Método Kiber

Novembro 01 2009

                

          PROGRAMAÇÃO MENTAL

 
            Sabia que poderá programar a sua mente como um computador? Com certeza que já lhe aconteceu, acordar uns segundos ou minutos antes do despertador. Com as crianças acontece isso muitas vezes, são as primeiras a acordar pela manhã quando se querem divertir.
            A nossa mente tem duas funções: o consciente e o subconsciente. As duas têm características diferentes. O consciente é a parte da mente racional, que analisa, observa, estuda, escolhe e aceita decisões. Com a mente consciente opta-se todas as decisões da nossa vida. Poderemos escolher a nossa vocação, a localidade para viver, as nossas paixões, os nossos amigos, os nossos alimentos e os nossos hobbys. É a mente consciente que conduz (bem ou mal) todas essas opções. O consciente deixa de exercer o seu poder analítico durante o sono.
            Os sonhos são a dramatização do subconsciente, pois ele está sempre em constante actividade, durma você ou esteja acordado, o seu subconsciente controla automaticamente todas as funções vitais do organismo, assim como: a digestão, a respiração, a circulação sanguínea e a restituição da saúde, porque o subconsciente na sua essência natural preserva-nos a vida. 
            O subconsciente é um vasto arquivo de informações, de traumas e de complexos, que tudo gravou e aceitou com a cumplicidade do consciente. Se entrar na hipnose e fizer regressão, verá como foi possível o seu subconsciente armazenar todas essas informações ao longo de toda a vida.
O subconsciente é um servo obediente do consciente que tudo aceita sem argumentar, nem duvidar, qualquer ideia ordenada é escrupulosamente aceite como uma ordem pelo consciente, e o subconsciente porá imediatamente essa ordem em execução, sem questionar se essa mensagem é negativa e se porá em perigo a própria vida.
            Por isso, terá que ter cuidado com os seus pensamentos negativos, porque ao serem formulados pelo consciente passarão a ser verdadeiros pelo subconsciente e este executará algo que poderá não ser o seu desejo. Ninguém deseja falta de sorte, nem tão pouco uma vida cheia de desgraças e de azares, mas os nossos traumas intensificam os nossos pensamentos negativos e influenciarão o nosso carácter e personalidade, que criarão os nossos padrões mentais, que por sua vez influenciarão o nosso destino. Para termos um bom destino teremos que ter pensamentos positivos.
            A nossa educação, a sociedade e o meio ambiente, condicionam a nossa visão colectiva do mundo. Esta forma de compreender as coisas, o mito que concordamos em participar (o velho paradigma) ou padrão mental tem sido chamado por vários mentalistas: a hipnose do condicionamento social. 
            É através dos nossos cinco sentidos (visão, audição, tacto, gustação e olfacto), que temos acesso às experiências exteriores, os nossos sentidos limitam os nossos conhecimentos e são eles que nos causam as emoções, que por vezes são depressões e sensações negativas.
           Mas nós podemos controlar e manipular a nossa mente para obter a mente tranquila.
 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:00

Novembro 01 2009
    
               Manílio Haidar Badaró, mais conhecido apenas por Badaró, chegou a Portugal em 1957. Veio integrado no elenco da companhia brasileira “Fogo no Pandeiro”, que durante dois anos manteve em cena um espectáculo de revista, em Lisboa. O actor fixou residência no país e acabou por se naturalizar português, tendo trabalhado em teatro, rádio e televisão. Fez sucesso na Rádio Clube Português, com o seu programa “Jornaleco” e ele explicava: “Um jornal que ninguém lê, mas todos ouvem”. Ficou conhecida a célebre expressão “Toma e embrulha” que ele usava nesse programa. Na televisão ficou famoso pelas personagens como o “Chinezinho Limpopó” e ainda pela célebre expressão “Ó Abreu, dá cá o meu”. Badaró estava a preparar uma festa para comemorar os 50 anos de carreira. “Quero fazer um espectáculo que reúne todos os meus amigos, no Parque Mayer ou no Maria Vitória”, divulgou Badaró.
                No dia 1 de Novembro de 2008, Badaró morreu aos 75 anos, vítima de cancro. As cerimónias fúnebres realizaram-se às 10.30 horas, na igreja de Paço de Arcos. Depois o seu corpo foi para a faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Lisboa, cumprindo-se assim o desejo de Badaró, que queria que o seu corpo fosse entregue à ciência, informou o seu filho, Ruben Badaró.
                 Estava afastado dos palcos há anos, devido aos problemas de saúde que se iam agravando. Há cerca de dois meses que o artista lutava contra um cancro no estômago. Estava internado no Instituto Português de Oncologia de Lisboa desde o passado dia 18. Badaró também sofria de Alzheimer, tendo vindo a perder significativamente a memória.
                Mas, apesar da doença, continuava bem-disposto e até costumava brincar com os momentos mais trágicos da sua vida. “Tenho tantos problemas de saúde que já lhes perdi a conta: sofri um enfarte, um AVC, tive um linfoma e agora descobri que tenho mais um cancro”, afirmou, em entrevista ao jornal”24 Horas”, no passado mês de Maio.
                Em declarações à agência Lusa, Raul Solnado lembrou “o grande sucesso na revista” alcançado por Badaró quando chegou a Portugal, no final da década de 50, como elemento da companhia brasileira “Fogo no Pandeiro”. “Trabalhou muito e muito bem para crianças e foi muito popular. Fez “one man shows” que ficaram na memória”, disse, ainda, recordando-o como “um bom amigo, um homem de bem, muito inteligente e culto”.
                Alina Vaz, que trabalhou com Badaró por mais de um ano na peça “Empresta-me o teu apartamento”, salientou a amizade que começou quando o humorista foi escolhido para substituir na peça o protagonista Henrique Santana. “Começou uma amizade grande. Era muito esperto e culto; pouca gente será dessa opinião, mas para mim sempre foi um senhor”, disse à agência Lusa.
                 Apesar de nos últimos tempos se terem distanciado, a actriz recorda os encontros para tomar café, as longas conversas e também os espectáculos em que Badaró era arrasado pelos colegas. “Foi sempre muito afastado pela classe teatral vigente na época e nunca percebi por que acontecia. Qualquer coisa que fizesse era para dizer mal e um espectáculo em que eu também entrei foi pateado pelos colegas”, lembrou, sublinhando que a maior parte da classe teatral não o aceitava. Alina Vaz destacou ainda a grande sensibilidade e boa disposição do humorista e salienta a decisão de doar o seu corpo à ciência como exemplo da sua “grande humanidade”.
                Compareceram, unicamente, na missa de corpo presente na igreja de Paço de Arcos, 4 pessoas ligadas ao mundo do espectáculo. O filho do empresário Vasco Morgado, o músico Fernando Falé e os dois elementos do Trio Odemira.
                Na mesma semana, faleceu uma grande actriz da Revista à Portuguesa, Aida Baptista, e nem uma presença no funeral, de qualquer colega, o que mostra bem como se encontra a classe de artistas de Portugal, que têm falta de humanismo e solidariedade para com os colegas de profissão.
                Aqui fica a minha sincera homenagem, ao humorista que nos fez esquecer os momentos de angústia: BADARÓ
 
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 14:17
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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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