Método Kiber

Março 14 2010

 

            Todos nós em algum momento das nossas vidas já sentimos aquela sensação de insegurança ao falar em público, aquele medo de falhar, ou de não ser aceito. A timidez pode ser caracterizada como um desconforto, uma ansiedade nas relações sociais. O tímido tem um sentimento de impotência na presença de outras pessoas, devido à falta de confiança em si e no outro, e sofre muito por isso. As manifestações mais comuns da timidez são rubor, gagueira, suor frio, tremedeira, ansiedade, dificuldade de falar em público ou com estranhos.
 
            Como a timidez é um traço da personalidade, ligado diretamente à consciência de si mesmo, não aparece antes dos dois anos. Nessa idade as crianças se tornam conscientes de si como indivíduos distintos. As situações ocorridas na infância, como a severidade dos pais ou professores, situações vexatórias, divórcio dos pais, aparência física, etc, podem causar uma auto-observação distorcida e dificuldade de adaptação na criança.
 
            Mas é na adolescência que a timidez se torna mais intensa porque os meninos e meninas estão mais sensíveis à opinião alheia. É quando a aparência causa insegurança, porquê as mudanças físicas e psicológicas ocorrem rapidamente. Mas essa é uma fase passageira, quando tudo é novo e o adolescente ainda não sabe o que fazer, nem como agir.
 
            Com o passar do tempo, vamos adquirindo mais segurança na vida social, e o que causava desconforto vai desaparecendo. O problema é quando a timidez persiste e acaba restringindo os contatos sociais. Nesse caso é preciso buscar a orientação de um especialista, porquê a timidez causa muito sofrimento e limita a vida das pessoas.

            Veja algumas dicas para vencer a timidez:
1.      Localize sua limitação real. Às vezes, a timidez não é permanente, ela só aumenta em situações específicas
 
2.      Não esconda os seus defeitos, O melhor é encará-los com bom humor. Para isso, nada melhor do que saber rir de si mesmo.
 
3.      Aceite-se como você é. Não tente imitar ninguém. Seja sempre você mesmo.
 
4.      Encontre seu lado extrovertido. Por mais fechado que você seja, sempre existe um outro lado no seu interior que você pode encontrar.
 
5.      Confie em si mesmo e nos demais ao seu redor. Quando você for convidado para festas, convivio social, reuniões, não invente desculpas para não ir.
 
6.      Analise suas atitudes e depois escreva num papel. Caso não fique satisfeito, escreva como gostaria de se sentir nessas situações. Desta maneira, quando você for convidado novamente, saberá como gostaria de agir.
 
PROF. KIBER SITHERC 

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 19:07
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Fevereiro 12 2010

 

            Os ataques de pânico podem atingir-nos em qualquer altura. Muitas vezes podem remontar a traumas recalcados de infância, ou a situações controladoras ou de maus tratos no passado. Pode ter havido momentos de negligência, castigo ou críticas severas que foram recalcados e negados durante a sua vida e de repente o subconsciente lida com a situação da única forma possível: dando azo a um ataque de pânico. Esta reacção evita, naturalmente, que você entre numa situação indesejada, isto é, algo de que o subconsciente quer fugir. Portanto é um mecanismo de auto preservação. É possível que sinta dores no peito, tenha palpitações ou até a sensação de que está a sufocar.
 
            Muitas vezes dizem às pessoas que se controlem se elas ousarem admitir ao mundo exterior que são tímidas. A timidez pode acabar com a vida das pessoas. Romper com o comportamento autodestrutivo de timidez, analisando padrões de pensamento e discurso, pode ajudá-lo a vencer a timidez e começar a viver.
 
            O diálogo interior destrutivo e as observações negativas que proferimos sobre nós mesmos provêm basicamente do centro “estúpido” do seu cérebro. Se repetir continuamente para si mesmo que é tímido, que as outras pessoas estão a observá-lo, que não é suficientemente bom para estar onde está, então não está a ouvir o que dizem as pessoas à sua volta. O que, provavelmente, está a fazer é a concentrar-se no que determinadas pessoas lhe disseram. As palavras mais cruéis e os comentários mais atrozes ficam sempre connosco e têm mais poder do que as muitas observações afáveis que nos fazem. É possível suavizar e acabar com este padrão concentrando-se simplesmente nas observações simpáticas e positivas que as pessoas fazem e notando com firmeza que são mais os positivos que os negativos.
 
            Encarar a auto-estima e o diálogo interior positivo como auto-indulgência e arrogância é a receita certa para a catástrofe. Em criança, dizem-nos que é mau elogiar-nos a nós mesmos. Os pais podem ser maravilhosos, bons, generosos e especiais, mas a influência dos nossos queridos pais pode ser extraordinariamente nociva.
 
             Na verdade, gostar de si mesmo e conhecer o seu próprio valor, não constitui auto-indulgência nem arrogância. Não tenha medo de reconhecer os seus pontos positivos e de se concentrar no que é positivo. Só depois de gostar realmente de si é que você pode abrir as portas para que o resto do mundo também o aprecie.
 
PROF. KIBER SITHERC 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 02:14
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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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