Método Kiber

Dezembro 06 2009

 

     
       De dentro para fora. De nós para vós. Partilhar para lucrar. Amar para ter amor. Do interior para o exterior. É assim que funciona a mente positiva!
            Usando o exterior para o interior, é sermos dominados pelas nossas emoções, que foram manipuladas pelos nossos sentidos. Como vimos num número anterior só temos acesso a eles exteriormente. São os nossos sentidos que nos podem influenciar, mudar os nossos estados, tanto mental (interior) como fisiológico (exterior).
            Milhares de espanhóis, procuraram inutilmente o Eldorado, sujeitaram-se a todos os perigos e dizimaram as populações locais em busca de um sonho que nunca se concretizou.
            Os Cristãos, percorreram toda a Mesopotâmia, à procura do paraíso revelado pela Bíblia e não o encontraram.
            Também desesperadamente se procurou a fonte da eterna juventude, a pedra filosofal que curava todas as doenças e o elixir da longa vida. Tacteou-se pelos desertos, na esperança de se encontrar a cidade das “Mil e Umas Noites”!  
            A inteligência humana, olhando para o exterior, sempre idealizou utopias pelas quais se debateu. Sempre foi mais fácil para o espírito criativo inventar um mito para se exteriorizar, do que olhar para o seu interior.   
Antes de pensar naquilo que não tem, dê graças a Deus por aquilo que tem. Para atingir a abundância, deverá aceitar na sua mente o sentimento da riqueza. Crie na sua mente subconsciente a imagem da riqueza, da prosperidade, e da fartura. Para atrair a riqueza ela terá que estar no seu interior que depois se reflectirá no exterior, se a riqueza estiver na sua mente ela se exterioriza no mundo real. O Eldorado só poderá estar no seu mais profundo interior.
 Se procura a paz de espírito, entre no Paraíso da sua mente interior. A felicidade está dentro de si, nunca está além. Em vão procurará o Éden ou um sítio encantado no exterior, a não ser nos contos de fadas.
A fonte da eterna juventude está dentro de si, aí se encontra o elixir da longa vida, ser jovem é um estado de espírito, você poderá ser um jovem de 80 anos, que continua a usar a mente criadora ou um velho de 30 anos, em que envelheceu e estagnou todas as capacidades criativas.
Se procura o Príncipe Encantado ou a Alma Gémea, há que agir e converter-se nesse ser, porque o amor não está além para que se procure e encontre. O amor, ou seja a mítica “cara-metade” nunca a vai encontrar no exterior, porque ela está dentro de si. Para ter amor terá que irradiar amor. Deverá de se tornar a pessoa adequada, em vez de procurar em vão a pessoa certa. Pense nos atributos e valores, que poderá levar para uma relação, em vez de exigir desse mesmo relacionamento. Quer amor? Então dê amor. Goste de si próprio, se procura o amor da sua vida. Sempre do interior para o exterior.
Se quer que o respeitem, respeite primeiro os outros. Não gosta que o critiquem então não critique os outros. Não se esqueça das palavras do Mestre: “Com a medida que tiverdes medido, vos hão-de medir a vós”. Para que confiem em si dê primeiro provas de confiança.
Não se esqueça, sempre do interior para o exterior, dê o exemplo (no estado presente) daquilo que pretende atingir. Nem sempre é possível alcançar, porque muitas vezes não se pede com precisão.
 
PROF. KIBER SITHERC

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Setembro 30 2009

 

 

           Quando Alexandre Magno finalizou a sua conquista à Índia, a Europa se aproximou da misteriosa Índia. O novo Império de Alexandre tornou-se uma ponte cultural que muito influenciou a civilização Helénica. O estoicismo, com raízes orientais, ensinado pelo filósofo Zenão, foi algo estranho que mais tarde se entranhou até ao Império Romano.
            Mas os Gregos tinham uma concepção original quanto ao projecto humano: acreditavam no Destino. Segundo a mitologia Greco-romana, o Destino era um deus que continha um grande livro em que tinha o curso dos acontecimentos determinados de um modo irrevogável e independente da vontade humana. Livro esse que só os deuses o poderiam consultar.
            Os Judeus, tinham uma concepção diferente. Segundo Jeremias, Deus moldava os humanos segundo o seu critério como se fosse um oleiro. Paulo de Tarso, escreveu numa das suas epístola que Deus tinha poder de fazer uns vasos para honra e outros para desonra. Porque o mesmo se considerava um vaso escolhido, na sua missão apostólica.
            O Cristianismo, desenvolveu a ideia da predestinação, os eleitos que colaboravam com a divindade esperariam a recompensa da felicidade celestial e da vida eterna. Quanto aos ímpios, estava predestinado o fogo eterno que os consumiria. Segundo esta concepção nada se poderia alterar, porque o próprio Deus já tinha tudo determinado.
            O mau marceneiro põe a culpa nas ferramentas. O conformista poderá contentar-se com a sua sorte acreditando no seu destino. Quando dizemos: é o meu destino. Estamos condicionados a seguir o caminho mais fácil que nos parece que nos foi traçado. Dessa maneira esqueçamos do nosso livre arbítrio e que somos seres pensantes.
            A ideia do karma pretende mostrar que a nossa situação actual é o resultado das nossas acções anteriores. Uma mulher acreditando que foi uma má esposa, poderá aceitar todo o sofrimento com o seu cônjuge. A necessidade de punição poderá ser aceite para que tenha a felicidade matrimonial na próxima vida, desta maneira ela nada fará para evitar tal situação constrangedora. São os nossos pensamentos que construíram a nossa situação actual.
 A ideia do karma poderá ser prejudicial quando aceitemos o sofrimento como uma punição em que nos condiciona a não mudar de rumo às nossas vidas. Igualmente a ideia que nascemos com o Destino traçado prejudica-nos
            Lembre-se, uma coisa é certa, todos nós somos vítimas das nossas crenças. Elas tanto nos podem ajudar como nos podem atormentar.
            Não pretendo discutir se existe Destino ou Karma. As ideias são ferramentas, devem ser usadas para nos ajudar a alcançar a felicidade. Se a ideia do karma nos aflige deveremos usar outra ideia (ferramenta), por isso, é que há tantas ideias, religiões ou filosofias de vida para todos os gostos.
Uma coisa é certa, no vazio nada se escreve ou se aprende. Todos nós levamos experiências do passado que nos poderá moldar ou condicionar, mas a força e a persistência dos nossos actos poderão fazer o nosso próprio destino. E todos nós somos responsáveis pelos nossos actos e eles nos podem condicionar no futuro, então surge a ideia do karma em que Paulo usou a seguinte expressão: “Tudo o que o homem semear isso também ceifará”. Se pensarmos e aceitarmos que são os nossos pensamentos e actos que nos determinaram todo o nosso sofrimento actual, então, torna-se mais fácil, conseguir a mudança das nossas vidas, porque tudo depende de nós.

 

Pelo Prof. Kiber Sitherc

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Setembro 30 2009

     

 

 

            São duas forças que nos acompanham. Fazem parte da nossa vida. Houve quem as comparasse a duas forças gémeas. Eu as equiparei a duas energias simétricas, como são proporcionais, devem equilibrar-se das nossas vidas, sem uma não existiria a outra.
 O que seria de nós se não houvesse a dor? E o que seria da vida se não sentissem o prazer?! E como compreendíamos o prazer se não houvesse a dor, se não houvesse as trevas como compreendíamos a luz?     
            Elas controlam a sua existência. Em todas as decisões que fizer elas estarão em sua vida, nenhuma delas deverá subestimar, pois ambas lhe serão úteis.         
            Compreendendo e utilizando as energias da dor e do prazer você poderá transformar-se, de uma vez por todas, de criar as mudanças positivas, os benefícios que há tanto almeja para si próprio e para as pessoas que o rodeiam. O desconhecimento e a falta de compreensão destas forças gémeas o condenarão a proceder, como um animal ou um robot.
            Tudo o que fazemos se deve à nossa necessidade de evitar dor ou ao nosso desejo de obter prazer. É uma lei que nos dirige e da qual temos que decidir.
            Porque tantas pessoas experimentam drogas, sabendo que os mesmos que as usaram, ficaram dependentes delas e se tornaram uns farrapos humanos? Isso deve-se à necessidade de obter prazer, e quem pensa assim, não se importa como poderá obtê-lo. Outros, porém, não sentem qualquer desejo em experimentar, porque associaram ao seu consumo como destruição e morte o que os levaria à dor.
            Porém, mesmo assim, os escravos do vício, sentem o desejo de se libertarem, mas associam o não consumo à dor (primeiro experimentaram para obterem prazer, depois consomem para não sentirem a dor), libertam-se só quando atinjam um nível de dor que consideram como seu supremo limite.
            Como aquela mulher que é maltratada pelo seu parceiro, ao experimentar dor suficiente, decide mudar ao associar a mudança ao prazer de se libertar.
            Conheci uma mulher que ao deixar de fumar, não associou dor suficiente a esse hábito, dizia frequentemente que era fino e elegante uma mulher fumar, não demorou muito que voltasse ao anterior vício.
            Quando pretender mudar um mau hábito, ou um relacionamento problemático, deverá de associar ao máximo de dor o estado que deseja mudar, o prazer será associado aquilo que deseja alcançar.
            Um exemplo: uma mulher ao sofrer os maus tratos do cônjuge, associa à separação a dor (medo das represálias dele, da sua sobrevivência, das críticas alheias, futuro incerto, etc.), apesar do prazer de mudar, não consegue, porque é mais forte a dor da separação. Só quando ela sente dor suficiente e diga: “Basta, nunca mais, tenho mesmo que mudar”. Esse é o momento extraordinário, em que a dor se torna nossa amiga. Aí surge a mudança radical, porque associamos o máximo prazer à mudança.  

 

            Tudo é subjectivo, depende da maneira como sentimos as coisas, o que para uns é prazer para outros é dor. Se a sua situação em que vive é dor, experimente a intensificação da dor em que está. Diga: “Basta de sofrer!”. Deverá motivar a sua decisão para a mudança, para remover a dor da sua vida e estabelecer o prazer do bem-estar. Intensifique o prazer da mudança, use todos os seus sentidos. Visualize o que pretende alcançar, e sinta a beatitude nessa esperança.
 
 Pelo Prof. Kiber Sitherc
kiber-sitherc@sapo.pt
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Setembro 30 2009

 

           Foi na China que nasceu a moda das mulheres dos pés pequenos, como a natureza não os concebeu, usou-se um sapato tipo bota para que atrofia-se o pé para que ele não desenvolve-se. A partir dos quatro anos as mães afligiam os pés das filhas todo o tempo, igualmente de dia como de noite. Esse tipo de bota reduzia o tamanho do pé, atrofiando os quatro dedos dos pés sobre o grande. Esse padrão de beleza se impôs a todas as condições sociais, desde a nobre à camponesa. As meninas calçadas dessa maneira, teriam dificuldade de andar, as caminhadas eram curtas e lentas, elas andavam de uma maneira ondulante. Mas essa característica das tristes meninas, se considerava para a época uma sedução feminina. Durante mil anos, as meninas chinesas foram torturadas para que tivessem um pé perfeito e concebessem um bom casamento.    
            Uma amiga comprou uns sapatos nos saldos, como não havia o seu número, resolveu levar um número abaixo do seu. Os sapatos eram apertados, mas ela esperava que eles alargassem. Encontrei-a na rua coxeando e aflita dos pés, ao contar toda a sua história, tive que sorrir e usei a seguinte expressão: “Descalce essa bota”.
            Ela tinha as suas razões, gostou muito dos sapatos, mas não havia o seu número. Eles estavam em promoção, não queria perder a oportunidade de comprar aqueles sapatos por baixo preço, e pensou que talvez eles ao caminhar alargassem com o tempo.  
            Quando voltei a vê-la, ela sorriu, pois tinha substituído os tais sapatos por uns ténis muito mais confortáveis. Confessou-me que os pés tinham ficado doridos, e ao substituir os sapatos pelos ténis sentiu um grande alívio.
            A dor é um sintoma incómodo, é um sinal avisador de que algo está errado, quando surge, revela que não deve passar despercebida, pois devemos lhe dar grande importância. Se tentarmos ignorá-la poderemos mais tarde sofrer as consequências. Já imaginou se não sentíssemos a dor? Correríamos numa maratona até arrebentar, ou morreríamos de qualquer doença inconscientemente. Todos os animais assim como a nossa espécie se extinguiriam.
            A dor pode ser interpretada como nossa amiga, se nós formos receptivos à sua mensagem. Na verdade, ela não é uma companhia desejada, por isso, afaste-se dela enquanto é tempo. Quem procura uma pedrinha para o sapato, com certeza que sentirá um grande incómodo e mesmo dor. É contrário à nossa natureza procurar a dor, quem a procura e tira dela prazer é masoquista. Apesar a dor ser sentida, por vezes a vítima acomoda-se, habitua-se ao sofrimento, surge o medo de descalçar a tal bota, o medo de não encontrar algo que a substitua. Tais pessoas usam o seguinte refrão: “Sei que estou mal, mas se mudar poderei piorar”. Então, agarram-se ao seu sofrimento como se fosse o seu destino. Pior ainda, quando o orgulho se impõe, pois fazem do sofrimento a sua bandeira.
            Quando uma bota nos magoa os pés o que devemos de fazer? O bom senso nos diz que devemos descalçá-la, mas nem sempre isso acontece. Apesar do sofrimento doloroso, muitas vezes somos renitentes em descalçá-la.
            Por vezes durante a nossa vida, fizemos opções erradas e precipitadas que nos trouxe sofrimento e infelicidade, mas falta-nos a coragem para sair delas, por vezes ficamos esperando que a situação se resolva por ela própria. Na verdade, nem sempre as coisas se resolvem dessa maneira, por vezes temos que agir, isto é, temos que descalçar a tal bota que nos magoa, apesar de não termos a ousadia de a descalçar.
Quando temos coragem, então, descalça-mos a tal bota, acontece sempre uma mudança, uma sensação de alívio, como sentiu a minha amiga.
 

PELO PROF. KIBER SITERCH

kiber-sitherc@sapo.pt
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Setembro 27 2009

 

 

          O amor é um sentimento, e como qualquer outro sentimento também se aprende. A influência do lar pode ser vital para a criança aprender a amar. É certo que a aprendizagem de uma criança é através do exemplo, por isso, a criança começa por imitar os pais, em tudo aquilo que se possa moldar em seu redor. As cenas de ciúmes, as infidelidades, as agressões mútuas, os jogos psicológicos: mentiras, manipulações, etc. Tudo isso, é a soma do exemplo dos pais, e da sociedade que se pretendeu imitar por vezes de uma maneira inconsciente. Foi essa a mensagem que se aprendeu na infância e adolescência, que nos irá caracterizar os nossos comportamentos ao longo da vida.
           Devemos começar por aprender a gostar de nós. Quando nos amamos, desenvolvemos a auto-estima, não temos tanta necessidade que alguém goste de nós. O verdadeiro amor está dentro de nós, quando ele é extenso, transborda do interior para o exterior, como uma árvore generosa derrama os seus frutos.
            Só gostar não chega. Devemos ser exigentes na escolha do parceiro, para depois não exigir demasiado dele. A nossa alma gémea, é aquela pessoa em que os predicados, assim como os hobbies se adaptam a nós, quanto mais coisas tivermos em comum para partilhar, melhor será o relacionamento
            Costuma-se dizer: “Há sempre um chinelo velho para um pé doente”. Pois significa que qualquer pessoa, por mais feia, pobre, velha ou doente, que não encontre a sua laranja metade. Mas o amor vem quando menos o esperamos, ele surge quando não o procuramos. É como um atropelamento mental, você se esforça para se lembrar de algo e não sai, então dirá: “Está-me na ponta da língua”. Depois surge quando não esperava. Perseguir o amor, cria ansiedade e frustração, ele aparece quando tranquilizar a mente, ele está dentro de si, deixe que ele se exteriorize por seu intermédio.
            Quando se tem o vazio afectivo, pretende-se preencher uma lacuna, tornar-se-á um relacionamento dependente, poderá surgir de uma necessidade em vez de um relacionamento saudável. Nesse estado, é natural que se engane na escolha, o amor passará a ser uma muleta, ou uma tábua de salvação. Em vez de procurar o preenchimento do vazio que existe em si, deverá partilhar o amor que está dentro de si. Procure tornar-se a pessoa congruente, em vez de procurar a pessoa congruente.
            O ciúme é doentio, pois revela uma pessoa insegura, tenta-se subjugar a pessoa amada, aprisioná-la numa gaiola como se fosse um passarinho. O verdadeiro amor liberta e não escraviza. O ciúme faz parte da cultura de muita gente, acham que quando o parceiro sente ciúme há amor, por vezes até provocam ciúmes, para se sentirem seguros. Supostamente, dessa maneira, acreditam que o ciúme alimenta o amor.
            Pelo contrário, o ciúme mata o amor. No ciúme não há amor, mas o desejo e a pretensão de posse da pessoa amada, devido por vezes à insegurança ou simplesmente ao egoísmo. Dá origem ao ódio e vingança, o ciumento sofre e faz sofrer a pessoa que ama. O ciumento, faz afastar a pessoa que tanto receava perder. Lembre-se que o amor morre, quando se pretende ter o parceiro. Ninguém é de ninguém.
     Quando alguém parte, poderá ser doloroso, quando acontece é porque essa pessoa não gostava realmente de si, ou esse relacionamento seria impossível. A chama do amor quando não é alimentada, ela se apaga, por que nada é eterno, o amor também tem um prazo de validade. Há relacionamentos e paixões que terão que acabar, para podermos ser felizes. Há duas maneiras de imunizar-se contra o sofrimento das paixões: é convencer-se a não amar o impossível; e conformar-se que só poderá amar quem gostar realmente de si.
 
PELO PROF. KIBER SITHERC
 
kiber-sitherc@sapo.pt
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Setembro 27 2009

 

 

            Schopenhauer, o grande filósofo alemão, apresentou que o prazer não era positivo mas a dor, cuja presença se fazia sentir. A dor poderá ser nossa amiga! A sabedoria popular nos ensinou: que o frio e a fome põem a lebre a caminho. A História nos revelou que os povos do Sul habituados e adaptados a um clima ameno e agradável, pouco fizeram para o seu progresso, facilmente construíam um abrigo, bastava umas folhas de palmeira para fazerem uma habitação, o vestuário era simples, a terra era generosa para os alimentar. O próprio clima os inspirava ao descanso.
            Ao contrário do Sul, os povos do Norte se parassem morreriam de frio, teriam que colher os alimentos para o inverno, as casas teriam que ser construídas solidamente. Até as suas roupas teriam que ser abundantes e quentes para aguentarem o rigor do clima.
            Por isso, a adversidade os fez progredir, dessa maneira desenvolveram-se mais que os povos do Sul, chegando ao ponto de os dominar e os escravizar.
 É a dor que nos faz tomar atitudes por vezes radicais e corajosas, sair de algo detestável, abandonar as nossas raízes, tentarmos a sorte noutro mundo, desligar de vez com falsos amigos ou parentes. 
            Quando o seu organismo pretende alertá-lo para algo que não esteja bem, ou está a ultrapassar os seus limites, então, envia-lhe um sintoma em forma de dor. Em geral, os sintomas são dolorosos e normalmente desagradáveis.
            A descoberta da origem desse sintoma ajuda-o muitas vezes a corrigir algo que não estava a funcionar correctamente.
            Se estiver a alimentar-se mal, a praticar pouco exercício ou exposto a algo que seja nocivo, o seu organismo alertá-lo-á... enviando-lhe um ou mais sintomas em forma de dor. Quanto mais forte for a dor e extremamente dolorosa, maior será o aviso que algo deverá de ser mudado
            Quando estamos no sítio errado e o meio se torna hostil e espinhoso, entramos no mundo da dor. Às vezes a dor é ignorada, ou esperamos que ela atenue temporariamente, mas ela voltará depois mais forte e indomável. A dor poderá ser nossa amiga se formos receptivos à sua mensagem. Através dela poderemos mudar as nossas vidas. Se encontra numa situação dolorosa em que é maltratada pelo companheiro, em que é prejudicado dolorosamente no seu meio, ou não tem forças nem coragem para sair da dor. Então, faça o seguinte exercício:
            Feche os olhos, visualize algo que o aborreceu e causou-lhe dor. Experimente desenvolver essa imagem e torná-la brilhante. Aproxime-a para mais perto de si. Agora aumente o tamanho. O que aconteceu na sua mente? É natural que os estados negativos se intensificaram, e pense em sair do mundo da dor. Mas se visualizou depois que as coisas abrandam? Então, é natural que entre na inércia. Foi como se sentisse uma forte dor aguda e que depois atenua-se, adiando depois a ida ao médico, julgando que a situação melhorasse por ela própria.
            Tal como a dor aguda (quando estamos no mundo da dor), a situação deteriora-se sempre cada vez mais. Se você intensificar a dor em que está, é natural que tenha que reagir à mudança, como a lebre devido à dor terá que se por a caminho. 
            Usando a dor como nossa amiga, ela torna-se uma ferramenta preciosa para mudarmos as nossas vidas e atingirmos a felicidade e a paz de espírito.
 
PELO PROF. KIBER SITHERC
 
 
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 13:21
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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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