Método Kiber

Novembro 14 2010

 

            Medo de roedores é evidente, especialmente na armazenagem, nas indústrias alimentícias, residências, lojas, instalações de engenharia, agricultura e em qualquer lugar você pode colocar os seus olhos. Roedores são famosos por mastigar alguma coisa que eles querem.

 

            A preocupação mais razoável é que, roedores contaminar alimentos e causar danos para a maioria dos objectos. Eles não apenas consomem os alimentos, mas também contaminam, eles são portadores de todo o tipo de doenças, tornando impossível para consumo posterior.  

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            No Brasil, os ratos causaram o pânico numa penitenciária.

 Uma carta feita por parentes de presos do Roger denuncou a presença constante de ratos "gabirus" nos pavilhões e celas do Presídio do Róger, em João Pessoa.

 

            Na carta consta que um detido foi mordido na virilha por um gabiru que chegou a entrar na bermuda do preso quando ele dormia. O detido foi socorrido pelos agentes e levado para um hospital da Capital.

            A presença desses animais é constante até mesmo no pátio. "Eles passam pelos corredores dos pavilhões e são vistos passando de uma cela para outra", disse um detido.

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            Um detido, por telefone, contou que passa a noite acordado com medo de ser mordido pelos ratos. "Os bichos, de tão grande que são, parecem mais uns gatos. Vários presos foram mordidos, no entanto, a maioria prefere não levar o caso ao conhecimento da direcção", disse.

            "Durante a noite o negócio é mais sério. Os ratos ficam à procura de restos de comidas, bolachas, doces e outros géneros para se alimentarem. Os gabirus dão medo. São estranhos e nojentos. A direcção precisa tomar uma providência urgente", disse.

 

            O director Ireniu Pimentel foi procurado pela reportagem, no entanto, não foi encontrado para falar sobre o assunto. Um agente penitenciário disse que realmente existem muitos ratos no presídio e que a Secretaria de Administração Penitenciária vai providenciar uma desratização no local.

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            O medo dos roedores tem sido associado apenas ao sexo feminino. Nos desenhos animados, séries televisivas e filmes, a mulher tem sido retratada como o tipo de histéricas gritando e pulando em cima das cadeiras e camas com a visão de roedores. 

  

            Mas esse mito já foi erradicado, sabe-se por experiência que essa fobia, a musofobia, é comum em ambos os sexos.

           Walt Disney: O criador do célebre, Mickey Mouse tinha medo de ratos!

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            Como quase todas as fobias, elas são originadas na infância. Vejamos o testemunho de uma adolescente:

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            “Eu tenho 13 anos e tenho nojo, pavor, medo e fobia desses ratos de esgoto e ratos mortos. quando eu estou andando na rua e vejo um ratinho morto eu tomo um susto e meu coração acelera!

            E quando entra um rato aqui na minha casa eu fico morrendo de medo de ele subir na minha cama quando vou dormir!

            Eu acho que é um trauma que eu tenho, porque eu tinha 8 anos entrou uma ratazana na  minha casa de madrugada e eu e minha mãe e minha irmã ficamos tentando matá-la. Passado umas horas ela saiu correndo na minha direcção e eu corri para a rua. Ela sumiu e nunca mais apareceu, mas eu fiquei com medo de ela voltar e depois disso passei a ter fobia de ratos. Porque eu me lembro que antes disso eu não tinha medo.”

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            Um indivíduo que sofra de musofobia, medo de ratos pode ter um dia imaginado que muitos ratos o estavam devorando, quando na verdade um único rato apenas havia passado perto dele. Pode ainda formar imagens (geralmente inconscientes) imensas, aterrorizantes, muito coloridas e próximas de um ou mais ratos, e reviver a experiência traumática como se estivesse passando por ela novamente.

            A generalização acontece em virtude de que o indivíduo vai apresentar a reacção fóbica sempre que estiver diante do objecto causador da fobia, em todas as situações e ambientes.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

 

 

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Novembro 09 2010

 

            O medo do escuro é uma fobia que se chama: Escotofobia.

            É normal a criança ter medo do escuro.

 

            O medo é uma reação de proteção do organismo que prepara o nosso corpo para fugir de situações de perigo. O medo do escuro faz parte do desenvolvimento infantil e começa aos três anos de idade desaparecendo por volta dos seis anos.

 

            Antes dessa fase, porém, a criança começa a construir o seu próprio mundo com muita magia e seres imaginários que podem brincar com ela, fazendo conhecer os mais variados sentimentos, incluindo o medo.

 

            E é justamente a hora de dormir o momento onde a criança se sente desprotegida, pois tem que se “desligar” da presença dos pais e da segurança que os adultos oferecem. Então, quando a luz se apaga, as crianças não enxergam nada, o que é real desaparece e a escuridão esconde os perigos de sua própria imaginação.

 

            Um simples ruído pode perfeitamente ser o monstro que irá puxar seus pés, assim como a sombra de um galho de árvore transforma-se em um fantasma.

 

            Nessas ocasiões, procure deixar a lâmpada da casa de banho ou do corredor acesa até que ela durma. Para que a criança se sinta segura, deixe a porta aberta ou dê algum brinquedo que ela possa abraçar. A presença dos pais ou de alguém que lhe transmita segurança na hora de dormir também é muito importante. Se preferir, leve a criança para dormir na cama dos pais, porém, de forma que não seja um hábito corriqueiro, para que não se acostume.

 

            Além da fantasia, outra causa que pode levar ao medo do escuro é a mudança de casa. O quarto novo é um desconhecido que pode guardar surpresas como os temíveis monstros. A criança poderia não ter medo na casa antiga, pois conhecia o seu quarto canto por canto.

 

            Para lidar com esse medo os pais devem conversar com a criança. Compreendendo o porque da criança ter medo do escuro, fica mais fácil explicar que a sombra na parede não é um fantasma, mas a sombra do galho da árvore que está do lado de fora.

 

            Um erro do adulto é fazer a criança enfrentar o medo contra a sua vontade. Fazê-la expressar o medo que sente deixa a criança segura para enfrentar sua própria fantasia.

 

            Segredinhos para acabar com os monstros - Algumas brincadeiras ajudam a criança a dominar o medo do escuro como identificar as sombras na parede feitas pelas mãos ou as que aparecem no quarto, ou então adivinhar qual é o som no escuro e de onde vem.

 

            Quando o medo aparecer é bom deixar um foco luz aceso para que a criança se sinta mais segura e mais para frente apague esse foco, mas deixe uma lanterna sempre no mesmo lugar para que a criança possa acendê-la quando sentir medo. Bichos de pelúcia, travesseiros e brinquedos preferidos podem dar segurança e aconchego na hora de dormir.

 

            Como um pai quer que sua criança não tema seu quarto no escuro se tem uma bruxa do lado de fora da janela, um Bicho Papão no armário e um fantasma debaixo da cama?

 

            Se não houvesse monstros, o medo do escuro ainda seria observado? Sim! O escuro guarda perigos reais.

 

            É no escuro que o ladrão se esconde para surpreender sua a vítima. É no escuro que pisamos num vidro partido. É no escuro que batemos a cabeça na parede!

 

            Mas temos que lembrar que o escuro também traz benefícios. Mas é através do escuro que nos traz a tranquilidade de uma boa noite de sono.

 

            O medo do escuro só é vencido com o tempo. A criança se desenvolve e aprende a diferenciar o medo real do imaginário. Assim a sombra na parede deixa de ser a garra do monstro para se tornar um galho de árvore. Que na caverna escura pode não ter um fantasma, mas quem sabe um urso feroz.

 

            Então deixamos o medo inconsciente de lado para ter apenas um receio respeitoso do escuro.

 

            O problema é que nem todas as pessoas conseguem se livrar do medo de escuro. Passam a vida com essa fobia que se denomina "Escotofobia".

 

            Essas pessoas costumam entrar em desespero frente a um ambiente sem iluminação passando desde paralisia a ataques histéricos. São indivíduos que necessitam de tratamento psicológico para reduzir o grau do medo e, de preferência, vencê-lo.

 

            Quando o medo do escuro está numa situação normal, no caso de uma criança por exemplo, o medo pode ser vencido com algumas técnicas simples.

 

            Primeiro, não corte de imediato a iluminação. Deixe sempre uma luz ligada por perto, mas nunca a lâmpada principal do quarto. Uma luz no corredor, por exemplo. Também é bom deixa-la com um brinquedo que se possa abraçar. Da uma sensação de segurança maior.

 

            Se ela se queixar de alguma coisa, tipo um monstro debaixo da cama, mostre a ela que não tem nada lá... Abra o guarda-roupa junto dela para que veja que não existe o Bicho papão por lá...

 

            Sombras também podem ser assustadoras. Mostre a ela que objectos estão projectando as sombras no quarto... Até brinque fazendo sombras com as mãos. Isso tudo ajuda a criança a relaxar e conhecer melhor o seu ambiente, a mesma técnica se poderá aplicar ao adulto.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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Novembro 05 2010

 

            Fantasma (do grego φάντασμα, derivado de φαντάζω, "mostrar" e φαντάζομαι "aparecer") é, em seu sentido original, uma imagem não correspondente à realidade, ou seja, uma ilusão visual, produto da fantasia. Por extensão, o termo designa espíritos de pessoas que supostamente permaneceria na Terra depois de sua morte. Cada cultura no mundo contém histórias sobre fantasmas, mas as crenças divergem substancialmente de acordo com o período e local, muitas vezes discordando sobre o que são fantasmas e se realmente eles existem (respeitando a crença de cada povo).

 

            Segundo A Enciclopédia do Sobrenatural editada por Richard Cavendish, o termo "fantasma" normalmente se refere à "aparência imaterial" de uma figura humana que, se identificável, é de alguém falecido. O termo "aparição", como fantasma, é usado popularmente por séculos, mas nunca com um sentido específico estritamente definido. Por isso, não é um termo que possa ser definido clara e precisamente. As aparições não são vistas por todas as pessoas.

 

            Somente indivíduos, de vez em quando, comunicam uma experiência dessas. Em geral, ocorre quando a pessoa está só, embora casos em que mais de uma parecem ter tido a mesma impressão ao mesmo tempo tenham sido comunicados com frequência suficiente para se exigir uma explicação. Geralmente, a experiência com aparições ou fantasmas é transitória e, na maioria das vezes, única. Consequentemente, a ocorrência não é verificável com facilidade e a sua comunicação corre o risco de provocar cepticismo ou descrença na maioria dos ouvintes.

 

            Actualmente, todas as experiências de aparições de fantasmas são atribuídas a experiências parapsíquicas.

            A fantasmafobia é o medo de fantasmas. Muitas pessoas temem os fantasmas têm medo de entrar em sítios desconhecidos como nos bosques, casas vazias ou locais escuros e podem reagir com pânico aos inexplicáveis barulhos estranhos, ou a uma sombra de uma estranha silhueta ou árvore.

 

            Não há dúvida que Hollywood contribuiu com essa fobia, devido a certos filmes: como Poltergeist, A Casa Amaldiçoada, O Exorcista e The Blair Witch Project e muitos outros.

 

            Se você sofre de fantasmafobia, não tenha vergonha porque não está sozinho. Há milhares de pessoas que sofrem desse problema, incluindo pessoas famosas.

            Sabia que a famosa cantora excêntrica, Lady Gaga tem medo de fantasmas?!

 

            Segundo a imprensa britânica, Lady Gaga, tem um medo de morte de fantasmas, antes de cada apresentação, a cantora contrata investigadores paranormais para inspeccionar os locais dos shows para assegurar-se de que não há nenhum vestígio de fantasma no lugar. Uma fonte comentou que ela gasta muito dinheiro com isso. "Ela acredita em actividade paranormal e prefere não arriscar quando está em turnê."

            Lady Gaga, a famosa cantora de 24 anos, acredita ser a reencarnação de sua tia falecida, por isso, certifica-se sempre que não exista nenhum fantasma ao seu redor.

 

            E não só ela, o falecido cantor Michael Jackson, também sofria de fantasmafobia.  Desistiu de alugar uma mansão em Inglaterra por recear que a moradia estivesse assombrada. Segundo a notícia, avançada pelo site britânico "News of The World", o cantor Michael Jackson teria desistido de alugar a mansão Foxbury Manor, após ouvir alguns boatos que davam conta que a casa estaria assombrada.

 

             A moradia em causa possuía 28 quartos, situava-se nos arredores de Londres e seria nela que Jackson e a família iriam residir durante a digressão musical do cantor em Inglaterra. De acordo com o mesmo site, Michael Jackson teria já pago um depósito de um milhão de euros por uma estadia de oito meses, mas voltou atrás após ver vídeos do local.

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             De acordo com a maioria das autoridades sobre o assunto, o medo não se justifica. Os fantasmas, de modo geral, são inofensivos.

 

            O verdadeiro comportamento de fantasmas, como evidenciado pelos muitos milhares de inquéritos e estudos de caso realizados por especialistas paranormais, esmagadoramente contradiz a ideia comum de que eles devem ser temidos.

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             Então, por que temê-los?

            Provavelmente é devido ao sombrio, quando essa ameaça é algo desconhecida, que pode saltar para fora da escuridão, que tinha acabado de fugir do outro mundo.

             Há um outro componente para esse medo, quando esse algo no escuro é percebido como um fantasma. Afinal, um fantasma é a manifestação de uma pessoa que está morta.

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             Então agora somos confrontados não só com o que pensamos ser uma ameaça para as nossas vidas, mas um representante da própria morte. Não só é umas entidades que não entendemos, é também um morador do lugar misterioso, muitos de nós tememos - a misteriosa terra dos mortos.

 

            O medo do escuro costuma aparecer associado a outros, como o de monstros e fantasmas, que nunca "surgem"durante o dia, apenas depois que a noite cai.

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            Portanto, é preciso redobrar a atenção nesse horário. Histórias que possam causar medo ou conversas que geram alguma preocupação devem ser deixadas, de preferência, para o dia seguinte.

 

            Embora esses seres sejam fruto da imaginação das crianças, são bastante reais. Repetir que monstros e fantasmas não existem, na grande maioria das vezes, não é o suficiente para aplacar o temor. Mesmo assim, você pode explicar a ela que existem diferenças entre a realidade e a imaginação, e até dar uma olhadinha debaixo da cama ou dentro do armário os "esconderijos" preferidos dos tais monstros, para certificá-la de que eles não estão por perto.

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            Também é preciso evitar a armadilha de ignorar o sentimento da criança, tratando o assunto como se não passasse de uma tolice sem importância. Pode ser muito frustrante para a criança ver que ninguém fica sensibilizado com o seu problema.

 

             Uma ideia é combater esse excesso de imaginação com uma boa dose de imaginação também. Parece contraditório. Contudo, algumas crianças se sentem seguras dormindo com uma lanterna ao lado da cama como se fossem verdadeiras armas contra monstros indesejados que não gostam de luz. Vale lembrar que não é só a imaginação que pode provocar pavores. Filmes e desenhos também despertam esse sentimento nos pequenos, que passam a ter medo de alguns personagens, como o Lobo mau; o chapeuzinho vermelho ou mesmo a Cuca, do Sítio do Pica-pau Amarelo. Assim, você pode e deve controlar a programação televisiva para evitar problemas no futuro próximo.

 

PROF. KIBER SITHERC

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Lady Gaga, também tem medo de fantasmas! 

 

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Novembro 03 2010

 

            Muito antes da existência dos cemitérios modernos, os ritos de passagem, velórios e sepultamentos eram realizados dentro das igrejas católicas. Com o passar do tempo, até mesmo pelo acréscimo significativo de cadáveres nas grandes cidades europeias, se fez necessário adoptar medidas emergenciais para atender esta demanda. Diante disso, a partir do século XVIII, em áreas mais afastadas dos grandes centros urbanos, são criados os primeiros cemitérios como conhecemos hoje.

 

            Um amigo meu, que vivia em Santarém, o João Veiga, sofria de Coimetrofobia, uma vez foi ver uma vivenda no campo, que ele achava óptimo para se refugiar da vida moderna. A proprietária ia lhe mostrando, a casa e todo o espaço que rodeava a vivenda, o preço era agradável e ele quase que já estava para fechar o negócio. Às tantas perguntou:

            - Que muro é aquele?

            - É o muro do cemitério.

            - Ora porra! – respondeu o meu amigo. – E desesperado foi-se logo embora.        

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            Sérgio, um  funcionário da equipe de gravação externa do programa "Brasil Verdade", da TV Bandeirantes, não esperava que o seu director o encolhesse para testar a autenticidade do fenómeno regressivo que eles haviam filmado minutos antes na Sede do CEPAL. Induzido pelo Prof. Eudes ele entra rapidamente em hipnose regressiva.  Ele se vê num cemitério, abrindo uma cova para enterrar o corpo de uma moça que havia sido estuprada e assassinada  por um maníaco,  ele descreve a acção em tempo presente. Ele era o coveiro daquele cemitério, e  aquela moça era a sua namorada.  

 

            Sergio chorava e transpirava copiosamente durante o estado hipnótico, dando  uma imagem dramática do seu estado  regressivo. Era a primeira vez que ele tomava contacto com aquela experiência. A intensidade do transe que ele estava vivendo ia muito além do medo que ele sentia quando entrava num cemitério. Ele vivia um verdadeiro quadro de pânico ao entrar num cemitério. Na vida actual alem desse pânico os seus relacionamentos amorosos, sem explicação, sempre  acabavam  sem motivos. Sempre que ele  começava  um namoro...  tudo ia muito bem...  até que,  sem saber o porquê,  entrava em desespero,  e sentia que tinha que se afastar da sua namorada. Uma misteriosa angustia invadia o seu peito.   Isto vinha  repetido-se   ao longo de sua vida. O medo que ele sentia de cemitério vinha desde criança. Ele não tinha nenhuma explicação para isso.  Ele já tinha tentado alguns tratamentos, mas nada tinha resolvido. Aquele pavor surgia  cada vez que entrava num cemitério. Agora ele encontrou uma "lógica" para os seus temores e desencontros amorosos.

 

            Na semana seguinte, após essa regressão, a mesma equipe teve que filmar  uma exumação do corpo de uma criança, Sergio estava presente,  mas o pânico que  ele sentia de cemitério havia desaparecido. Ele curou-se numa única sessão.

 

            Muitas vezes, os medos desaparecem após uma regressão vivida dramaticamente, como no caso do Sérgio,  mas na maioria das vezes, precisamos de várias sessões de regressão, uma só não é suficiente, a média é entre 5 e 10 sessões. 

 

            Medo de cemitério determinou a cremação do escritor brasileiro, Jorge Amado, em 8 de Agosto de 2001.

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            Wellington Dórea foi o funcionário encarregado de cremar o corpo do escritor Jorge Amado. A cremação propriamente dita, por exigência de lei federal, acontece 24 horas.

            A esposa do escritor Jorge Amada, Zélia Gattai disse que o escritor tinha pavor de cemitérios e por isso mesmo preferia ter o corpo cremado, quando morto.

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            Se sofre de Coimetrofobia, que tal fazer uma visita a um cemitério? Há cemitérios que são uma autêntica obra de arte. Ao princípio parece macabro e mórbido recomendar visitas a cemitérios, mas acredite, tem muitos em quase todas as cidades que são um autêntico museu aberto.

            Se tiver medo leve consigo uma companhia que não acredite em fantasmas, verá que encontrará um local aprazível e com as visitas quotidianas se curará de Coimetrofobia.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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Outubro 29 2010

 

            Muitas pessoas tentam dormir, mas não conseguem, devido ao medo de morrer e as suas noites tornam-se intensos pesadelos. No dia seguinte, o aspecto mórbido de palidez e de olheiras profundas, mostram as feições de algumas pessoas possuidoras da tafofobia.

           

            A tafofobia, o medo de ser enterrado vivo, costuma ser relacionada com narrativas de horror, envolvendo cadáveres exumados, que se apresentam arranhados ou virados no caixão, sugerindo que acordaram na sepultura. Por isso, o tafofóbico teme ser encerrado vivo e acordar preso dentro de um caixão sob o solo, sem poder sair, e ter que morrer debaixo da terra, sufocado sem ar.

 

            Em épocas de outrora era possível que muitos corpos fossem enterrados ainda vivos. Havia tanta gente para enterrar, que nem sempre os coveiros improvisados percebiam que o suposto defunto estava vivo. Em circunstâncias normais não há a mínima possibilidade. Nenhum morto acorda na sepultura.

 

             Há, sim, o transe letárgico, que imita a morte. O coração assume ritmo indolente, perto de dezoito batimentos por minuto; o fluxo sanguíneo torna-se lento, o indivíduo fica com aparência de morto, podendo até entrar em rigidez. Mas continua vivo, organismo funcionando, como numa hibernação. Qualquer médico constatará isso, ao examiná-lo.

 

            Catalepsia patológica é uma doença rara em que os membros se tornam rígidos, mas não há contracções, embora os músculos se apresentem mais ou menos rijos, e quem passa por ela pode ficar horas nesta situação. A catalepsia patológica ocorre em determinadas doenças nervosas, debilidade mental, histeria, intoxicação e alcoolismo.

 

             No passado já existiram casos de pessoas que foram enterradas vivas e na verdade estavam passando pela catalepsia patológica. Muitos especialistas, contudo, afirmam que isso não seria possível nos dias de hoje pois já existem equipamentos tecnológicos que, quando correctamente utilizados, não falham ao definir os sinais vitais e permitem atestar o óbito com precisão.

 

            No Chile, determinados cemitérios e agências funerárias, têm utensílios para os tafofóbicos, vendem ataúdes com uma espécie de sineta acoplada à parte interior do caixão, evitando-se assim o medo da tafofobia. Só não é possível assegurar que, uma vez tocada essa sineta, caso o caixão já esteja terra abaixo, alguém conseguirá ouvir.

 

            Ser enterrado vivo, foi um dos medos mais terríveis que existiram, ainda hoje é uma fobia partilhada por muita gente. Muitos autores, entre eles Edgar Allan Poe, escreveram sobre o assunto que foi tema de diversos filmes. Décadas atrás os equipamentos médicos não eram tão avançados e assim muitos foram sepultados prematuramente. Vejamos algumas pessoas que foram enterradas vivas.

 

            Em 1901 uma mulher grávida chamada Madame Bobin, chegou da África aparentando ter febre amarela. Ela foi transferida para um hospital de tratamento de doenças contagiosas onde acabou “morrendo” e sendo sepultada no cemitério da família. Uma enfermeira contou para os parentes da Madame que ela ainda estava quente e os músculos do abdómen tremiam quando o médico declarou a morte. O pai organizou a exumação do corpo e todos ficaram aterrorizados ao ver que o bebê havia nascido dentro do caixão e morrido por asfixia junto com a mãe.

 

            No século XIX já existiam vários mecanismos que supostamente dariam à pessoa enterrada viva a oportunidade de alertar alguém. A senhora Bluden não teve a sorte de contar com um caixão desses em 1896. Ao morrer ela foi colocada no jazigo da família, numa capela da Inglaterra. Depois do funeral alguns garotos que estavam por perto ouviram um barulho debaixo e contaram a uma professora. Ao chegarem no local a tampa do caixão estava aberta e todos testemunharam o último suspiro da pobre senhora. Todos os meios possíveis foram tentados para ressuscitá-la, mas em sua agonia para sair do caixão ela tinha rasgado o rosto na madeira e assim perdeu muito sangue.

 

            Em 18 de janeiro de 1889, um homem cuja identidade nunca ficou esclarecida, dormiu após uma longa bebedeira. Depois de 20 horas de sono os amigos acreditaram que ele estava morto e o sepultaram. Quando um sacristão ouviu batidas vindas da sepultura pediu ajuda, mas quando ela chegou já era tarde. O homem havia feito buracos no caixão para o ar entrar e depois tentou forçar a tampa, quando ela abriu o impacto foi tanto que ele se feriu gravemente na cabeça, morrendo logo em seguida. O caso foi notícia no Daily Telegraph e hoje acreditasse que ele pode ter sido vítima de uma catalepsia causada pelo álcool.

 

            Em 1871, Mary Norah, era uma adolescente de 17, quando foi declarada morta por causa da cólera. Dez anos depois de sua morte a sepultura foi aberta, pois havia a crença de que o médico poderia ter falsificado o óbito da jovem, uma vez que o mesmo médico havia tentado matar a mãe adoptiva da mesma algum tempo antes. Ao abrir as portas do local um assistente encontrou o caixão aberto e metade do esqueleto para fora. Aparentemente Mary acordou de um transe induzido por veneno, ela deve ter forçado a tampa para fora e quando conseguiu desmaiou e bateu a cabeça na estante de alvenaria, causando sua morte definitiva.

 

            Em novembro de 2009, uma mulher entrou em coma profundo num hospital na Tunísia, os médicos a declaram como morta e rapidamente os parentes organizaram os rituais fúnebres, seguindo a tradição muçulmana. Minutos após o enterro ter acabado dois burros de estimação se aproximaram da cova e ali ficaram batendo os cascos no chão e cheirando a terra. Uma amiga da falecida percebeu algo estranho e foi afugentar os animais, mas quando chegou ao local ela se assustou com gritos vindos do solo. Ela alertou os familiares que chamaram os coveiros para desenterrarem a mulher. Ela sobreviveu e segundo a TV local Al Arabiya, passou duas horas no caixão.

 

            Casos de enterros prematuros são bem mais raros hoje em dia, mas acontecem, principalmente em países como Tailândia, China e países africanos. Piores que estes são os casos em que o enterro é proposital, como em assassinatos e crimes de honra.

 

            As autoridades mexicanas informaram que um bebé recém-nascido que foi declarado morto pelos médicos despertou quando já estava no caixão. O bebé, que nasceu prematuro, foi examinado em outro hospital e seu estado de saúde é estável.

 

            O procurador do estado de Hidalgo, José Rodriguez, disse que os pais ouviram um estranho barulho vindo do pequeno caixão. Após abri-lo, encontraram a filha viva e chorando. José Rodriguez disse a uma rádio local que o médico que declarou a menina morta no hospital da cidade de Tulancingo está sendo investigado por possível negligência.

 

            Homem de 81 anos 'ressuscita' em pleno velório.

            Um homem chileno de 81 anos levantou-se do caixão durante o seu próprio velório, perante o espanto dos familiares que choravam a sua morte, segundo um jornal diário local.

            A família de Feliberto Carrasco tinha encontrado o seu corpo inanimado e frio, convencendo-se de que estava morto. Os familiares contactaram uma agência funerária para organizar as cerimónias fúnebres, mas não chamaram um médico para confirmar o óbito.

            «Eu nem podia acreditar. Pensei que não estava a ver bem e fechei os olhos», contou o sobrinho de Feliberto Carrasco. «Quando reabri os olhos, o meu tio estava a olhar para mim. Comecei a chorar», prosseguiu.

            Por seu lado, Feliberto diz não ter sentido qualquer dor, apressando-se apenas a pedir um copo de água.

            As rádios locais também foram surpreendidas, tendo que rectificar aos seus ouvintes o anúncio da morte, prematuramente anunciado.

 

            O medo de ser enterrado vivo é tão grande que muitas pessoas optam por serem cremadas, e por doarem os seus corpos para as experiências médicas.

            Veja na Tag Fobias: (Doação do corpo: para não ser enterrado vivo; e  Caverna sofisticada: para não ser enterrado vivo).

 

            Se você sofre de tafofobia, o melhor é não dramatizar não leve nada disso a sério, procure encarar todo esse processo com um sentido de humor, talvez a sim fique aliviado de todo esse possível drama. E porque não pedir para lhe colocarem um telemóvel no caixão? Talvez morra mais descansado. Ora vejamos a provável situação:

 

            Se acordar, ligue para casa.

            Mas tenha cuidado ao comunicar-se com a família.

            – Alô.

            – Socorro!

            – Quem fala?

            – Sou eu!

            – Eu, quem?

            – O teu marido.

            – Ooooh!…

            – Chamem a ambulância! A mãe desmaiou!

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

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Outubro 29 2010

 

            Mais um pesadelo para as pessoas que sofrem de Tafofobia.

            O insólito aconteceu em Lisboa. A filha de 57 anos, chamou a mãe de 77 anos, que estava considerada morta. O Jornal Correio da Manhã, publicou a notícia no dia 25 Novembro 2002.

 

            Maria das Dores Silva, 77 anos, vive sozinha há 15 anos no rés-do-chão do número 7 da rua Sousa Viterbo, em Lisboa. Anteontem, um vizinho estranhou o facto de a televisão estar ligada, dia e noite, desde quinta-feira.

            Bateu à porta e ninguém respondeu. Os bombeiros entraram e encontraram a idosa no chão do quarto. Deram-na como cadáver. “Mas ela não estava morta. Entrei, chamei-a e ela respondeu-me. Está internada nos ‘Capuchos’ e vai recuperar”, disse ao Correio da Manhã: Elizabete Ferreira, filha da idosa.

 

            O insólito, envolvendo os Sapadores Bombeiros de Lisboa e voluntários da Ajuda, as corporações que acorreram ao local, deixou todos de “boca aberta” mas pode ser, segundo fonte médica, possível, sendo chamado de morte aparente.

 

            Maria das Dores Silva, teve um ataque, com perda de consciência - provavelmente consequência do linfoma de que sofre há sete anos –, algures entre quinta-feira e anteontem de manhã. “Por isso é que os vizinhos não a viam e ela não respondeu à porta”, afirmou a filha, de 57 anos.

 

            “Chamaram o 112 e vieram os Sapadores, que partiram um vidro para entrar em casa. A minha mãe estava inanimada e caída entre duas camas. Não sei o que fizeram mas disseram aos bombeiros da Ajuda e ao agente da PSP que lá estavam que ‘já era cadáver’”, argumentou.

 

            Uma amiga correu a avisar a única filha da idosa. “Fiquei devastada e corri para a casa. Só já lá estava o Polícia, à espera do delegado de saúde”, contou. Sem aguardar, Elizabete Ferreira entrou no quarto “a gritar e a chamar por ela”. “De repente ouvi-a a responder-me: ‘A mãe está aqui, está doente...”, recordou. De imediato, pediu ao agente para chamar o INEM. “Ele ficou pasmado, também não acreditava”, declarou. A idosa foi levada o Hospital de S. José, onde entrou desidratada e bastante frágil.

 

            “Hoje (ontem) de manhã foi transferida para o Hospital dos Capuchos, onde está em observações – a soro e respiração assistida – e vigiada pelos médicos que têm acompanhado o linfoma”, concluiu Elizabete Ferreira.

 

            De acordo com fonte médica, ter-se-á tratado de um caso de morte aparente. “É um estado possível, sendo registado em casos extremos de certos sintomas e doenças”, afirmou.

 

            Para a nossa fonte, os bombeiros podem mesmo ter sido ‘enganados’ pelo estado da idosa. “A morte aparente é uma situação onde tudo leva a crer que a pessoa está mesmo cadáver. Por isso é que o óbito tem que ser sempre confirmado por um médico, o delegado de saúde, que aguarda sempre algum tempo antes de o decretar, esperando alguma alteração no estado da vítima”, afirmou.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

 

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Outubro 28 2010

 

            Um brasileiro de Hidrolândia, Goiás, tem tanto medo de ser enterrado vivo que criou uma tumba com televisão e sistema de ventilação para evitar que o seu pior pesadelo vire realidade.

 

            Ironicamente o homem que se chama Freud, de 73 anos, não consegue se livrar de sua fobia e diz que ser enterrado vivo é um pensamento que o atormenta constantemente e o tornou notícia recente no jornal estadunidense The Wall Street Journal.

 

            A sua cripta também tem água corrente, alimentos e um sistema rudimentar de comunicação com tubos plásticos e “megafones” cónicos, caso ele precise pedir por socorro.

 

            Freud é proprietário de um hotel fazenda e foi político na região onde mora. Ele sofre de uma condição rara chamada de tafofobia: o medo doentio de ser sepultado vivo: “Eu tenho terríveis, terríveis pesadelos em que tento cavar para sair debaixo da terra”, disse Freud.

 

            Apesar da fobia do Sr. Freud ser exagerada, o medo de enterro prematuro é um dos mais comuns, com contos fantásticos sobre o assunto desde os tempos da Grécia antiga em que se dizia pessoas que se levantavam em seus próprios funerais. Com os avanços da ciência o risco de ser enterrado vivo é muito pequeno.

 

            Freud não se lembra quando sua fobia começou. Esta já é a segunda tumba construída por ele, que dá a possibilidade de escape. Ele já está trabalhando em um terceiro projecto, ainda mais avançado.

 

            Mas o medo de Freud não evitou que ele se tornasse prefeito de Aparecida, uma cidade próxima, e tivesse o seu hotel-fazenda de 3 mil acres com vários atracões turísticas.

 

            Equipes de televisões correram para a inauguração da sua última caverna, apesar de alguns repórteres irem embora bem menos animados: um repórter desmaiou depois de apenas alguns segundos na tumba.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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Outubro 28 2010

 

             “O termo de doação do meu corpo está colado na porta do meu quarto para a família não esquecer. Quando morrer, não quero ser enterrado”. Actor e funcionário público aposentado, Romário Machado Barbosa, 53 anos, não pode imaginar o seu corpo no interior de um caixão, um túmulo ou uma gaveta do cemitério. Nascido em Salvador, cresceu ouvindo histórias sobre pessoas que foram enterradas vivas. “Minha avó contava que muitos foram encontrados de bruços no caixão depois de enterrados. Isso é um desespero!”, disse.

 

            O medo se transformou em um trauma, mas Barbosa encontrou uma alternativa. Em 2005, quando se mudou para São Paulo, leu em num jornal uma nota da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) que incentivava os leitores a doarem os próprios corpos para, quando mortos, servirem para ensino e pesquisa nos laboratórios de anatomia. O actor não hesitou. “Liguei para a faculdade, marquei uma conversa com a responsável pelo recebimento das doações e ela me explicou os procedimentos. Eu disse ‘pode fazer o que quiser de mim, eu só não quero ser enterrado, de jeito nenhum’, contou.

 

            Oito dias depois da conversa, Barbosa retornou à faculdade de Medicina com o termo de doação assinado por ele e cinco testemunhas. As assinaturas e o registo no cartório são uma exigência da faculdade. O documento foi assinado no dia 1º de Abril de 2005 e lavrado no 3º Tabelião de Notas de Santo André (Grande São Paulo), onde o actor morava. “Com a doação tenho dois objectivos: evitar meu enterro, porque tenho medo, e fazer um acto de solidariedade em prol da ciência. Meu corpo poderá ser estudado e formar médicos”.

 

            O termo ficará arquivado por tempo indeterminado na Faculdade de Medicina da USP, que só saberá da morte de Romário Barbosa se algum familiar ou amigo do actor entrar em contacto pedindo a remoção do corpo para o SVO (Serviço de Verificação de Óbitos), órgão da USP, em São Paulo. “Eu já avisei todo mundo”, afirmou.

 

            Não foi apenas por causa das histórias da avó que Barbosa desenvolveu a tafofobia, o medo de ser enterrado vivo. “Quando eu era pequeno, minha mãe foi ao velório de uma menina. É costume na Bahia colocar uma vela entre as mãos da criança. Ao fazer isso, ela percebeu que a menina transpirava, mas oras, cadáver não transpira. Minha mãe gritou ‘não enterre essa menina, ela está viva!’. Todos falavam que ela estava louca, mas momentos depois a criança acordou”, contou.

 

            “Ele fez terapia, mas não superou o trauma. O Romário definitivamente não quer ser enterrado", afirmou Mariliza Ottani, que recebeu o termo de doação de Romário em 2005 na Faculdade de Medicina. Além de distribuir cópias do documento para vários amigos, o actor reafirmou a sua vontade numa matéria publicada no Jornal da Tarde no mesmo ano. “Quando meu corpo não servir mais para estudo e for enterrado, eu não estou nem aí. Daqui até lá, já virei papelão”, disse. “Se alguém me enterrar, eu levanto e dou um tapa! [risos]”, brincou.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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Outubro 27 2010

 

            Na claustrofobia, ou medo de lugares fechados, as impressões psíquicas tornam-se físicas: o ambiente “encolhe”, o tecto teima em aproximar-se, as paredes comprimem-se, as pernas e as mãos tremem desmesuradamente, o suor escorre, a boca seca e o coração parece querer ser o primeiro a sair dali, furando o peito. Os elevadores são a ilustração costumeira deste tipo de fobia.

 

            Medo de lugares fechados, abertos, multidão, escuro, altura, entre outras fobias, são reacções normais que servem para qualquer ser racional distinguir o que é perigoso ou não. O exagero, porém, pode ser um distúrbio psíquico, mas a cura é possível. Quem ainda não sentiu medo? Fobias, como outras doenças da mente, sempre existiram desde as épocas mais primitivas. Sem dúvida, o medo nos tempos pré-históricos era totalmente diferente. Já na actual sociedade moderna, há pessoas que têm pavor de dentista, avião, montanha russa, altura, entre outros, que são reacções psicossomáticas inerentes do organismo diante do perigo iminente, causando sudorese, pânico, o aumento da adrenalina, dos batimentos cardíacos etc.

 

            Há muitas pessoas, contudo, que têm um medo muito exagerado diante de algumas situações do dia-a-dia, principalmente de locais fechados, como elevadores, comboios ou aviões, por exemplo. A fobia também pode estar presente quando a pessoa se encontra cercada por uma multidão. A claustrofobia, todavia, não é uma doença, mas um sintoma, geralmente acompanhado de um distúrbio conhecido como Agorafobia - o medo de estar em um lugar público lotado de pessoas, de onde o indivíduo não pode sair facilmente, caso se sinta mal.

 

            As fobias podem ser classificadas em dois grupos. No primeiro, encontram-se as fobias comuns, ou seja, aquelas cujos sinais são o medo excessivo de coisas que todos, numa certa medida, temem, como por exemplo, alguns tipos de animais, a escuridão, a morte, as doenças etc. No segundo, o medo está ligado, não a um objecto específico, mas sim a um certo ambiente, como é o caso das agorafobias. São fobias contingentes, de natureza contextual, ou seja, manifestam-se dentro de um contexto.

 

            É muito comum haver confusões na comparação entre Agorafobia e Claustrofobia. Pensa-se que a primeira seria o medo de espaços abertos e, portanto, o contrário da segunda, o medo de espaços fechados. Agorafobia não é medo de espaços abertos como normalmente dizem, mas medo de lugares cuja fuga é embaraçosa ou difícil que, muitas vezes, pode ser um espaço amplo, como uma estação do metro ou um estádio de futebol. "A confusão deve existir pelo facto de que espaços públicos são lugares amplos e geralmente abertos, mas não é o caso do metro que é confinado. A afirmação de "que um é contrário do outro" não é verdadeira porque uma pessoa com fobia de elevador pode ter tanto uma Agorafobia como uma Claustrofobia", explica a psicoterapeuta e directora do Instituto de Psicoterapia Avançada, Maura de Albanesi.

 

            Outra confusão pertinente é porque as crises acontecem, geralmente, em lugares fechados e também pelo facto de que os conceitos são muito semelhantes (Agorafobia - medo de lugares de difícil escape e Claustrofobia - medo de lugares fechados). Se a pessoa tem medo de elevador somente por ser um espaço confinado é uma Claustrofobia. Se, entretanto, o indivíduo tem medo de passar mal (o que não significa necessariamente estar preso na cabine) e não ser socorrido, caracteriza-se um medo antecipatório, típico da Agorafobia.

 

            Mesmo alguns segundos diante de um contexto claustrofóbico são suficientes para desencadear um complexo de sintomas nas vítimas deste transtorno. Elas passam a evitar estas situações, consideradas como de risco. É difícil avaliar quais as causas deste problema, pois elas podem ser múltiplas. Aqueles que sofrem de qualquer tipo de ansiedade têm uma tendência maior a apresentar este distúrbio, pois qualquer vivência de um trauma em um lugar fechado pode ser o estímulo inicial para desenvolver nestas pessoas este género de fobia. "Geralmente, estas pessoas se isolam e evitam locais que possam gerar contextos claustrofóbicos, pois se deixam dominar pelo medo, recolhendo-se a lugares nos quais se sentem mais seguros", explica a psicoterapeuta.

 

            Tratamento - É fundamental, assim, tratar este transtorno, para que ele não se agrave e evolua para outras doenças psíquicas. Neste sentido, é importante aliar a psicoterapia com anti-depressivos. A psicoterapia tem como objectivo de reestruturar a mente, identificar os medos e trabalhar os aspectos irracionais de cada um deles. "A cura completa é, sim, algo bem real e possível. Tanto o claustrofóbico quanto seus familiares devem aprender a aceitar esta realidade. Só assim será possível eliminar de vez estes incómodos efeitos do quotidiano muitas vezes massacrante da nossa civilização. O autoconhecimento e a compreensão de si mesmo podem ajudar o paciente a se libertar desta e de outras fobias", completa Maura.

 

            Em sua grande maioria, os claustrofóbicos têm medo de morrer, não possuindo, portanto, o específico medo de lugares fechados. Os pensamentos ligados a esses pacientes adquirem grande importância no diagnóstico da patologia e, neste caso, o medo de morrer por falta de ar é o mais recorrente. “Às vezes, a pessoa não tem medo de avião, mas tem fobia de ficar presa nesse lugar, pois, caso aconteça algum problema, ela não tem para onde ir.

 

            Apesar de ainda não ter sido elucidadas as reais causas das fobias, sabe-se que existe aí um componente genético, visto que mais de 70% das pessoas fóbicas possuem parentes com este mesmo problema. Exposição a situações semelhantes às que provocam medo, repressão sofrida no passado, dentre outros factores, também podem estar relacionados. As manifestações da doença geralmente têm início na infância, e devem ser tratadas, já que tendem a se agravar com o passar dos anos; e causam situações de desconforto à pessoa, podendo interferir em suas relações sociais.

 

            Há cerca de seis meses, o estudante de Administração Fábio Andrade, 23, sofre de claustrofobia. Ele evita elevadores, teme escadarias escuras e apavora-se diante da improvável possibilidade de ficar preso dentro do banheiro. Para Fábio, mesmo uma janela fechada pode ser sufocante. “Tenho a impressão de que vou desmaiar, o coração dispara, a mente fica retorcida e a visão embaça”, conta.

 

            De onde vem isso? A claustrofobia de Fábio surgiu de repente e ele ainda não conseguiu descobrir o motivo do trauma. De fato, nem sempre é fácil encontrar a razão, já que não há uma causa única. Segundo o psiquiatra Gilson Volpe, “pessoas naturalmente ansiosas ou de fundamentos reactivos têm uma predisposição a desenvolver o transtorno”. Para alguém com essa personalidade, experiências traumáticas em lugares fechados são o estopim. A presença de alguém claustrofóbico na família também pode dar início ao que os psicólogos chamam de aprendizagem por modelação. Algumas correntes ainda apontam como uma das causas da fobia a repressão de impulsos sexuais e sentimentos de culpa.

 

            Afastar-se do mundo, obviamente, não é a melhor maneira de enfrentar este pavor irracional. Este é um daqueles transtornos em que a psiquiatria e a psicologia andam de mãos dadas. Segundo o psiquiatra Gilson Volpe, existem dois grupos de medicamentos mais recomendados para o tratamento da claustrofobia, os ansiolíticos e os anti-depressivos. “Eles inibem a recaptação da serotonina, responsável pela ansiedade”, traduz. Os resultados costumam ser rápidos, mas há riscos do medo voltar a se manifestar ao interromper a medicação.

 

            Por conta disso, o tratamento psicológico é de suma importância para a cura da claustrofobia. A psicóloga Sónia Maeda aconselha a terapia focal por meio da abordagem comportamental. Nessa linha terapêutica, o claustrofóbico se submete a efeitos de relaxamento, abrindo a porta para o psicólogo o conduzir a uma reestruturação cognitiva. “É preciso montar uma hierarquia dos medos, desde o mais terrível até o menor, e trabalhar a irracionalidade de cada item. A partir daí, o psicólogo incentiva o paciente a se expor às situações que ele considera de risco”, informa Sónia, referindo-se ao método conhecido por dessensibilização sistemática.

 

            Sem dúvida, não se trata de um transtorno dos mais simples, pois traz muitos impedimentos. Mas o claustrofóbico pode, sim, conseguir cura completa. Para isso, é muito importante detectar as raízes do medo e, como afirmou Sónia, expor-se pouco a pouco a eles.

 

            A duração do tratamento psicológico varia de acordo com o grau da fobia e de como ele mesmo pretende se ajudar. Vale lembrar também o papel da família em aceitar o medo como parte de um comportamento doentio, sem criticá-lo. Ao final da terapia, associada às medicações, é possível fechar as portas deste medo irracional de uma vez por todas.

 

            É indicado que o paciente pratique exercícios, tenha uma alimentação balanceada e acompanhamento terapêutico, a fim de reduzir o estrepe e aumentar a auto-estima e confiança – imprescindíveis para o sucesso do tratamento.

 

             Uma técnica amplamente utilizada é a da auto-exposição, na qual o indivíduo fóbico enfrenta de forma gradual as situações que lhe causam medo, podendo se recuperar completamente ao final do tratamento.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 22:36
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Outubro 25 2010

 

            O melhor amigo do homem pode ser, para algumas pessoas, o maior pesadelo. Desde minúsculos poodles a enormes rottweilers, pessoas que sofrem de cinofobia sentem um medo irracional de cães. Geralmente as pessoas desenvolvem a fobia depois de serem mordidas ou verem alguém ser mordido, mas algumas têm medo simplesmente por saber que o cão pode mordê-las. O tratamento para esta fobia envolve muitas vezes um relacionamento próximo com um cachorro.

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            O medo irracional dos cães especificamente é chamado de cinofobia

Pessoas com cinofobia geralmente possuem experiências traumáticas com cães no passado, como serem mordidas ou atacadas quando crianças, ponto a partir do qual a fobia começou a se manifestar.

 

            A universitária Emilly Maitan, de 19 anos, é uma dessas pessoas. Desde quando foi atacada por um cachorro na infância, ela nunca mais se aproximou do animal. “Posso estar a metros de distância, mas, quado avisto um cão, logo fico apavorada e o medo toma conta de mim. É imediato”, explica.

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            O que fazer para vencer o medo?

            No contato com animais adestrados, o paciente é estimulado a se aproximar e brincar com o cão naturalmente até que o medo desapareça.

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            Especialistas afirmam que é importante fazer com que o paciente perceba não haver motivo para ter medo irracional ou aversão aos cães.

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            Os cães são mais susceptíveis de atacar um estranho que vai a correr do que um que esteja parado.

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            Na terapia cognitivo comportamental, podemos trabalhar com duas técnicas a dessensibilização sistemática e a técnica de exposição, onde conseguimos óptimos resultados.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:29
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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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