Método Kiber

Janeiro 01 2011

 

            Sabe-se que a maioria das pessoas tem um leve receio de ir ao dentista. Uma pequena percentagem, no entanto, tem verdadeiro pavor, apresentando inclusive ataques de pânico na cadeira do dentista.

 

            Adolf Hitler tinha medo de dentista, halitose (mau hálito) e se alimentava muito mal, revela um estudo baseado nas anotações do homem que cuidava dos dentes do ditador alemão, o general da SS nazista Johannes Blaschke.


            As conclusões estão em "O Dentista do Diabo", trabalho de doutorado de Menevse Deprem-Hennen. Em declarações ao periódico alemão "Bild am Sonntag", o especialista explica que o estudo teve base em uma série de relatórios que durante anos estavam perdidos.


            "É muito provável que Hitler sofresse de uma forte halitose", conta Deprem-Hennen, que diz ainda que o ditador nazista comia mal e sofria de doença periodontal, que atinge a gengiva e a sustentação dos dentes.


            "É provável também que, como muitas pessoas, Hitler tivesse medo do dentista", afirma o especialista, que tira essa conclusão pelo facto de, em vez de fazer um tratamento de canal em uma ou duas sessões, o "Fuehrer" ter precisado chamar Johannes Blaschke até oito vezes.

 

            A esta fobia chama-se: odontofobia, é o medo aterrador de marcar a consulta para o dentista, pior ainda, é assentar-se na cadeira do dentista, e ouvir a broca do mesmo. Para estas pessoas a própria bata do dentista, já basta para aterrorizar.

 

            A consequência mais séria que advém para essas pessoas é a deterioração dos dentes, às vezes com sérias complicações, envolvendo comprometimento de canais e doenças das gengivas.

 

            Os maiores temores relacionam-se com a anestesia e a acção da broca (motor). O medo parece aumentar a sensação subjectiva de dor. Além disso, as pessoas parecem esperar sempre por um desconforto muito maior que aquele de facto produzido. Para algumas pessoas, a visão da roupa branca do dentista é terrível, e se ele usar um jaqueta ou camisa de outra cor, a ansiedade decresce.

 

            Alguns pacientes chegam a desmaiar na cadeira. Uma boa comunicação e empatia com o dentista ajudam muito, sobretudo se o profissional entender e respeitar o medo. É importante que o dentista explique de forma detalhada os procedimentos que serão realizados, e o grau de desconforto e dor que de fato ocorrerão.

 

            Combinações de sinais previamente estabelecidos, como erguer a mão ao primeiro sinal de dor, podem minimizar o problema. A familiarização com o consultório também pode ajudar na habituação.

 

            A observação de outras pessoas sendo tratadas, recebendo anestesia e sendo submetidas à acção do motor, funciona como um modelo positivo, na linha do “não deve ser tão terrível assim”. Isso tem se mostrado útil em crianças, que, antes de serem submetidas a um tratamento dentário, brincam no consultório do dentista, para facilitarem o contacto e o trabalho, dando um colorido lúdico ao tratamento. É válido também para adultos o processo da modelagem passo a passo.

 

            A ajuda psicológica poderá ser de grande auxílio, neste contexto, pois é possível tratar o medo, ansiedade e fobia com êxito.

 

            Na psicologia há uma série de técnicas com os quais os pacientes podem reduzir o medo e a ansiedade de qualquer natureza.

 

            Verificou-se que a formação graduada em Relaxamento seguido por visualização da situação temida concomitante com o comportamento concorrente de relaxamento e a técnica de dessensibilização sistemática tem sido de valor inestimável para ajudar as pessoas com fobias.

 

            Pessoas que sofrem de Fobia dentária podem ser ajudadas em grande forma em terapia com essas técnicas submetendo-se a experiência em sessão terapêutica de Relaxamento e Visualização da cadeira de dentista e aos procedimentos odontológicos que se seguem.

  

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 20:05
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