos, de filosofias de vida e de religiões. Todos somos iguais, todos habitamos o mesmo planeta e todos somos apenas um ponto de observação, para a compreensão do próximo e para a nossa evolução espiritual, intelectual e altruísta, só assim poderemos chegar à mente tranquila.  
 

PROF. KIBER SITHERC
 
 Recados Para Orkut
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 18:22

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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