Método Kiber

Novembro 20 2010

 

            O agrião “nasturtium officinale”, é um vegetal comum nos locais mais húmidos como em riachos, e nascentes, localizados na região da Europa.

 

            É descrito pelas características das folhas verde-escuras, polposas, com foliólos em forma circular e o caule derrubado, circular e carnudo que desaparece junto à água, de onde saem as raízes extrínsecas.

 

            Entre o mês de Maio e Setembro floresce, originando umas pequenas flores brancas dispostas num ramo denso, com quatro pétalas em cruz, quatro sépalas análogas, dois estames longos e dois pequenos. Possui quatro filas de sementes dispostas na siliqua curta. O sabor do agrião é caracteristicamente picante assim como o seu odor, o qual é responsável pelo seu nome científico: Nasturtium, é derivado do latim “nasus tortus”, que provém da expressão latina de “nariz torcido”, em referência às qualidades pungentes da planta.

 

            Devido aos seus elementos nutricionais como o cálcio, o fósforo, o heterósido sulfurado, o ferro, o iodo e as vitaminas A, B2, C E e PP, o agrião tem propriedades estimulantes, depurativas, febrífugas, anti-escorbúticas e diuréticas, e é por este motivo que é denominada por “saúde do corpo” nas zonas agrícolas de França. Neste sentido pode aproveitar-se das folhas e o caule, entre os meses de Maio e Setembro, cozidos ou crus, e como acompanhante, uma vez que são próprios para o consumo. Para usufruir das suas qualidades, o agrião precisa de ser consumido fresco e verde, e antes deve ser lavado muito bem, porque a planta pode abrigar parasitas caso seja cultivado em água contaminada.

 

            Propriedades Medicinais: afrodisíaco, anti-séptico, antiescorbutico, aperitivo, diurético, estimulante metabólico, expectorante, febrífugo, hipoglicêmico, laxativo, nutritivo, purgante, tónico estomacal.

 

            O Agrião é composto de glucosídeo, gluconasturtina, óleo essencial (isotiocianato de etilo), betacaroteno, vitamina C, iodo, ferro, manganés, zinco, enxofre, germânio, flúor e cálcio. Não é recomendável a utilização durante a gravidez e em doses altas, vez que o uso excessivo pode irritar os rins.

 

            Antigamente, as pessoas foram aconselhadas a comer Agrião pois o mesmo era considerado como um tónico cerebral. O Agrião é cultivado e se desenvolve melhor em águas correntes rasas e frias.

 

            O agrião é uma planta que contém uma dose excepcional de sais minerais, contendo cinco vezes mais ferro que a couve, a alface e a salsa; é a segunda planta que contém mais enxofre, é rica em sódio, em cálcio e em potássio.

 

            Cem gramas de agrião nos fornecem 23 calorias, 1,70g de proteínas, 3,30g de hidratos de carbono e 0,30g de gorduras. Os antigos escritores gregos utilizavam os grandes poderes revitalizantes do agrião, consideravam-no como um excelente expectorante, afrodisíaco e específico também para o tratamento da escabiose (sarna). 

 

            O agrião é tão eficaz que não se deve usa-lo diariamente, a não ser para tratamento dos brônquios, durante períodos limitados. A quantidade de ferro, iodo e vitaminas que contém faz passar para a água em que é deixada de molho uma boa parte de sua força; por isso, uma receita para a carência de ferro e para a depuração do sangue é chamada Água de Agrião:

 

            Em um copo de água na temperatura ambiente mergulhar folhas de agrião. Cobrir o copo e deixa-lo no quarto de dormir. De manhã, coar e bebe-la sem açúcar.

 

            As propriedades terapêuticas do agrião combatem o raquitismo, o ácido úrico e as doenças do pulmão, agindo na purificação do fígado e do estômago. Os fumadores devem fazer uso do agrião, uma vez por semana, para a desintoxicação do organismo. O seu suco, adoçado com mel é um excelente xarope para combater bronquite, tosse, tuberculose pulmonar e toda sorte de enfermidades catarrais. Usa-se em saladas para combater a diabetes, e o consumo diário para os que sofrem de ácido úrico.

 

            Na culinária, as folhas são muito usadas em saladas, sanduíches, refogados, frituras e como uma guarnição. É possível fazer uma sopa de Agrião.

 

            A ingestão de suco de agrião é recomendável para o tratamento de eczemas, enfermidades do fígado, icterícia, dispepsia, escrofulose, enfermidades dos rins, cálculos, enfermidades da pele, herpes, varíola, sarampo, tuberculose, diabetes, reumatismo, gota, artritismo e como vermífugo.

 

            O suco do agrião tem sabor muito forte para ser tomado sem diluição, mas pode ser ingerido facilmente quando misturado com outros sucos. Esse suco ingerido diariamente em doses de 60 a 150g, ajuda no tratamento das bronquites crónicas, provocando abundante expectoração muco-purulento.

 

            Aplicado em fricções sobre o corpo, suaviza a pele; em fricções sobre o couro cabeludo é usado para evitar a calvície. Misturado com suco de pepino é excelente para a remoção do ácido úrico que causa o reumatismo. Com nabo redondo, cenoura e espinafre é bom para a anemia. Junto com cenoura, salsa e suco de batata é útil na limpeza dos pulmões e tem ocasionado melhoras em pessoas que sofrem de enfisema.

 

            Tradicionalmente, o suco é aplicado para esfolar e clarear acnes, eczema e sardas. É feito cataplasma para inchaços glandulares e linfáticas.

 

            Misturando-se o suco com mel obtém-se xarope usado no combate à tosse, à bronquite e à tuberculose pulmonar.

 

            Não despreze os talos na elaboração dos sucos, pois neles estão os principais valores nutritivos do agrião. Também é efectivo contra a formação de aftas.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 01:03

Novembro 19 2010

 

            Se julga que a batata é um alimento pobre  e insignificante, então, está muito enganado! A batata é um dos melhores alimentos nutritivos, que se encontram ao nosso alcance. 

 

            A batata é originária do Peru, onde fora cultivada desde eras imemoriais pelo povo inca, sendo chamada de "papa" na língua quíchua. Ainda em nossos dias, nos países andinos, produzem-se e comercializam-se mais de 200 variedades diferentes de batatas.

 

            Recente pesquisa baseada no DNA comprovou que todas as variedades da batata descendem de uma única variedade de planta originária do sul do Peru. Esta mesma pesquisa evoca evidências arqueológicas de que o vegetal ali já era cultivado há 7.000 anos para efeitos de alimentação humana.

 

            Em 1570 a batata foi levada para a Espanha, de lá se disseminando para a Europa e depois para todo o mundo.

 

            Os europeus gostaram muito do aspecto decorativo das flores da batateira mas os tubérculos foram olhados com desconfiança, servindo, durante quase um século, apenas para a alimentação do gado. Depois houve uma daquelas fomes cíclicas e as pessoas, a medo, começaram a comer batatas. Nessa evolução parece ter sido determinante o papel de Parmentier, cientista ilustre da corte de Luís XVI.

 

            Actualmente conhecem-se mais de três mil variedades de batata e a produção anual já ultrapassa 300 milhões de toneladas. Só a China produz 23% do total mundial (números de 2005).

 

            O sucesso tem a ver com a grande versatilidade deste alimento, verdadeiro “pão dos pobres”, rico em amido (fécula), vitaminas e sais minerais, com o potássio à cabeça (de 250 a 500 mg por cada 100 g). A Macrobiótica Zen abomina a batata por ser altamente desequilibrada em termos de yin-yang. Tal filosofia prescreve que proporção química ideal dos alimentos é de 5 partes de sódio para 1 de potássio. Ora, a batata subverte o princípio, pois possui, mais ou menos, uma parte de sódio para 12 de potássio. Isso não invalidou que os orientais não se lançassem maciçamente no cultivo deste tubérculo.

 

            Que o consumo da batata engorda é um preconceito infundado. A batata sozinha não favorece a obesidade, salvo se forem consumidas em grande quantidade, como complemento de alimentos ricos em albumina. O que engorda são as más combinações com outros alimentos. Nesse sentido, as batatas fritas é o expoente negativo, a evitar drasticamente em alimentação racional. Os escoceses são conhecidos como homens bastantes magros e, contudo, as batatas constituem o seu principal alimento. Também o alemão do Norte é mais afeiçoado às batatas do que o alemão do Sul, e não se pode dizer que seja precisamente mais gordo e pesado de movimentos do que este.

 

            Se quer emagrecer (ou não quer engordar), evite batatas fritas, optando por batatas cozidas ou assadas com pele.

 

             A melhor maneira de consumir a batata é através da cozedura a vapor, ou assada. Deve ser comida com casca, dado que é na pele e na periferia do tubérculo que se encontram os sais minerais e as vitaminas. Contudo, a fervura faz com que perca uma boa parte das vitaminas, pelo que há quem recomende ralá-la em cru, misturando-a, a seguir, nas sopas.    

  

            As batatas verdes e as greladas contêm os alcalóides choconina e solanina, que podem ser muito tóxicos se ingeridos em quantidades elevadas. Qualquer batata com manchas verdes deve ser deitada fora. Convém extirpar sempre as partes verdes e os “olhos”, ou seja, os pontos onde irão brotar os grelos, porque é aí que se concentra a solanina. A solanina, mesmo em pequenas porções, pode provocar enxaquecas ou sonolência em pessoas sensíveis.

 

            Sob o ponto de vista da fitoterapia, assinala-se que a batata cozida é dos melhores remédios para combater a acidez estomacal, dado que alcaliniza o organismo. Outrossim, no que se refere ao ácido úrico e a todas as formas de artritismo. Comida crua, evita o escorbuto, afasta os parasitas intestinais e cura as úlceras do estômago. A água da cozedura da batata é boa para as queimaduras da pele, gretas e furúnculos. Cataplasmas de batata crua, ou simplesmente cortada às rodelas, aliviam extraordinariamente as dores de cabeça e enxaquecas e diminuem os inchaços. Finalmente, o suco cru está indicado para gastrites, úlceras gástricas e duodenais, dispepsias, litíase biliar e prisão do ventre.

 

            As batatas têm várias aplicações medicinais.

            As batatas têm um alto teor de hidratos de carbono e ainda proteínas e fibras. Também fornecem uma parte significativa da quantidade de vitamina C e de potássio de que necessitamos.

 

            Usada crua, tem aplicação para combater dores de cabeça (colocadas em rodelas sobre a testa) e contra irritações da pele. A batata é bastante indicada para quem sofre de doenças renais. Para eritemas ou queimaduras solares, se faz uma compressa com batata ralada que é trocada três vezes ao dia.

 

            O suco feito com batata é excelente remédio para úlceras do estômago e do duodeno, desde que tomado em pequenas doses, pois o seu uso exagerado pode provocar sintomas de intoxicação. A água do cozimento da batata serve para prevenir e combater a gota.

 

            Contudo, o teor de vitamina C começa a baixar quase logo a seguir à colheita, pelo que as batatas acabadas de apanhar são as mais ricas nessa vitamina. A vitamina C é hidrossolúvel, razão por que as batatas fritas ou assadas são as que melhor a conservam. A cozedura em água provoca perdas de nutrientes, que se dissolvem na água, e a batata em puré é a que contém menos vitamina C. A perda de vitamina também ocorre através das superfícies expostas ao ar, pelo que, quanto mais cortadas são as batatas, menor será o seu teor vitamínico.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 11:41

Novembro 16 2010

 

            O espinafre (Spinacia oleracea) é uma erva rasteira originária do centro e sudoeste da Ásia, pertencente à família das amarantáceas, cujas folhas são comestíveis. É uma planta anual (raramente bianual), que cresce até cerca de 30 cm de altura. O espinafre pode sobreviver durante o inverno em zonas temperadas. As folhas são alternadas, simples, de ovaladas a triangulares na base, muito variáveis em tamanho, desde 2 – 30 cm de extensão e 1 – 15 cm de largura, com folhas maiores na base da planta e menores no topo.

 

            Em inglês, essa verdura verde-escura, é conhecida como spinach e em espanhol, espinaca. Já os franceses a conhecem como épinard, os alemães como spinat e os italianos, spinaci.

 

            As histórias do espinafre estão espalhadas pelo mundo. Acredita-se que foi na Pérsia (actual Irão) que ele foi cultivado pela primeira vez. No século VII o rei do Nepal manda algumas de suas sementes como presente para a China. Quatrocentos anos depois, os mouros invadem a Espanha e introduzem o plantio na região e daí em diante os espanhóis se encarregam de espalhar as sementes no Novo Continente. Tanto que os ingleses chamam o espinafre de The spanish vegetable (o vegetal espanhol).

 

            Muito popular na Europa, o espinafre era refogado com açúcar e consumido como sobremesa. O seu sabor conquistou povos e uma mulher em especial do século XVI: Catherine de Médici, que deixou Florença para se casar com o rei Henrique II, da França. A rainha gostava tanto de espinafre, que os cozinheiros do palácio foram obrigados a inventar diferentes pratos com a hortaliça. Assim, nasceu o termo a la Florentini para designar alguns pratos que levam o espinafre como ingrediente principal. Já no século XX, a verdura começa a fazer sucesso entre as crianças e os adultos aficionados por quadrinhos. Em 1929, E. C. Segar cria o marinheiro Popeye, que come uma lata de espinafre para ganhar força e proteger a sua namorada Olívia do resmungão Brutus.

 

            Em 2001, foi tese de um estudo sobre cegueira. Segundo os pesquisadores do Oak Ridge National Laboratories, no Tennesse (EUA), a proteína do espinafre é capaz de absorver luz. Retirada do vegetal e inserida nas células nervosas da retina, essa substância pode devolver parcialmente a visão.

 

            Existem dois tipos dessa erva rasteira: o asiático e o da Nova Zelândia. O primeiro pertence à família Chenopodiaceae - mesma da beterraba e da acelga - além de ser muito consumido na Europa e nos EUA. Já o segundo é da família Aizoaceae, tem folhas triangulares e pode ser facilmente encontrado no Brasil devido à sua adaptação ao clima tropical. Além dessas duas espécies, existem outras duas que, segundo alguns registos históricos, eram cultivadas na África. Trazida pelos colonizadores portugueses, essa hortaliça contém muita água e por isso reduz muito depois de ir para a panela. Normalmente, 1 kg de espinafre refogado serve em média quatro pessoas. Seu plantio no país vai de Março a Julho, mas nas regiões onde o calor é mais ameno, é possível cultivá-lo durante todo o ano.

 

            O autor de “A Saúde pelos alimentos”, Dr. Ernest Schneider, sugere que entre todas as hortaliças, o espinafre é a melhor por sua quantidade de proteínas, minerais e vitaminas. "Os árabes sabiam que o espinafre é bom para o fígado". Além de óptimo laxante e um excelente antioxidante, é indicado para pessoas anémicas ou desnutridas devido ao seu alto teor de ferro, porém com ressalvas. Segundo o médico Dr. Eric Slywitch, é preciso lembrar que existem diversos tipos de anemia. "Não devemos esquecer que anemia nem sempre é decorrente de falta de ferro. Toda anemia deve ser investigada para saber qual é a sua causa, e o tratamento deve ser personalizado. O espinafre protege a pele, o aparelho digestivo e o sistema nervoso, mas por ser rico em um ácido conhecido como oxálico, não deve ser consumido em grandes quantidades. Esse ácido e suas folhas verde-escuras indicam a presença de cálcio. "Para os vegetarianos isso é fundamental, pois dependendo da dieta, acabam sendo a principal fonte de cálcio", afirma o Dr. Slywitch. Apesar da excelente fonte de cálcio, o médico alerta que o alimento não é indicado em tratamento de osteoporose.

 

            O espinafre é riquíssimo em vitaminas A, B, C e H, contendo ainda potássio, sódio, cálcio, magnésio e ferro.

            Também contém quercitina, um fitoquímico com propriedades antioxidantes, vitamina K, magnésio e manganésio.

 

            É indicado para pessoas com tendência a hemorragias, diabéticos, nervosos, portadores de vermes intestinais e doenças da vista, o espinafre deve ser comido cru, em saladas ou bebido em forma de suco.

 

            Contra-indicação: como é laxativo e estimulante da secreção gástrica, não é aconselhado para pessoas com gastrite ou úlcera estomacal.

            Propriedades medicinais: diurético, laxante, tónico.

 

            O espinafre é uma hortaliça com enorme valor fisiológico e nutritivo, bastante rico em vitaminas, minerais em forma de sais, clorofila, oligoelementos e fermentos. 100g de espinafre contêm 93 g de água; 2,3 g de proteínas; 0,3 g de gordura e 1,8 g de hidratos de carbono e apenas umas 20 calorias. Possui poucas calorias e por isso é recomendado em regimes de emagrecimento.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 22:46

Novembro 07 2010

 

            Segundo um estudo da Universidade de Berna, na Suíça, o consumo frequente de cebola pode prevenir a osteoporose, doença que atinge um terço das mulheres após a menopausa.

 

            O estudo aponta que um grama de cebola por dia pode evitar um processo chamado reabsorção, no qual o osso perde cálcio e torna-se frágil. Quinhentos miligramas de cebolas misturadas com alho, alface, tomate, salsa e pepino teriam o mesmo efeito. Nos testes, os animais alimentados com cebola  tiveram os ossos fortalecidos.

 

            Outro dado interessante: de acordo com informações do National Cancer Institute, dos Estados Unidos, homens que habitualmente consomem alho e cebola têm menor risco de desenvolver câncer de próstata, Isto graças ao composto à base de sulfeto presente nos dois alimentos.

 

            Ingrediente básico em quase todos os pratos, a cebola já temperava a vida no tempo dos romanos. Esculpida em ouro, simbolizava a eternidade. Chegou a ser encontrada em múmias e representada em belas pinturas nas paredes internas das pirâmides.

 

            Na Grécia, a cebola ficou famosa por afinar o sangue e por suas propriedades fortificantes. Os atletas de lá tomavam seu suco e as esfregavam nos músculos antes das competições. Na Índia, a cebola também era bem conhecida por suas qualidades medicinais, digestivas e anti-sépticas, e até hoje se conserva o hábito: uma cebola por dia é receita certa de boa disposição e saúde.

 

            Rica em quercetina, poderoso antioxidante, a cebola é eficiente também no combate aos radicais livres. E mais: os flavonóides da cebola, mais eficientes que os da maçã ou do chá, protegem no organismo o teor de vitamina e previnem a formação de úlceras. Quanto mais forte o gosto da cebola, mais potente seu efeito protetor contra a arteriosclerose, prevenindo derrames e enfartes.

 

            A Organização Mundial de Saúde [OMS] aconselha o uso de cebola para o tratamento da falta de apetite e para prevenir a aterosclerose.

 

            Além disso, os extractos de cebola são reconhecidos por proporcionar alívio no tratamento de tosses e resfriados, asma e bronquite.

 

            As cebolas são uma rica fonte de oligossacarídeos. Estes oligômeros estimulam o crescimento de bifidobactérias saudáveis e suprimem o crescimento de bactérias potencialmente nocivas no cólon. Além disso, eles podem reduzir o risco de desenvolver tumores no cólon.

 

            Tem alto poder nutritivo, curativo e preventivo e, ainda por cima, realça o sabor de todos os outros alimentos salgados. É uma óptima fonte de vitaminas A e B, mas a sua grande força é a vitamina C (essa vitamina se perde quando o alimento é cozido por muito tempo em fogo alto). Além das vitaminas, a cebola é muito rica em enxofre, flúor, fósforo, iodo, zinco, potássio, fósforo, cálcio, sódio, silício, magnésio, cloro e ferro.

 

            Mesmo quando é utilizada apenas como tempero, a cebola já é muito importante como estimulante das secreções digestivas e de todo o trabalho do aparelho digestivo. Como alimento em si, é muito nutritiva e muito usada em nossa cozinha. É considerada um dos melhores purificadores do sangue, eliminando toxinas.

 

            Também faz uma limpeza geral nos mucos, catarros, vermes, vírus e cálculos nos rins. Sua acção nas vias respiratórias evita gripes e resfriados. Crua, colocada sob o nariz, corta hemorragias nasais. Os índios foram os primeiros a descobrir que a cebola age contra o reumatismo e a paralisia. Além de limpar o tubo digestivo, a cebola (de preferência assada) combate a prisão de ventre.

 

            Para os diabéticos, é um alimento de primeira, pois tem uma insulina vegetal. Nos casos de crianças que sofrem com os vermes intestinais, o suco da cebola adoçado com mel é “tiro e queda”. Tem acção eficaz contra duas vítimas da “vida moderna”: o coração e sistema nervoso. Nos nervos, a cebola age como calmante e fortificante.

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            No coração, ela merece atenção especial na prevenção a uma das doenças do século XX, o enfarto. Cientistas do mundo inteiro, principalmente os ingleses, vêm estudando e comprovando que a cebola consegue diminuir o efeito nocivo das gorduras sobre a coagulação do sangue nos vasos e artérias que provocam o enfarte. Nesse caso, ela age aumentando o poder defensivo do sangue.

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            Um bom tratamento para as picadas de abelhas, vespas, e outros insectos é aplicar o seu suco puro no local afectado. O suco da cebola assada, misturado com mel ou limão, é indicado para a tosse e os problemas respiratórios. Misturado em água, é um poderoso desinfectante das úlceras e feridas da pele. Massajar o couro cabeludo com suco de cebola estimula o crescimento dos cabelos.

 

            Misturado com água, serve até para aliviar dores de dente. Mas é preciso tomar um sério cuidado: quando muito cozida ou frita, a cebola perde quase a totalidade do seu valor curativo e nutritivo, restando basicamente o sabor. Sobretudo crua e ralada, ou levemente cozida, refogada ou frita, estaremos aproveitando todos os seus valores, sem perder nada do sabor.

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            No tempero de feijões, cozidos e refogados, basta apenas refogar a cebola de leve e colocá-la no final do cozimento. Uma dica para os que não conseguem cortar cebola sem chorar: colocar um pedaço de pão na ponta da faca. Para tirar o cheiro das mãos, é só lavar com suco de limão.

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            E para suprimir o cheiro de cebola na boca, o conselho é mastigar um pouquinho de salsa. Alerta: só não devem usar a cebola crua as pessoas que sofrem de acidez estomacal ou de formação de gases (no estômago ou intestino).

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

 

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Outubro 26 2010

 

            A cenoura consagra excelentes benefícios para os olhos, para a pele, cabelos, mucosas, ossos e sistema imunológico. Inquestionáveis são suas as propriedades terapêuticas, úteis para inúmeros problemas de saúde.

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            Diz a sabedoria popular que comer cenouras faz os olhos bonitos. A cenoura é uma raiz de cor alaranjada, rica em betacaroteno (poderoso antioxidante e anti-cancerígeno), fonte de fibras, minerais (fósforo, potássio, cálcio e sódio) e vitaminas (B2, B3, C, além de ser uma das melhores fontes de vitamina A). O betacaroteno é responsável pela coloração alaranjada característica do vegetal. Ele é uma provitamina A (substância que dá origem à vitamina A no organismo). Ele ajuda o desempenho dos receptores da retina, melhorando a visão.

 

            O betacaroteno também é responsável por manter o bom estado da pele e das mucosas. Cem gramas de cenoura são suficientes para suprir as necessidades diárias de vitamina A. A cenoura é um vegetal que contribui para aumentar a imunidade do nosso organismo porque combate as infecções. Além disso, ela diminui o risco de derrames em mulheres. A fibra solúvel da cenoura diminui o colesterol no sangue e promove o equilíbrio do corpo. É muito utilizada na culinária em saladas, bolos, sucos, cremes, refogados e purés. Não é um alimento muito calórico, pois cada 100 gramas de cenoura possui apenas 40 calorias.

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            A cenoura (Daucus carota) não é apenas um excelente alimento, fonte de vitaminas, minerais fibras; mas também um poderoso aliado para a estética.

            Ela possui as seguintes propriedades medicinais: antiinflamatória, anti-microbiana, anti-séptica, cicatrizante, emoliente, estimulante do sistema linfático, queratolítica, rejuvenescedora, remineralizante, suavizadora.

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            Aplicações no rosto: a cenoura é indicada para peles secas. Usada em máscaras de beleza e cremes hidratantes para cuidar de peles ressecadas e ajudar a prevenir e retardar os sinais de envelhecimento. Utilizada em óleos e cremes tónicos de massagem facial para tratar rugas. Em cremes nutritivos nocturnos, amacia e devolve brilho à pele, além de ser excelente tónico para peles cansadas.

 

            Aplicações em boca e dentes: usada em bochechos ajudam a tratar aftas.

Aplicações no corpo: empregada em óleos de massagem para reduzir edemas e inchaços, ajudando a drenagem linfática.

 

            Aplicações no rosto e corpo: usada em pomadas cicatrizantes de pequenos ferimentos, peles rachadas, eczemas, queimaduras e úlceras. Ainda em forma de pomada, é indicada para auxiliar na cicatrização sem deixar marcas, já que inibe o processo de formação de queratina. Em forma de creme ou simplesmente em banhos de imersão feitos com seu suco, melhora as rachaduras da pele e devolve a maciez.

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            Aplicações nos cabelos: indicada para cabelos secos. Na forma de máscara de tratamento, ajuda a restaurar a maciez e a saúde dos fios, principalmente dos cabelos crespos e secos. Pode ser usada em sinergia com aveia e com óleo de semente de uva.

 

            Contra-indicações: na forma de banhos ou massagem corporal, deve ser evitada por mulheres grávidas.

 

            Mas a cenoura não só trata da beleza e de fazer olhos bonitos, como diz a sabedoria popular. A cenoura também tem a excelente virtude de provocar um belo bronzeamento na pele. As suas virtudes terapêuticas não se ficam por aqui, ajudando também a combater a anemia, doenças da pele e problemas hepáticos.

 

            Contra a celiaquia (doença infantil) fazer sucos e/ou puré de cenouras com bananas.

            Contra transtornos oculares, bom para gestantes e durante a amamentação.

 

            Para transtornos na pele, má formação das unhas, cabelo opaco, quebradiço ou seco, para dificuldades na menstruação, dores no peito, insónia, depressão, catarros crónicos do nariz e dos seios, perda de olfacto, defesa insuficiente contra as infecções na mucosa das vias respiratórias (bronquite), transtornos gastrointestinal e hepático, tendência para a formação de cálculos e funcionamento excessivo da tiróide.

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            Verdadeiro cocktail de saúde, a cenoura é um dos vegetais mais consumidos mundialmente, mas os seus primórdios não reúnem o consenso de todos os autores. Alguns acreditam que é originária da Gália, enquanto que outros defendem que provém da Ásia Menor, onde crescia em estado selvagem há mais de três mil anos.

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            Inquestionáveis são as suas as propriedades terapêuticas, úteis para inúmeros problemas de saúde.        

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            É laxativa e diurética. Regulariza o trânsito intestinal, cicatrizando e desinfectando a mucosa intestinal e estomacal.

            Favorece a taxa de colesterol. Contém docraína, um vasodilatador coronário.

Intervém no bom estado da pele e das mucosas.

            É tónica, remineralizante, favorece a hemoglobina (transportador do oxigénio) e contribui para o equilíbrio ácido-básico.

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            Em uso externo é cicatrizante.

            A semente da cenoura é carminativa, estimulante, aperitiva e diurética.

            Estados e problemas de saúde que pode beneficiar:

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            - Anemia, astenia e problemas de crescimento e de convalescença.

            - Problemas hepáticos: com a alcachofra, constitui o remédio por excelência para o fígado e para os temperamentos biliosos, utilizando-se para combater a icterícia.

            - Irritação gastro-hepática e excesso de acidez no estômago.

            - Catarro nasal, sinusite e tosse.

            - Sarampo e varicela.

            - Eczemas, sardas e acne.

            - Deficiência da visão crepuscular e das cores, graças à sua forte concentração em provitaminas A e B9 caratenóides.

            - Fotofobia (hipersensabilidade à luz e hemeralopia).

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            Modo de consumo e utilização:

            Em sumo: contra queimaduras, amigdalites infantis e pólipos, gota, reumatismo, artrite, tuberculose pulmonar e lombrigas (também em puré ou ralada).

            - Polpa: aplicação para aliviar queimaduras, úlceras, eczemas e hemorragias, bem como para facilitar a cicatrização nas ulcerações.

            - Sementes: a infusão de sementes de cenoura é estimulante, diurética e apetitiva.

            - Rama esmagada: aplicação sobre as úlceras e feridas purulentas.

            - Banhos: contra as frieiras e o cieiro.

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            Conservação

            - No frigorífico, dentro de um saco perfurado, a fim de evitar a condensação que as faz apodrecer. Não as colocar junto a legumes ou frutos que libertem muito gás etileno (pêra, maçã, batata), porque amadurecem prematuramente, diminuindo a conservação e tornando-a amarga.

            - Fora do frigorífico, devem ser colocadas num local à sombra, fresco, húmido (95% de humidade) e ventilado.

            - As cenouras conservam-se bem dentro de areia fina (até cinco meses).

            Contrariamente à maioria dos outros hortícolas, as cenouras cozinhadas são mais nutritivas que as cenouras cruas. Como nas cenouras cruas as paredes das células são muito rijas, o organismo só consegue converter em vitamina A menos de 25% do seu betacaroteno.

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            A cozedura, no entanto, quebra as membranas das células e, desde que as cenouras cozinhadas façam parte de uma refeição com alguma gordura, o organismo consegue absorver mais de metade do betacaroteno.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 22:09

Outubro 15 2010

 

            As origens do alho remontam a cerca de 6.000 anos. Em verdade, há imprecisão e controvérsias na definição de sua origem, que pode ter sido a Europa mediterrânea ou o continente asiático. A maioria dos estudos indica a Ásia como local de origem do alho. Julga-se que tenha surgido no deserto da Sibéria, que tenha sido levado para o Egipto por tribos asiáticas nómadas, dali tenha seguido para o extremo oriente através das rotas do comércio com a Índia, e depois tenha chegado à Europa.

 

            Para todas as culturas, seja a indiana, a egípcia, a grega, a hebraica, a russa ou a chinesa, o alho era um elemento quase tão importante quanto o sal. O que ditou a diferença de importância foi a rejeição pelas classes mais altas, em razão do odor da planta. Nos cultos de alguns deuses gregos era vetada a entrada de pessoas recendendo a alho. Mais tarde, continuaria rejeitado pela aristocracia e, em alguns casos, pelo clero, o que fazia deste vegetal um indicador de classe social. Era entusiasticamente apreciado como alimento e medicamento pelas massas, o que fez com que o escritor francês Raspail o apelidasse de “cânfora dos pobres”, snobismo que se provaria equivocado ao longo do tempo.

 

            A despeito do preconceito advindo das classes dominantes, a importância e a representatividade do alho na história da humanidade são indiscutíveis. No antigo Egipto, 7 kg de alho eram suficientes para comprar um escravo e, até meados do século XVIII, os siberianos pagavam os seus impostos em alho. Alho e cebola eram ingredientes essenciais na dieta de escravos e operários para que não adoecessem, não tendo faltado, por exemplo, na dos construtores das pirâmides.

 

            Foi largamente utilizado na conservação de carnes e até mesmo de cadáveres. Os egípcios usavam-no como parte do processo de mumificação dos mortos. Consta que no túmulo de Tutankamon foram encontrados seis dentes de alho e em cemitérios pré-históricos descobriram-se bolbos de alhos moldados em argila, que lá foram colocados para afastar os espíritos malignos.

 

            Por sinal, a nenhuma outra planta na história do mundo foi atribuído tamanho poder de destruir malignidades, poder este afinado com suas qualidades medicinais, sobre as quais já se publicaram mais de dois mil artigos em revistas científicas. Ao longo da Antiguidade, o alho foi considerado uma protecção dos vulneráveis ao mau-olhado – virgens, recém-nascidos, casais de noivos.

 

             No Egipto moderno, continua-se a realizar uma festa na qual o alho é comido, usado e esfregado nas portas e janelas para manter as forças do mal afastadas.
            Enfim, o alho era sagrado nas culturas mediterrâneas e orientais, protegendo de todas as doenças e, ainda, afastando maus espíritos. Tantos poderes apontaram para incríveis propriedades desses bolbos, pouco a pouco confirmadas pela ciência.

 

            O alho pertence ao género Allium, assim como a cebola e a chalota, entre outras plantas. A maioria das propriedades do alho deve-se aos seus vários compostos de enxofre. Quando se tritura ou mastiga o bolbo, a aliína, um destes compostos, transforma-se em alicina (responsável pelo odor e alguns dos efeitos terapêuticos), e parte desta decompõe-se em outros produtos sulfurosos também com propriedades medicinais. Cozinhar o alho inibe a formação de alicina e elimina algumas das outras substâncias terapêuticas.

 

            O alho era apreciado e usado pelas suas propriedades terapêuticas já pelos antigos egípcios para curar desde a lepra às hemorróidas, além de que, por exemplo, os construtores de pirâmides tomavam-no para ganhar força e resistência. Pasteur descobriu-lhe propriedades anti-bacterianas e durante as duas guerras mundiais foi usado para tratar ferimentos.

 

            Actualmente fazem-se estudos para apurar o seu potencial anti-cancerígeno, estando já provado ser eficaz na prevenção dos cancros do tracto digestivo, do cancro da mama e da próstata. Além disso, sabe-se que é redutor de problemas cardíacos, pois reduz a coagulação do sangue ao impedir que as plaquetas se aglomerem e se agarrem às paredes das artérias e ajuda a baixar a tensão arterial, alargando os vasos sanguíneos e permitindo, assim, que o sangue circule mais livremente. Também combate as infecções de vários tipos, inclusivamente provocadas por vírus, bactérias e fungos, reforça a imunidade, tem propriedades antioxidantes e pode baixar os níveis de colesterol. O alho é rico em vitaminas A, B2, B6 e C, assim como em aminoácidos, em ferro, silício e iodo. É muito apreciado na cozinha mediterrânica, sobretudo em refogados com tomate e cebola.

 

            O alho é um parente das cebolas e alho-porro, tem o poder de reduzir o colesterol e a pressão arterial, tem acção germicida combatendo infecções além de possuir antioxidantes e flavonóides que combatem o envelhecimento e muitas outras propriedades. Acredita-se que a maioria dessas propriedades se deve à riqueza de substâncias sulfurosas na sua composição.

            A acção mais saudável do alho é sua capacidade de melhorar as condições cardíacas, suas acções germicidas e anti-cancerígenas. Enfim, o alho é um dos alimentos acessíveis mais saudáveis.

 

            Alguns fatos sobre o alho: previne doenças coronárias e circulatórias previne enfartes reduz a coagulação do sangue reduz a pressão sanguínea combate infecções bacterianas, viróticas e fúngicas, inclusive infecções de pele diminui o risco de câncer do estômago, gástrico e outros reduz os níveis de açúcar e glicose, ajudando no tratamento da diabetes.

 

            O alho é indicado nas afecções catarrais agudas e crónicas, como as bronquites que dificultam a respiração, tuberculose, pneumonia e asma. É excelente nos resfriados e gripes.

 

            Usa-se o alho ainda como hipotensor, em casos de pressão alta; e no tratamento das varizes. Ele combate as toxinas intestinais e expulsa os vermes. Para isso, use o alho em forma de chá, com leite, e tome 3 ou 4 vezes por dia.

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            É empregado também com bons resultados como anticéptico, depurativo do sangue, diurético, emoliente e no combate à febre. É usado ainda em casos de ácido úrico, cálculos, diabetes, enfermidades do fígado, dos rins e da bexiga, esgotamento, insónia, picaduras de insectos, reumatismo e úlceras.

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            Externamente, usa-se o alho contra calos, verrugas, sarna e manchas da pele.

            Não devem fazer uso do alho as pessoas com hipotensão arterial, pois este abaixa mais ainda a pressão. Em doses muito elevadas, o alho produz dor de cabeça, dor no estômago, nos rins, cólicas, vómitos, diarreia e tontura.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 23:25

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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