Método Kiber

Janeiro 28 2011

 

            O ovo já foi o grande vilão da saúde na década de 80 e 90.  Era considerado um dos maiores causadores de doenças cardíacas. Os cientistas diziam que dar ovos para as crianças era quase um crime, pois estaríamos condenando-as a terem hipertensão para o resto de suas vidas.

 

             Ele era considerado um grande causador de doenças cardíacas. Mas, hoje, ele faz parte do cardápio de atletas e pessoas que praticam actividades físicas regularmente. Estudos actuais revelam que, na realidade, esse alimento tão apreciado em todas as culinárias não é tão prejudicial como pensavam. O ovo, hoje, passou a ser visto como uma óptima fonte de proteína, vitaminas do complexo B, antioxidantes e minerais.

 

            Uma das demonstrações mais recentes é assinada pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. Em artigo publicado em Janeiro de 2010, resultado de uma pesquisa envolvendo 9.734 pessoas de 25 a 74 anos acompanhadas durante duas décadas, os pesquisadores demonstraram não haver relação entre o consumo regular de ovos e o aumento da incidência de doenças cardiovasculares, como enfarto e derrame. Não houve diferença entre aqueles que comiam um ovo ou mais por dia em comparação com quem não comia nenhum, disse o cardiologista Adnan Qureshi, líder da investigação. Em apenas um grupo específico, o dos diabéticos, encontramos dados que mostram que o consumo maior de ovos pode estar ligado ao aumento da ameaça de doenças cardíacas, mas isso nem sequer está totalmente claro.

 

            Brasileiros também chegaram a essa conclusão, foram analisados hábitos alimentares de 1.600 estudantes, em escolas de rede pública da cidade de Campinas-SP. Com amostras de sangue dos participantes, foi demonstrado que os indivíduos que consumiam mais ovos não eram os que apresentavam as maiores taxas de colesterol. A conclusão é que o excesso de colesterol não está relacionado com a ingestão de ovos, e sim, com a obesidade e o baixo consumo de fibras.

 

            A média de consumo de ovo por pessoa durante o ano, hoje, no Brasil, é de 141 unidades, segundo os dados da União Brasileira de Avicultura (UBA). O país fica bem abaixo do México, que tem o maior consumo do alimento, com uma média de 360 unidades por habitante durante um ano.

 

            As propriedades nutricionais do ovo fazem com que ele seja um alimento completo. A ideia de que ele é um alimento rico em colesterol foi banida. A gema seria a única parte do alimento rica nessa propriedade, mas, segundo estudos recentes, a gema do ovo não é a responsável pelo aumento de colesterol no sangue, pois o tipo de colesterol presente no ovo é metabolizado de forma benigna pelo corpo humano.

 

            A clara é onde se concentra a maior carga nutritiva do ovo. É nela que está presente a maioria das proteínas do alimento. "A proteína é um regenerador natural. Uma pessoa que fez algum tipo de cirurgia ou sofre de desnutrição pode fazer o uso desse alimento como um auxiliador no processo de cura", afirma a nutricionista Geise Belo.

 

            O ovo é um alimento que fornece aminoácidos essenciais que nosso corpo não é capaz de produzir, tem baixo valor calórico e é uma das poucas fontes externas de vitamina D e K, além de conter outras vitaminas e minerais que ajudam no equilíbrio do organismo.

 

            Comer ovos emagrece.  O médico Nikhil Durandhar, da Universidade Estadual da Louisiana, comparou dois grupos de mulheres em dieta para emagrecer. Um dos grupos comeu dois ovos mexidos no desjejum. O outro, alimentos à base de carboidratos, como pães, torradas e bolos. E, ao final de dois meses, aquelas mulheres que optaram pelos ovos emagreceram 65% mais do que as outras.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:02

Outubro 13 2010

 

            A batata é originária do Peru, onde fora cultivada desde eras imemoriais pelo povo inca, sendo chamada de "papa" na língua quíchua. Ainda em nossos dias, nos países andinos, produzem-se e comercializam-se mais de 200 variedades diferentes de batatas.

            Recente pesquisa baseada no DNA comprovou que todas as variedades da batata descendem de uma única variedade de planta originária do sul do Peru. Esta mesma pesquisa evoca evidências arqueológicas de que o vegetal ali já era cultivado há 7.000 anos para efeitos de alimentação humana.

 

            Em 1570 a batata foi levada para a Espanha, de lá se disseminando para a Europa e depois para todo o mundo.

            Os europeus gostaram muito do aspecto decorativo das flores da batateira mas os tubérculos foram olhados com desconfiança, servindo, durante quase um século, apenas para a alimentação do gado. Depois houve uma daquelas fomes cíclicas e as pessoas, a medo, começaram a comer batatas. Nessa evolução parece ter sido determinante o papel de Parmentier, cientista ilustre da corte de Luís XVI.

 

            Actualmente conhecem-se mais de três mil variedades de batata e a produção anual já ultrapassa 300 milhões de toneladas. Só a China produz 23% do total mundial (números de 2005).

 

            O sucesso tem a ver com a grande versatilidade deste alimento, verdadeiro “pão dos pobres”, rico em amido (fécula), vitaminas e sais minerais, com o potássio à cabeça (de 250 a 500 mg por cada 100 g). A Macrobiótica Zen abomina a batata por ser altamente desequilibrada em termos de yin-yang. Tal filosofia prescreve que proporção química ideal dos alimentos é de 5 partes de sódio para 1 de potássio. Ora, a batata subverte o princípio, pois possui, mais ou menos, uma parte de sódio para 12 de potássio. Isso não invalidou que os orientais não se lançassem maciçamente no cultivo deste tubérculo.

 

            Que o consumo da batata engorda é um preconceito infundado. A batata sozinha não favorece a obesidade, salvo se forem consumidas em grande quantidade, como complemento de alimentos ricos em albumina. O que engorda são as más combinações com outros alimentos. Nesse sentido, as batatas fritas é o expoente negativo, a evitar drasticamente em alimentação racional. Os escoceses são conhecidos como homens bastantes magros e, contudo, as batatas constituem o seu principal alimento. Também o alemão do Norte é mais afeiçoado às batatas do que o alemão do Sul, e não se pode dizer que seja precisamente mais gordo e pesado de movimentos do que este.

            Se quer emagrecer (ou não quer engordar), evite batatas fritas, optando por batatas cozidas ou assadas com pele.

 

             A melhor maneira de consumir a batata é através da cozedura a vapor, ou assada. Deve ser comida com casca, dado que é na pele e na periferia do tubérculo que se encontram os sais minerais e as vitaminas. Contudo, a fervura faz com que perca uma boa parte das vitaminas, pelo que há quem recomende ralá-la em cru, misturando-a, a seguir, nas sopas. 

            

            As batatas verdes e as greladas contêm os alcalóides choconina e solanina, que podem ser muito tóxicos se ingeridos em quantidades elevadas. Qualquer batata com manchas verdes deve ser deitada fora. Convém extirpar sempre as partes verdes e os “olhos”, ou seja, os pontos onde irão brotar os grelos, porque é aí que se concentra a solanina. A solanina, mesmo em pequenas porções, pode provocar enxaquecas ou sonolência em pessoas sensíveis.

 

            Sob o ponto de vista da fitoterapia, assinala-se que a batata cozida é dos melhores remédios para combater a acidez estomacal, dado que alcaliniza o organismo. Outrossim, no que se refere ao ácido úrico e a todas as formas de artritismo. Comida crua, evita o escorbuto, afasta os parasitas intestinais e cura as úlceras do estômago. A água da cozedura da batata é boa para as queimaduras da pele, gretas e furúnculos. Cataplasmas de batata crua, ou simplesmente cortada às rodelas, aliviam extraordinariamente as dores de cabeça e enxaquecas e diminuem os inchaços. Finalmente, o suco cru está indicado para gastrites, úlceras gástricas e duodenais, dispepsias, litíase biliar e prisão do ventre.

 

            As batatas têm várias aplicações medicinais. Conta-se actualmente com o suco de batatas cruas para aliviar a existência excessiva de sucos gástricos, e também com a sopa de batatas, como complemento de papas de arroz e em determinados transtornos digestivos da primeira infância.  

                  

            As batatas têm um alto teor de hidratos de carbono e ainda proteínas e fibras. Também fornecem uma parte significativa da quantidade de vitamina C e de potássio de que necessitamos.

            Contudo, o teor de vitamina C começa a baixar quase logo a seguir à colheita, pelo que as batatas acabadas de apanhar são as mais ricas nessa vitamina. A vitamina C é hidrossolúvel, razão por que as batatas fritas ou assadas são as que melhor a conservam. A cozedura em água provoca perdas de nutrientes, que se dissolvem na água, e a batata em puré é a que contém menos vitamina C. A perda de vitamina também ocorre através das superfícies expostas ao ar, pelo que, quanto mais cortadas são as batatas, menor será o seu teor vitamínico.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 21:38

Outubro 11 2010

 

            Muito se tem escrito na imprensa, livros e revistas sobre os benefícios do vinho tinto, baseados em evidências científicas, que a ingestão do precioso néctar dos deuses pode reduzir o risco de doenças cardíacas. Criou-se, então, o mito de que uma taça diária de vinho não faz mal, e muitas pessoas aderiram à moda, muitas vezes recomendada pelo próprio médico. Será que o consumo de vinho tinto faz bem à saúde?

 

            A polêmica é antiga, mas parece que, finalmente, os estudiosos do problema chegaram a uma conclusão definitiva em relação ao vinho. E ela é favorável. Após alguns anos de estudos nos Estados Unidos, Inglaterra, França e Dinamarca, os especialistas concluíram que quem bebe vinho tinto regularmente reduz em 35% o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Essa descoberta teve início no século XIX e de uma forma bem inusitada.

 

             Autópsias realizadas em cidadãos franceses revelaram que a maior parte deles não possuía artérias obstruídas pela gordura. Isso deixou os estudiosos intrigados, uma vez que pensavam exatamente o contrário, já que a culinária francesa é pródiga em comidas gordurosas. Mas eles também tomavam muito vinho. A conclusão não demorou a chegar. Daí em diante, entidades importantes, como a American Dietetic Association, passaram a receitar o vinho, de forma comedida, é claro. Nos Estados Unidos ele passou a fazer parte da ementa da Universidade Johns Hopkins. Com a continuação das pesquisas, verificaram que o vinho não era benéfico apenas para o coração.

 

            A cada momento se descobre no vinho uma nova propriedade positiva para a saúde. Segundo esse estudo, o vinho é composto de cerca de 400 substâncias, algumas delas podendo aumentar o bom colesterol, evitar a oxidação das células, reduzir a formação de placas de gordura nas veias, dilatar os vasos e melhorar a circulação.

 

            Já se descobriu que os efeitos benéficos do vinho, especialmente o tinto, devem-se aos flavonóides e ao resveratrol das uvas. Os flavonóides são substâncias antioxidantes conhecidas por aumentar o HDL colesterol ("colesterol bom"), diminuir o risco de entupimento das artérias coronárias (aterosclerose) e ajudar a baixar a pressão arterial. O resveratrol é uma substância encontrada naturalmente em diversas plantas, como na casca das uvas (também nas sementes de algumas variedades), no amendoim e no mirtilo, em menores quantidades. Em experiências com ratos de laboratório, o resveratrol tem efeito anti-câncer, anti-inflamatório, redutor da glicemia e outros benefícios cardiovasculares.

 

            Por esse motivo, recomendava-se o uso diário do vinho tinto como um venerável remédio. Entretanto, não podemos esquecer que o vinho tinto também contém álcool, popular nas pesquisas científicas por causar danos em quase todo o corpo. Além dos danos físicos, o consumo de álcool também é grande responsável por acidentes de trânsito, problemas conjugais, familiares e sociais.

 

            Em mulheres, os efeitos lesivos do álcool são mais pronunciados do que nos homens, com risco maior de desenvolver cirrose, lesão cardíaca e neuropatias (lesão dos nervos). Mulheres grávidas que bebem álcool podem causar no bebé a Síndrome Alcoólica Fetal, caracterizada por retardo mental e malformações congénitas. Em homens, abuso de álcool pode interferir na função sexual causando infertilidade por atrofia das células produtoras de testosterona, pode prejudicar o desejo sexual e causar impotência.

 

            Alguns cientistas mais exagerados vão até mais longe, mas não garantem a autenticidade de suas pesquisas. Para eles, o vinho pode combater diversos tipos de vírus, bactérias, câncer, doenças degenerativas e males decorrentes do envelhecimento. Isto porque está comprovado que o vinho possui perto de 200 compostos fenólicos, substâncias que agem como antioxidantes e antiinflamatórios, sendo a resveratrol a mais importante delas.

 

            A mesma substância que é produzida naturalmente pela videira para proteger os cachos de uva dos fungos e da umidade. A resveratrol inibe o desenvolvimento de tumores, protege os neurônios, é um forte antioxidante, combate vírus e é um potente antiinflamatório.

 

            Encontrado principalmente na casca e nas sementes das uvas, o resveratrol aparece mais nos tintos franceses feitos com uva tannat. Ele quase não existe nos vinhos brancos e nos espumantes.

 

            Podrá haver mais prejuízos, usando o vinho tinto,  para a saúde do que benefícios, se não houver cuidado e bom senso.

 

            É melhor usar um pouco de vinho tinto, se comer um prato de cozido à portuguesa, feijoada à brasileia, tripas à moda do Porto, e outros pratos gordurosos e com carne, do que acompanhá-los com água. Usar água nesses pratos ou mesmo sumos de fruta não é muito saudável. O vinho devido às suas propriedades, poderá equilibrar  reduzir e queimar essas gordura.

 

             Mas usando em mairores cuantidades, chegando a um estado de euforia e embrieguês o prejuízo é grave para a saúde. Um copo ou dois poderá ser razoável, dependendo da cuantidade de comida (principalmente carnes gordas), e da constituição do indivíduo.

 

            Usar o vinho tinto fora das refeições, e mesmo com as chamadas refeições leves à base de saladas aí o vinho não irá beneficiar. Se não conseguir controlar o bom senso o melhor será de o evitar.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:21

Outubro 07 2010

 

            A azeitona fruto da oliveira é constituída basicamente por uma pele exterior, de composição celulósica que contem produtos aromáticos e corantes naturais, uma polpa, onde se encontra a grande parte dos ácidos gordos e um caroço que encerra substâncias nutritivas.

 

            É rica em ácidos gordos monoinsaturados e possui diversos minerais na sua composição como o cálcio, fósforo, potássio, magnésio, enxofre, cloro, ferro, cobre, manganésio e sódio, e vitaminas como a niacina, riboflavina, tiamina, Vitamina B6, Vitamina B12, Vitamina E e carotenóides.

 

            Além da gordura monoinsaturada, com todos os seus benefícios, a azeitona é rica em polifenóis (substâncias químicas vegetais que são potentes anti-oxidantes). Ao prevenir as oxidações biológicas, os polifenóis reduzem a formação de radicais livres. Estes, através do dano celular que produzem, são os grandes vilões do envelhecimento e das doenças crónico-degenerativas, como o cancro.

 

            O principal defeito nutricional da azeitona está inerente ao seu método de conservação. Utilizam-se salmouras (água com sal) para aumentar a duração do produto. Tal processo, aumenta muito o teor em sódio da azeitona. Daí a azeitona ter uma conotação negativa.

 

            A azeitona faz bem e trás benefícios à saúde idênticos ao azeite, mas como em tudo na vida, a moderação é a palavra de ordem. Não se deve exagerar o consumo devido ao seu alto teor de sódio, proveniente do método de conservação.

 

            É muito utilizada em diversos pratos da culinária, principalmente, dos países mediterrâneos (Portugal, Espanha, Itália e Grécia).

 

            Propriedades medicinais: adstringente, anti-reumática, anti-séptica, anti-álgica, antiasmática, anti-inflamatória, anti-lítica, broncodilatadora, colagoga, depurativa, diurética, emoliente, espasmolítica, hipocolesterogênica, hipoglicemiante, hipotensora, laxante, aromática, nutritiva, restauradora, vermífuga, vulnerária.

 

            Indicações: asma, algias, colite, constipação, enterite, erupções cutâneas, estomatite, gastrite, gota, hipertensão arterial, pedras nos rins, queimaduras, toxinas no sangue, reumatismo, vermes intestinais.

 

            Cinco conselhos e cinco dicas para as integrar numa alimentação saudável

Aperitivo ou acompanhamento? Dê um toque fresco e aromático às suas refeições e tire todos os benefícios dos seus ácidos gordos mono-insaturados.

Estes são conhecidos como “gorduras boas”, que ajudam a reduzir o “mau” colesterol (LDL) e manter o “bom” (HDL)!

 

            Integradas numa alimentação nutricional as azeitonas são ainda ricas em água e fibras, que ajudam a manter o organismo hidratado.

            Embora façam parte da gastronomia portuguesa há milhares de anos, a maioria das pessoas ainda não descobriu as vantagens de ter as azeitonas por perto:

 

            1 – Sabia que as azeitonas são dos aperitivos mais saudáveis? Seis azeitonas (com 23 gramas de peso) têm menos de metade das calorias de igual peso de amendoins ou cajus (54 kcal. vs. 131 kcal. e 140 kcal., respectivamente).

 

            2 – Conservadas em salmoura (água e sal), as azeitonas são uma alternativa saudável para temperar, em substituição do sal, vilão da hipertensão.

            Pode-se ainda optar pelas conservadas em azeite, com um teor de sal bastante mais reduzido do que as preservadas em salmoura, dando assim um tempero especial e saudável às refeições.

 

            3 – Adicionar azeitonas às saladas é sinónimo de lhes juntar também muitos antioxidantes (sobretudo vitamina E), que protegem o organismo do ataque dos radicais livres.

 

            4 – Livres de “mau” colesterol e ricas em aromas, as azeitonas podem substituir outros condimentos e molhos nos guisados, estufados…

 

            5 – Integradas numa alimentação nutricional as azeitonas são ainda ricas em água e fibras, que contribuem para o bom funcionamento do aparelho digestivo.

           

            Para quem gosta de azeitona, uma boa notícia ela ajuda no combate do mau colesterol. O colesterol total é composto por dois tipos, o HDL, conhecido como colesterol bom e necessário para o corpo, e o LDL, o vilão que precisa ser controlado, pois pode causar o entupimento de veias e artérias, levando ao infarto de miocárdio e derrame. Uma forma de alterar o nível ruim do colesterol é consumir a azeitona e o azeite de oliva Extra Virgem, dois exemplos saborosos e nutritivos. 

 

            Em substituição a gordura saturada, considerada ruim para a saúde, presente em produtos de origem animal, como manteigas, leite integral e derivados, carnes gordas e frituras em geral, entra a azeitona, e o azeite de oliva Extra Virgem, dois alimentos admirados na cozinha, que enriquecem massas e saladas. De acordo com a nutricionista Fabiane Veltrini, “as azeitonas têm alto teor de gorduras monoinsaturadas que ajudam combater o nível de colesterol ruim no sangue, e são fonte de vitaminas A, e E, minerais, como cálcio, ferro, e fósforo. Além de evitar o envelhecimento precoce, já que possui polifenois que evitam a formação de radicais livres”, explica.

 

            As moléculas de polifenois neutralizam os radicais livres, assim como a vitamina C do sumo de limão evita que a maçã descascada escureça. Por isso, as azeitonas devem fazer parte da alimentação ao longo de toda a vida. A azeitona também possui água e fibra alimentar, importante para o funcionamento do intestino.

 

            Segundo Fabiane “o ideal é consumir em média de 5 a 7 azeitonas por dia, ou 1 colher de sobremesa de azeite de oliva Extra Virgem, para diminuir o nível de colesterol ruim”, diz.

 

            As azeitonas verdes são adstringentes; porém as pretas têm um poder laxativo.

            As azeitonas são contra-indicadas na gravidez.

 

            Quando usadas moderadamente, nunca ultrapassar mais que oito azeitonas, são muito benéficas nas saladas, e em todos os pratos vegetarianos, poderá em vários pratos substituir as proteínas da carne.

            O que realmente poderá prejudicar é o seu abuso, não se deve comer azeitonas como quem come tremoços.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 21:57

Março 15 2010

     
       A água não tem nenhuma caloria, portanto não engorda. O que acontece é que o excesso de líquidos à refeição poderá dilatar o seu estômago, e com um estômago dilatado cria uma sensação de vazio, e então poderá comer mais… Tudo isso para tentar encher as necessidades do estômago.
           
            Beber ou não beber água durante as refeições? Essa é uma grande polémica entre os especialistas. Porém, o problema não está em ingerir água ou outros líquidos pois não é a sua digestão que causa aumento de peso. O fato é causado pois o estômago é muito elástico e quando se ingere líquidos ocorre o aumento do volume do estômago, e com isso, ele precisará de mais alimento para a pessoa se sentir saciada.

            Quando um volume maior é ofertado para o estômago, propiciará o aumento desse órgão. Consequentemente, quando se ingere líquido durante as refeições, o indivíduo acaba comendo mais e também ganhando uns quilinhos a mais.
            A região abdominal, normalmente, é a que tem a maior facilidade em depositar as gorduras, decorrentes de calorias ingeridas em excesso.
 
            A ingestão de líquidos pode ainda interferir na acção dos sucos gástricos que actuam na digestão dos alimentos. O problema pode ser agravado se a pessoa consumir refrigerantes com grande frequência. Esses produtos também causam o aumento do estômago, liberam gases e agridem a mucosa desse órgão, podendo causar outros problemas e doenças estomacais e intestinais.

            Alguns especialistas indicam que não se deve beber nenhum tipo de líquido entre 30 minutos a 2 horas antes e depois das refeições. Esse período é o tempo que leva a digestão.

            Outro problema que pode aparecer quando se ingere bebida é a sensação de fome que a pessoa vai sentir com mais rapidez e por esse motivo também não é indicado para pessoas que estão querendo emagrecer.
 
            Tomar líquidos junto das refeições, é um hábito, e como todo o hábito, é muito difícil de ser mudado, aconselho portanto a moderar a ingestão de líquidos durante as refeições evitando exageros.
 
            Uma coisa é certa: bebida alcóolica engorda sim. Então, seja coerente e não exagere. É importante frisar que, tirando a hora das refeições, temos que tomar dois litros de água por dia. E não se esqueça: cuide sempre da saúde!
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 
  

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publicado por professorkibersitherc às 00:33

Março 08 2010

 

            Muitas pessoas usam o pão torrado julgando que assim irão emagrecer, outras, porém, tiram o miolo do pão na hora de fazer a dieta, julgam que o miolo engorda mais, é um hábito comum na hora de emagrecer.
 
            Qual é a diferença entre o pão fresco e a torrada? E entre a côdea e o miolo do pão? A massa utilizada para fazer o miolo é diferente da massa da côdea? Não, não é. A diferença entre o miolo e a côdea, ou entre o pão fresco e a torrada, é que o pão torrado passou por uma maior exposição ao calor, que leva basicamente a duas alterações:
 
            Reação de Maillard: reação química entre o carboidrato e a proteína do pão, dando-lhe o aspecto torradinho; desidratação: o calor faz com que boa parte da água do pão ou torrada seja evaporada, e o alimento fica mais seco.
 
            Ao torrar o pão nenhum nutriente calórico é perdido. As quantidades de carboidratos, proteínas e lipídicos nos dois casos são as mesmas. Do pão para a torrada não muda nada para quem quer emagrecer. A única modificação bem-vinda é que é necessário mastigar mais para humedecer o alimento.
 
            O pão ao ser torrado (e virar torrada) perde água e por isso torna-se mais leve.
Muitas pessoas que estão em processo de emagrecimento ingerem torrada na mesma quantidade, ou ainda em quantidades muito maiores, do que ingeriam de pão fresco.
Como a torrada é mais leve, dá a sensação de que comemos menos, e aí mora o perigo.
Se comermos torrada na mesma proporção do pão, consequentemente engordaremos da mesma maneira!
 
            O problema não é a torrada em si (o pão só por si não engorda), porque a maioria barra a torrada com manteiga ou margarina e por vezes consume excesso e lá se vai a linha para quem quer perder peso.
 
             Sobre tirar o miolo o que muda é a quantidade. Ao tirar o miolo ou partir o pão ao meio o efeito é o mesmo. Aliás: é melhor partir, porque você come menos ainda.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 
 
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publicado por professorkibersitherc às 17:52

Fevereiro 28 2010

 

            O aumento de peso acontece quando ingerimos mais calorias do que aquelas que o nosso organismo consegue gastar. Ora, como praticamente tudo o que comemos ou bebemos tem calorias, teremos que estar atentos ao que ingerimos e ao exercício físico que fazemos durante o dia. Ainda continua a haver muita gente que acredita que o pão ou outros farináceos engordam muito e que por isso é necessário eliminá-los das dietas de quem quer perder ou manter o peso. É errado. Estes alimentos são obrigatórios numa alimentação equilibrada e saudável e se não forem confeccionados ou recheados com gorduras ou alimentos ricos em gordura não têm efectivamente muitas calorias.
 
            O pão não é um alimento muito calórico, muito pelo contrário. O pão é um alimento que pode fazer parte de qualquer programa de perda de peso. O problema não é o pão em si, o problema é que ninguém come pão "às secas"! Comemos pão com manteiga...com doce...com queijo gordo...ensopamos o pão no azeite...nos molhos...e aí sim reside o problema. Tudo isso é que é extremamente calórico, mas o pão é que acaba sempre por arcar com as culpas. Portanto, o meu conselho para si é que tenha atenção a este facto. se realmente consome muito pão às refeições, seja mais contida na outra fonte de hidratos de carbono da refeição (arroz, batata, massa). Já agora prefira sempre pão mais escuro (mais rico em fibra) ao pão mais claro (mais refinado e menos restritivo).
 
            O pão integral engorda menos que o pão corrente?
            Não. O pão integral fornece sensivelmente as mesma calorias que o pão branco ou de mistura. No entanto, os pães mais ricos em fibra, como o de mistura, integral ou de "sete cereais ajudam a combater a obstipação (prisão de ventre), pelo que são muitas vezes aconselhados. O pão mais escuro (mistura, centeio, 'sete cereais') é mais rico em vitaminas e minerais e não tem diferenças significativas no valor calórico, em relação ao pão branco, pelo que é mais aconselhado.
 
            Um engorda menos que o outro?
          Apresentam uma diferença no valor energético, uma fatia de 100 gramas do pão branco tem aproximadamente 40 calorias a mais (230 integral x 270 branco). Caso você esteja de olho na balança, alguns factores podem fazer você decidir comer pão integral: normalmente é mais consistente, implicando em maior esforço de mastigação, durante mais tempo o que, o torna mais saciante e leva a uma menor ingestão de alimentos. A sua riqueza em fibras e amido também o torna mais nutritivo e nos permite passar mais tempo sem a sensação de fome, além de contribuir para uma menor biodisponibilidade dos açúcares e gorduras consumidos simultaneamente, promovendo um menor ganho energético.
 
                Incompatibilidade alimentar.
            Talvez não saiba, mas o pão é incompatível com os alimentos proteicos, como é o caso da carne, peixe, leite, ovos, queijo e etc.
            Não deve ser usado com as frutas, as frutas devem ser comidas separadamente, de preferência com o estômago vazio.
            É uma excelente combinação se usar o pão com saladas, se quer emagrecer é uma óptima dieta nutritiva e saudável.
 
 
PROF. KIBER SITHERC  

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 16:52

Fevereiro 23 2010

 

            Existe o mito que nós precisamos de muita proteína. Algumas pessoas tentam um aumento de energia. Pensam que precisam de proteína para aumentar a resistência. Muitas pessoas comem-na para ter ossos fortes. Mas, em cada um desses casos, o excesso de proteína produz efeito exactamente oposto.
 
            Quando é que você imagina que as pessoas precisam mais de proteínas? Provavelmente quando são crianças pequenas. A Mãe natureza providenciou um aumento, o leito materno, que fornece à criança tudo o que ela precisa. Sabe quanta proteína tem o leite materno? O leite materno tem apenas 2,38% de proteína após o parto, que se reduz para 1,2; 1,6%, em seis meses. Isso é tudo. Então, de onde tiramos a ideia de que os seres humanos precisam de doses maciças de proteínas?
 
            Ninguém realmente tem qualquer ideia de quanta proteína precisam. Após dez anos estudando as necessidades humanas de ingestão de proteínas, o Dr. Mark Hegstead, antigo professor de nutrição da Harvard Medical Shool, confirmou o facto de que a maioria dos seres humanos parece adaptar-se a qualquer quantidade de proteína que esteja disponível para eles. Além do mais, mesmo pessoas como Frances Lappé, que escreveu Diet for a Small Planet, e que por quase uma década promoveu o conceito de combinar vegetais para conseguir todos os aminoácidos essenciais, dizem que as pessoas não têm de combinar as suas proteínas, que se você fizer uma dieta vegetariana convenientemente ponderada, conseguirá toda a proteína de que necessita.
             A National Academy of Sciences diz que o norte-americano adulto precisa de 56 gramas de proteína por dia. Num relatório do International Union of Nutritional Sciences, descobrimos que cada país tem diferentes exigências de proteínas diárias para o adulto, que variam de 39 a 110 gramas por dia. Assim, quem realmente tem alguma ideia? Por que você precisaria de toda essa proteína? Presume-se que seja para repor o que perdeu. Mas você perde só uma pequena quantidade por dia, através da excreção e respiração! Então, onde eles conseguiram essas cifras?!  
  
            A National Academy of Sciences, revelaram a quantidade de 56 gramas. De facto, os relatórios deles diziam que só precisámos de 30, mas recomendavam 56. Mas eles também afirmam que o excesso de proteína ingerida sobrecarrega o trato urinário e causa fadiga. Por que, então, recomendam até mais do que dizem que precisamos?
            Divulgaram que quando decidiram baixar, depararam com um grande protesto público. De quem? Dos interesses de industriais que ganham o seu sustento com a venda de alimentos e produtos altamente proteicos.
 
            O que é que o seu corpo usa como energia? Primeiro, ele usa glicose das frutas, vegetais e tubérculos. Então usa amido, depois usa gorduras. E a última coisa que chega a usar é proteína. Basta, quanto ao mito. E sobre a ideia de que as proteínas ajudam a aumentar a resistência? Errado. Proteína em excesso dá ao corpo nitrogénio em excesso, que causa fadiga. Gente com o corpo modelado, todo estufado de proteínas, não é conhecida por sua habilidade de correr maratonas. Ficam muito cansados. Bem, e quanto à questão das proteínas fazerem ossos fortes? Errado outra vez. É o contrário. Muita proteína tem estado ligada sempre à osteoporose, degeneração e enfraquecimento dos ossos. Os ossos mais fortes do planeta pertencem aos vegetarianos.
 
            Comer carne devido às proteínas é uma das piores coisas que se pode fazer. Um dos produtos derivados do metabolismo da proteína é a amónia, por exemplo: a carne contém alto níveis de ácido úrico, que é um dos resíduos ou produtos excretórios resultantes do trabalho das células vivas. Os rins extraem ácido úrico da corrente sanguínea e enviam-no para a bexiga para ser passado com a ureia, como urina. Se o ácido úrico não for pronta e seguramente removido do sangue, o excesso se acumula nos tecidos do corpo, para mais tarde provocar gota ou pedra da bexiga, sem mencionar o que ele faz para seus rins. Descobriu-se que as pessoas com leucemia, em geral, têm níveis muito altos de ácido úrico na corrente sanguínea.
  
            Um pedaço médio de carne tem 907,2 mg de ácido úrico. O seu corpo pode eliminar só 518,4 mg de ácido úrico por dia. Você sabe o que dá à carne o seu sabor? Ácido úrico do animal, que agora está morto, e que você está consumindo. Se duvidar disso, tente comer carne à moda Kosher (ortodoxa judaica), antes de ser temperada. O sangue é drenado e, assim, a maior parte do ácido úrico. Carne sem ácido úrico não tem sabor. É isso que você quer pôr em seu corpo, o ácido normalmente eliminado na urina de um animal?!
 
            São os lacticínios melhores? De algumas formas, são até piores. Todo o animal tem leite com o equilíbrio certo de elementos para esse animal. Muitos problemas podem surgir se bebermos leite de outros animais, incluindo o de vaca. Por exemplo: os fortes hormónios de crescimento, no leito das vacas, destinam-se a fazer um bezerro crescer de 40 quilos ao nascer até quase 430 quilos na maturidade física, dois anos mais tarde. Em comparação, uma criança humana, nasce com cerca de 2.800-3.500 gramas e atinge a maturidade física de 46 a 90 quilos, 21 anos mais tarde. Há uma grande controvérsia sobre o efeito que isso tem em nossa população. O Dr. William Ellis, grande autoridade em produtos lacticínios e como eles afectam a corrente sanguínea humana, declara que se você quiser alergias, beba leite. Se quiser um sistema “entupido”, beba leite. A razão, declara ele, é que poucos adultos podem metabolizar adequadamente a proteína do leite de vaca. A principal proteína no leite de vaca é a caseína. No entanto, a caseína não é o que os humanos precisam.
 
             De acordo com os estudos do Dr. Ellis, tanto as crianças como os adultos têm grande dificuldade em digerir a caseína. Os seus estudos agora mostram que, pelo menos em crianças, 50 por cento ou mais da caseína não é digerida. Essas proteínas parcialmente digeridas com frequência entram na corrente sanguínea e irritam os tecidos, criando susceptibilidade às alergias. Por fim o fígado tem de remover todas essas proteínas de vaca parcialmente digeridas, e isso em compensação coloca uma desnecessária carga no sistema excretório interno e no fígado em particular. Em contraste, a lactoalbumina, a proteína básica no leite humano, é fácil para os seres humanos digerirem. Quanto a beber leite pelo cálcio, Ellis declara que, após fazer testes de sangue em cerca de 25.000 pessoas, descobriu que aqueles que tomam três, quatro ou cinco copos de leite por dia, têm o mais baixo nível de cálcio no sangue.
  
             Ainda de acordo com Ellis, se você estiver preocupado em obter cálcio suficiente, simplesmente coma muitos vegetais verdes, manteiga de gergelim, ou nozes, todos são muito ricos em cálcio e de fácil digestão. Também é importante notar que se você consome cálcio em excesso, ele pode acumular-se em seus rins e formar pedras.
 
            Por que razão não ouvimos essas coisas sobre os lacticínios? Por muitas razões, algumas tendo a ver com condicionamentos passados e sistemas de crenças. Outra razão com o facto de os governos gastar milhões de euros por ano para negociar os excedentes de lacticínios. De facto, de acordo com o New York Times (18/11/83), a mais nova estratégia é uma propaganda do governo para incentivar o consumo adicional dos produtos de leite, apesar dessas tais medidas se chocarem directamente com outras campanhas que alertam quanto aos perigos de consumir gordura em excesso.
            O depósito do governo norte-americano está repleto com cerca de 650 milhões de quilos de leite em pó, 194 milhões de quilos de manteiga e 450 milhões de quilos de queijo.
            Os países que formam a União Europeia, encontram-se nas mesmas condições, existe excesso de lacticínios, a União Europeia gasta milhões de euros na conservação de energia eléctrica para os frigoríficos desses produtos. O leite armazenado terá que ser convertido em pó para não se estragar e o excesso de manteiga já foi comparada a montanhas, tudo isso, devido ao excesso de produção. Os próprios governos subsidiam os produtores para não pararem com uma produção que nos países ricos está em crise.
           
            Os interesses económicos estão acima da saúde, por isso, há todo o interesse tanto dos industriais como dos governos que as populações consumem excesso de proteínas, para rentabilizar um sector que tem um peso muito elevado na economia dos Estados Unidos e União Europeia.
 
PROF. KIBER SITHERC
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 17:30

Fevereiro 15 2010

 

             Muitas pessoas consideram que a laranja é prejudicial à noite para a saúde e para isso, citam o seguinte provérbio: “A laranja de manhã é ouro, de tarde é prata e à noite mata”. Este provérbio é de origem árabe, mas foi mal traduzido e interpretado. O provérbio original é o seguinte: “A laranja de manhã é ouro, de tarde é prata e à noite é chumbo”. Significando o seguinte: de manhã a laranja faz melhor principalmente em jejum, por isso, é ouro, melhor do que de tarde, que é prata. Assim as virtudes da laranja vão diminuindo para o final do dia, como o valor dos metais, acabando à noite por ser chumbo.
 
            Interpretou-se mal “chumbo” por “mata”, por se achar que “chumbo” queria dizer pesado para o estômago, ou então para rimar: prata com mata.
 
            Este provérbio tem uma sabedoria árabe milenar, que foi adquirida pela experiência. A laranja como qualquer outra fruta faz bem principalmente em jejum, com o estômago vazio. Porquê? A razão é que as frutas não são, em princípio, digeridas no estômago: são digeridas no intestino delgado. As frutas são destinadas a passarem rapidamente pelo estômago, dali indo para o intestino, onde libertam os seus açúcares. Mas se houver carne, batatas ou amidos no estômago, as frutas ficam retidas lá e começam a fermentar. Você comeu alguma fruta de sobremesa, após uma opulenta refeição, e passou o resto da noite arrotando aquele desconfortável sabor restante? É por que você não a comeu da maneira adequada. Você deve sempre comer fruta com o estômago vazio.
 
            Poderá achar que é problemático usar as frutas?! Não, se as usar de maneira adequada, poderá usar as frutas ou sumos meia hora antes das refeições, por que a sua digestão é rápida, de preferência não as misturar. Altere a variedade durante o dia.
            Se gosta de comer frutas, use-as logo de manhã, e faça uma regra de ouro na sua alimentação: depois das 21 horas, coma só frutas, verá que acordará com mais saúde e energia.
 
            Se tiverem o estômago vazio, à noite, poderão comer as laranjas sumarentas que tanto apreciam, verão que não lhe farão mal algum.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 19:54

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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