Método Kiber

Dezembro 06 2009

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            Se você se perder, e indicar várias direcções para onde se quer dirigir, certamente as pessoas ficarão confusas e ninguém o poderá ajudar. Assim se passa com a sua mente. O pensamento e a linguagem terão que ser com precisão.
Uma linguagem precisa é útil na comunicação, se o conteúdo for confuso pode criar mal-entendidos e confusão nas mensagens. As palavras podem ser muros, mas também podem ser portas. Você poderá pensar que está a dizer uma coisa e alguém compreender outra, que poderá ser totalmente oposta, porque usou uma linguagem ambígua sujeita a qualquer interpretação e mesmo dúvida.
A maioria das pessoas não fala com precisão, sendo sujeitas a qualquer equívoco. Um exemplo: “Telefona-me às 23 horas, ou então eu ligo-te à noite”. É uma linguagem ambígua, que poderá criar mal-entendidos. “Porque não me telefonaste às 23 horas?” “Porque disseste que me ligavas!” Muito diferente se a linguagem fosse com precisão: “Telefona-me hoje às 23 horas”.
Tenha cuidado com as generalizações, porque elas limitam-no e prejudicam-no. Não use expressões como: “As pessoas desta terra não presta!” Pode-se perguntar: “Serão mesmo todas?” Então terá que responder: “Bem, as que eu conheço.” Uma mulher dirá frequentemente: “Os homens não prestam, são todos iguais!” Então pergunte: “Serão mesmo todos?” Então ela pensando melhor dirá: “Algumas das minhas amigas têm homens bons, só eu é que não tenho sorte:”       
            Uma jovem desesperada consultou-me: “Bati todas as portas, corri tudo e não consigo mudar de emprego, não tenho sorte nenhuma!” Perguntei-lhe: “ Será que correu tudo, quantas portas bateu?” Pensando, respondeu: “Bem, fui a cinco sítios.” Respondi-lhe: “Não acha que ainda tem muitas portas para bater? A cidade onde vive não é assim tão pequena!” Ajudei-a a adicionar ao seu cérebro que ainda tinha muito que procurar, afinal os recursos ainda não se tinham acabado, pelo contrário, ela ainda estava no princípio. Bateu a cinco portas que não se abriram e desmotivou-se. Adicionou ao seu cérebro entraves que a limitaram e ficou desmoralizada.
Se você adicionar ao seu cérebro impressões e emoções ambíguas, hesitantes e equívocas, naturalmente o seu cérebro ficará confuso e a sua mente subconsciente ficará bloqueada.
Há pessoas que ao falar de determinadas expressões positivas dizem: “Essas palavras não fazem parte do meu vocabulário”. Comece por modificar o seu vocabulário, preste atenção ao que diz. Não diga nada que não queira, porque se torna uma realidade para si.
Em vez de dizer: “Não tenho doenças”. Diga antes: “Tenho uma boa saúde”. Use sempre expressões pela positiva e bem determinadas. Imagine um vendedor tentando vender um produto e que use a seguinte frase: “Não quer comprar nada freguês?” ou alguém que lhe faça o seguinte convite: “Não queres almoçar?”
Exclua no seu vocabulário toda a expressão duvidosa. Exemplos: “Espero que eu consiga”, “Vamos a ver”, “Talvez eu tenha sorte”, “Não sei o que me poderá acontecer”. Substitua pelas expressões: “Eu vou conseguir”, “Eu tenho sorte” ou “Estou a ter sorte” dando ideia que a acção está a decorrer.
Frases como: “Eu gostaria de ser feliz”, “Eu podia ter sorte”, Eu queria ter amor”. Revelam uma condição e não uma certeza. Habitue-se a repetir expressões afirmativas e com precisão. “Eu quero”, “Eu posso”, “Eu consigo”.
 
PROF. KIBER SITHERC
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 18:06

Dezembro 06 2009

 

     
       De dentro para fora. De nós para vós. Partilhar para lucrar. Amar para ter amor. Do interior para o exterior. É assim que funciona a mente positiva!
            Usando o exterior para o interior, é sermos dominados pelas nossas emoções, que foram manipuladas pelos nossos sentidos. Como vimos num número anterior só temos acesso a eles exteriormente. São os nossos sentidos que nos podem influenciar, mudar os nossos estados, tanto mental (interior) como fisiológico (exterior).
            Milhares de espanhóis, procuraram inutilmente o Eldorado, sujeitaram-se a todos os perigos e dizimaram as populações locais em busca de um sonho que nunca se concretizou.
            Os Cristãos, percorreram toda a Mesopotâmia, à procura do paraíso revelado pela Bíblia e não o encontraram.
            Também desesperadamente se procurou a fonte da eterna juventude, a pedra filosofal que curava todas as doenças e o elixir da longa vida. Tacteou-se pelos desertos, na esperança de se encontrar a cidade das “Mil e Umas Noites”!  
            A inteligência humana, olhando para o exterior, sempre idealizou utopias pelas quais se debateu. Sempre foi mais fácil para o espírito criativo inventar um mito para se exteriorizar, do que olhar para o seu interior.   
Antes de pensar naquilo que não tem, dê graças a Deus por aquilo que tem. Para atingir a abundância, deverá aceitar na sua mente o sentimento da riqueza. Crie na sua mente subconsciente a imagem da riqueza, da prosperidade, e da fartura. Para atrair a riqueza ela terá que estar no seu interior que depois se reflectirá no exterior, se a riqueza estiver na sua mente ela se exterioriza no mundo real. O Eldorado só poderá estar no seu mais profundo interior.
 Se procura a paz de espírito, entre no Paraíso da sua mente interior. A felicidade está dentro de si, nunca está além. Em vão procurará o Éden ou um sítio encantado no exterior, a não ser nos contos de fadas.
A fonte da eterna juventude está dentro de si, aí se encontra o elixir da longa vida, ser jovem é um estado de espírito, você poderá ser um jovem de 80 anos, que continua a usar a mente criadora ou um velho de 30 anos, em que envelheceu e estagnou todas as capacidades criativas.
Se procura o Príncipe Encantado ou a Alma Gémea, há que agir e converter-se nesse ser, porque o amor não está além para que se procure e encontre. O amor, ou seja a mítica “cara-metade” nunca a vai encontrar no exterior, porque ela está dentro de si. Para ter amor terá que irradiar amor. Deverá de se tornar a pessoa adequada, em vez de procurar em vão a pessoa certa. Pense nos atributos e valores, que poderá levar para uma relação, em vez de exigir desse mesmo relacionamento. Quer amor? Então dê amor. Goste de si próprio, se procura o amor da sua vida. Sempre do interior para o exterior.
Se quer que o respeitem, respeite primeiro os outros. Não gosta que o critiquem então não critique os outros. Não se esqueça das palavras do Mestre: “Com a medida que tiverdes medido, vos hão-de medir a vós”. Para que confiem em si dê primeiro provas de confiança.
Não se esqueça, sempre do interior para o exterior, dê o exemplo (no estado presente) daquilo que pretende atingir. Nem sempre é possível alcançar, porque muitas vezes não se pede com precisão.
 
PROF. KIBER SITHERC

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publicado por professorkibersitherc às 17:49
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Dezembro 06 2009

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            Em geral, todos nós queremos que as outras pessoas mudem, os seus hábitos, os seus vícios, os seus comportamentos e a maneira como nos tratem. É normal como os meus pacientes se queixam dos cônjuges, dos pais, dos irmãos, dos vizinhos, das amizades e da sociedade em geral. Quando lhes proponho a mudança neles, ficam perplexos e procuram todos os álibis e argumentos para se defenderem a não cederem (ou melhor não mudarem) um centímetro.
            É fácil culpar os outros quando a vida nos corre mal. Criticar quem nos rodeia não resolve a situação. Expressões como: “Eles não evoluíram”. “Pararam no tempo”. “Querem-me cortar as asas”. Só servem para defender o velho paradigma e impossibilitar a mudança que nos encaminha para a felicidade. Todas essas lamentações e críticas fazem um muro que nos bloqueia novos horizontes.
A mudança interior é a interrupção do velho paradigma e o começo do novo padrão mental. Todos nós podemos mudar padrões, se quisermos podemos mudar comportamentos, hábitos e emoções. A expressão frequentemente usada: “Eu sou assim”. É a desculpa que por vezes foi aprendida na infância das observações feitas pelos familiares e educadores. Todos temos a capacidade de mudar, a mudança é a essência da vida, mudar é evoluir, na psicologia é a chamada revolução interior. Cristo chamou-lhe o novo nascimento. Se você não mudar, não quiser evoluir, não limar todas as arestas que o prejudicam e não polir o seu comportamento, ficará estagnado como um charco com águas paradas, livre-se do velho paradigma, saia do pântano mental, das ideias lamacentas e lodosas. Crie na sua mente novos rios (padrões mentais) e afluentes em direcção às grandes mudanças oceânicas. 
Muitas pessoas não vivem realmente. Limitam-se a existir, a passar de um dia triste para outro, ou a saltar de crise em crise quando a vida lhes corre mal. A mudança é uma coisa necessária, natural e inevitável. Se nos deixamos apenas guiar pelos hábitos, nunca deixaremos de tentar nadar contra a corrente.
Ao pensar em mudar não deverá usar o esforço mental, mas sim o desejo de mudar. Se pensar, que deverá ou terá de mudar, é natural que tenha dificuldade, porque o esforço mental bloqueia, dificulta e anula a concretização de mudar.
Se você disser a uma criança: “Tens que fazer isto, tens que fazer aquilo”. Ela poderá não executar as suas ordens, porque recebeu uma mensagem de obrigação, deixando-a sem qualquer alternativa para escolher, ou poderá executar as ordens de má vontade de uma maneira incompleta e frustrante.
           Mas se lhe disser de uma maneira dócil: “Queres fazer isto? Queres fazer aquilo?” Ela poderá executar as ordens de uma maneira agradável, porque houve da parte dela: opção, alternativa, preferência e livre arbítrio. A nossa mente consciente funciona assim.
            Você poderá pensar e repetir as palavras que o poderão mudar para a felicidade sem limites: “Eu quero mudar... eu estou a mudar, porque a mudança é maravilhosa!”
            1º - Indica o desejo de mudar: eu quero mudar.
            2º - Indica a acção: eu estou a mudar.
            3ª - Indica o objectivo: porque a mudança é maravilhosa.
            É natural que dessa maneira consiga mudar, porque primeiro desenvolve o desejo, isto é, a vontade de mudar; em segundo lugar programa a mente que está no caminho da mudança; terceiro, indica o objectivo, a finalidade da mudança que é a felicidade maravilhosa!
 
PROF. KIBER SITHERC
 

 

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publicado por professorkibersitherc às 16:13

Dezembro 06 2009

 

 

            Ora, a nossa mente pode ser programada como um computador, mas por vezes os desejos não se realizam! Porquê?
            Vejamos alguns exemplos: Um homem desesperado cheio de dívidas repete palavras de riqueza indo até à exaustão; uma mulher medita em palavras positivas e esforça-se para ser feliz; uma jovem obcecada por amor, procura com todo o esforço a paixão da sua vida; um azarento tenta todos os possíveis para ter sorte. Ambos conseguiram o inverso daquilo que pretenderam aspirar, porque o esforço mental, o tentar, e a obcecação, implicam esforço, por isso a mente fica bloqueada.
            Se não consegue o que deseja é porque necessita de limpar a mente. A mente poderá ser comparada a uma casa suja e desarrumada, que por vezes tem um sótão cheio de lixo e de inutilidades, coisas que foram guardadas, que ocupam espaço e não servem para nada, tornaram-se um foco de ratos e de outros parasitas.
            Limpe a sua casa mental e arrume-a, tenha todas as suas ideias ordenadas e planeadas. Não se esqueça do sótão mental (no mais profundo do subconsciente), tire todo o lixo mental e deite fora as inutilidades: preconceitos, azedumes, ressentimentos, limitações, frustrações, medos, etc.
            Desde a infância que nós somos sujeitos a sugestões e mensagens negativas, inconscientemente foram gravadas no subconsciente, porque o nosso consciente não tinha a capacidade de as rejeitar. No mais profundo da nossa mente se aninharam, ganharam raízes, cresceram e se multiplicaram como ervas daninhas. Tornaram-se o nosso ponto de referência, o nosso estilo de vida, o hábito, a nossa vivência, inconscientemente a nossa fachada, em resume: o nosso padrão mental.
            Sente-se incomodado por diálogos interiores? Coisas que não disse mas devia de ter dito, magoado por lhe terem ofendido, ideias obcecadas, pensamentos que o fazem falar sozinho. Se tudo isso o incomoda, o faz sentir-se triste e deprimido, então desligue. É tão simples como desligar o interruptor da luz. Se não gostar de um canal de televisão poderá mudar de programa, escolher o que lhe convém, abaixar o som e inclusive desligar. Ficará então em silêncio e se quiser adormecerá.
            Com a mente poderá fazer o mesmo, é possível desligar-se de todos os pensamentos incomodativos através da visualização. Experimente abaixar o som como faz ao televisor, agora tire o som totalmente do diálogo interior persistente, visualize que no diálogo apenas os lábios se mexem. Veja a diferença de estar sem som, as tais palavras enfadonhas que quase lhe furavam os tímpanos desapareceram. Agora experimente fazer à imagem inquietante que o perturba. Escureça-a, cada vez mais, reduza-a a uma pequenez insignificante até que desapareça. Veja como se libertou mentalmente! 
            Você poderá manipular a sua mente para a sua felicidade, se não o fizer é manipulado pelas suas emoções (como uma cana agitada pelo vento), terá uns dias melhores ou piores conforme as circunstâncias da vida. Se não gostar do conteúdo de uma cassete, grave por cima, verá que tudo o que estava gravado se apagou, ficou novas imagens e uma nova música, com a mente acontece isso precisamente.
            Os nossos pensamentos predominantes (positivos ou negativos), são eles o motivo do nosso sucesso, os eventos das nossas calamidades ou felicidades, porque os nossos pensamentos são ondas de energia, que têm o poder de criar e de atrair: desejos, medos, azares ou a sorte.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
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publicado por professorkibersitherc às 15:10

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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