Método Kiber

Outubro 29 2010

 

            Mais um pesadelo para as pessoas que sofrem de Tafofobia.

            O insólito aconteceu em Lisboa. A filha de 57 anos, chamou a mãe de 77 anos, que estava considerada morta. O Jornal Correio da Manhã, publicou a notícia no dia 25 Novembro 2002.

 

            Maria das Dores Silva, 77 anos, vive sozinha há 15 anos no rés-do-chão do número 7 da rua Sousa Viterbo, em Lisboa. Anteontem, um vizinho estranhou o facto de a televisão estar ligada, dia e noite, desde quinta-feira.

            Bateu à porta e ninguém respondeu. Os bombeiros entraram e encontraram a idosa no chão do quarto. Deram-na como cadáver. “Mas ela não estava morta. Entrei, chamei-a e ela respondeu-me. Está internada nos ‘Capuchos’ e vai recuperar”, disse ao Correio da Manhã: Elizabete Ferreira, filha da idosa.

 

            O insólito, envolvendo os Sapadores Bombeiros de Lisboa e voluntários da Ajuda, as corporações que acorreram ao local, deixou todos de “boca aberta” mas pode ser, segundo fonte médica, possível, sendo chamado de morte aparente.

 

            Maria das Dores Silva, teve um ataque, com perda de consciência - provavelmente consequência do linfoma de que sofre há sete anos –, algures entre quinta-feira e anteontem de manhã. “Por isso é que os vizinhos não a viam e ela não respondeu à porta”, afirmou a filha, de 57 anos.

 

            “Chamaram o 112 e vieram os Sapadores, que partiram um vidro para entrar em casa. A minha mãe estava inanimada e caída entre duas camas. Não sei o que fizeram mas disseram aos bombeiros da Ajuda e ao agente da PSP que lá estavam que ‘já era cadáver’”, argumentou.

 

            Uma amiga correu a avisar a única filha da idosa. “Fiquei devastada e corri para a casa. Só já lá estava o Polícia, à espera do delegado de saúde”, contou. Sem aguardar, Elizabete Ferreira entrou no quarto “a gritar e a chamar por ela”. “De repente ouvi-a a responder-me: ‘A mãe está aqui, está doente...”, recordou. De imediato, pediu ao agente para chamar o INEM. “Ele ficou pasmado, também não acreditava”, declarou. A idosa foi levada o Hospital de S. José, onde entrou desidratada e bastante frágil.

 

            “Hoje (ontem) de manhã foi transferida para o Hospital dos Capuchos, onde está em observações – a soro e respiração assistida – e vigiada pelos médicos que têm acompanhado o linfoma”, concluiu Elizabete Ferreira.

 

            De acordo com fonte médica, ter-se-á tratado de um caso de morte aparente. “É um estado possível, sendo registado em casos extremos de certos sintomas e doenças”, afirmou.

 

            Para a nossa fonte, os bombeiros podem mesmo ter sido ‘enganados’ pelo estado da idosa. “A morte aparente é uma situação onde tudo leva a crer que a pessoa está mesmo cadáver. Por isso é que o óbito tem que ser sempre confirmado por um médico, o delegado de saúde, que aguarda sempre algum tempo antes de o decretar, esperando alguma alteração no estado da vítima”, afirmou.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 19:16
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