Método Kiber

Setembro 27 2009

 

 

          O amor é um sentimento, e como qualquer outro sentimento também se aprende. A influência do lar pode ser vital para a criança aprender a amar. É certo que a aprendizagem de uma criança é através do exemplo, por isso, a criança começa por imitar os pais, em tudo aquilo que se possa moldar em seu redor. As cenas de ciúmes, as infidelidades, as agressões mútuas, os jogos psicológicos: mentiras, manipulações, etc. Tudo isso, é a soma do exemplo dos pais, e da sociedade que se pretendeu imitar por vezes de uma maneira inconsciente. Foi essa a mensagem que se aprendeu na infância e adolescência, que nos irá caracterizar os nossos comportamentos ao longo da vida.
           Devemos começar por aprender a gostar de nós. Quando nos amamos, desenvolvemos a auto-estima, não temos tanta necessidade que alguém goste de nós. O verdadeiro amor está dentro de nós, quando ele é extenso, transborda do interior para o exterior, como uma árvore generosa derrama os seus frutos.
            Só gostar não chega. Devemos ser exigentes na escolha do parceiro, para depois não exigir demasiado dele. A nossa alma gémea, é aquela pessoa em que os predicados, assim como os hobbies se adaptam a nós, quanto mais coisas tivermos em comum para partilhar, melhor será o relacionamento
            Costuma-se dizer: “Há sempre um chinelo velho para um pé doente”. Pois significa que qualquer pessoa, por mais feia, pobre, velha ou doente, que não encontre a sua laranja metade. Mas o amor vem quando menos o esperamos, ele surge quando não o procuramos. É como um atropelamento mental, você se esforça para se lembrar de algo e não sai, então dirá: “Está-me na ponta da língua”. Depois surge quando não esperava. Perseguir o amor, cria ansiedade e frustração, ele aparece quando tranquilizar a mente, ele está dentro de si, deixe que ele se exteriorize por seu intermédio.
            Quando se tem o vazio afectivo, pretende-se preencher uma lacuna, tornar-se-á um relacionamento dependente, poderá surgir de uma necessidade em vez de um relacionamento saudável. Nesse estado, é natural que se engane na escolha, o amor passará a ser uma muleta, ou uma tábua de salvação. Em vez de procurar o preenchimento do vazio que existe em si, deverá partilhar o amor que está dentro de si. Procure tornar-se a pessoa congruente, em vez de procurar a pessoa congruente.
            O ciúme é doentio, pois revela uma pessoa insegura, tenta-se subjugar a pessoa amada, aprisioná-la numa gaiola como se fosse um passarinho. O verdadeiro amor liberta e não escraviza. O ciúme faz parte da cultura de muita gente, acham que quando o parceiro sente ciúme há amor, por vezes até provocam ciúmes, para se sentirem seguros. Supostamente, dessa maneira, acreditam que o ciúme alimenta o amor.
            Pelo contrário, o ciúme mata o amor. No ciúme não há amor, mas o desejo e a pretensão de posse da pessoa amada, devido por vezes à insegurança ou simplesmente ao egoísmo. Dá origem ao ódio e vingança, o ciumento sofre e faz sofrer a pessoa que ama. O ciumento, faz afastar a pessoa que tanto receava perder. Lembre-se que o amor morre, quando se pretende ter o parceiro. Ninguém é de ninguém.
     Quando alguém parte, poderá ser doloroso, quando acontece é porque essa pessoa não gostava realmente de si, ou esse relacionamento seria impossível. A chama do amor quando não é alimentada, ela se apaga, por que nada é eterno, o amor também tem um prazo de validade. Há relacionamentos e paixões que terão que acabar, para podermos ser felizes. Há duas maneiras de imunizar-se contra o sofrimento das paixões: é convencer-se a não amar o impossível; e conformar-se que só poderá amar quem gostar realmente de si.
 
PELO PROF. KIBER SITHERC
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 13:30
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Setembro 27 2009

 

 

            Schopenhauer, o grande filósofo alemão, apresentou que o prazer não era positivo mas a dor, cuja presença se fazia sentir. A dor poderá ser nossa amiga! A sabedoria popular nos ensinou: que o frio e a fome põem a lebre a caminho. A História nos revelou que os povos do Sul habituados e adaptados a um clima ameno e agradável, pouco fizeram para o seu progresso, facilmente construíam um abrigo, bastava umas folhas de palmeira para fazerem uma habitação, o vestuário era simples, a terra era generosa para os alimentar. O próprio clima os inspirava ao descanso.
            Ao contrário do Sul, os povos do Norte se parassem morreriam de frio, teriam que colher os alimentos para o inverno, as casas teriam que ser construídas solidamente. Até as suas roupas teriam que ser abundantes e quentes para aguentarem o rigor do clima.
            Por isso, a adversidade os fez progredir, dessa maneira desenvolveram-se mais que os povos do Sul, chegando ao ponto de os dominar e os escravizar.
 É a dor que nos faz tomar atitudes por vezes radicais e corajosas, sair de algo detestável, abandonar as nossas raízes, tentarmos a sorte noutro mundo, desligar de vez com falsos amigos ou parentes. 
            Quando o seu organismo pretende alertá-lo para algo que não esteja bem, ou está a ultrapassar os seus limites, então, envia-lhe um sintoma em forma de dor. Em geral, os sintomas são dolorosos e normalmente desagradáveis.
            A descoberta da origem desse sintoma ajuda-o muitas vezes a corrigir algo que não estava a funcionar correctamente.
            Se estiver a alimentar-se mal, a praticar pouco exercício ou exposto a algo que seja nocivo, o seu organismo alertá-lo-á... enviando-lhe um ou mais sintomas em forma de dor. Quanto mais forte for a dor e extremamente dolorosa, maior será o aviso que algo deverá de ser mudado
            Quando estamos no sítio errado e o meio se torna hostil e espinhoso, entramos no mundo da dor. Às vezes a dor é ignorada, ou esperamos que ela atenue temporariamente, mas ela voltará depois mais forte e indomável. A dor poderá ser nossa amiga se formos receptivos à sua mensagem. Através dela poderemos mudar as nossas vidas. Se encontra numa situação dolorosa em que é maltratada pelo companheiro, em que é prejudicado dolorosamente no seu meio, ou não tem forças nem coragem para sair da dor. Então, faça o seguinte exercício:
            Feche os olhos, visualize algo que o aborreceu e causou-lhe dor. Experimente desenvolver essa imagem e torná-la brilhante. Aproxime-a para mais perto de si. Agora aumente o tamanho. O que aconteceu na sua mente? É natural que os estados negativos se intensificaram, e pense em sair do mundo da dor. Mas se visualizou depois que as coisas abrandam? Então, é natural que entre na inércia. Foi como se sentisse uma forte dor aguda e que depois atenua-se, adiando depois a ida ao médico, julgando que a situação melhorasse por ela própria.
            Tal como a dor aguda (quando estamos no mundo da dor), a situação deteriora-se sempre cada vez mais. Se você intensificar a dor em que está, é natural que tenha que reagir à mudança, como a lebre devido à dor terá que se por a caminho. 
            Usando a dor como nossa amiga, ela torna-se uma ferramenta preciosa para mudarmos as nossas vidas e atingirmos a felicidade e a paz de espírito.
 
PELO PROF. KIBER SITHERC
 
 
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 13:21
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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt
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