Método Kiber

Setembro 30 2009

     

 

 

            São duas forças que nos acompanham. Fazem parte da nossa vida. Houve quem as comparasse a duas forças gémeas. Eu as equiparei a duas energias simétricas, como são proporcionais, devem equilibrar-se das nossas vidas, sem uma não existiria a outra.
 O que seria de nós se não houvesse a dor? E o que seria da vida se não sentissem o prazer?! E como compreendíamos o prazer se não houvesse a dor, se não houvesse as trevas como compreendíamos a luz?     
            Elas controlam a sua existência. Em todas as decisões que fizer elas estarão em sua vida, nenhuma delas deverá subestimar, pois ambas lhe serão úteis.         
            Compreendendo e utilizando as energias da dor e do prazer você poderá transformar-se, de uma vez por todas, de criar as mudanças positivas, os benefícios que há tanto almeja para si próprio e para as pessoas que o rodeiam. O desconhecimento e a falta de compreensão destas forças gémeas o condenarão a proceder, como um animal ou um robot.
            Tudo o que fazemos se deve à nossa necessidade de evitar dor ou ao nosso desejo de obter prazer. É uma lei que nos dirige e da qual temos que decidir.
            Porque tantas pessoas experimentam drogas, sabendo que os mesmos que as usaram, ficaram dependentes delas e se tornaram uns farrapos humanos? Isso deve-se à necessidade de obter prazer, e quem pensa assim, não se importa como poderá obtê-lo. Outros, porém, não sentem qualquer desejo em experimentar, porque associaram ao seu consumo como destruição e morte o que os levaria à dor.
            Porém, mesmo assim, os escravos do vício, sentem o desejo de se libertarem, mas associam o não consumo à dor (primeiro experimentaram para obterem prazer, depois consomem para não sentirem a dor), libertam-se só quando atinjam um nível de dor que consideram como seu supremo limite.
            Como aquela mulher que é maltratada pelo seu parceiro, ao experimentar dor suficiente, decide mudar ao associar a mudança ao prazer de se libertar.
            Conheci uma mulher que ao deixar de fumar, não associou dor suficiente a esse hábito, dizia frequentemente que era fino e elegante uma mulher fumar, não demorou muito que voltasse ao anterior vício.
            Quando pretender mudar um mau hábito, ou um relacionamento problemático, deverá de associar ao máximo de dor o estado que deseja mudar, o prazer será associado aquilo que deseja alcançar.
            Um exemplo: uma mulher ao sofrer os maus tratos do cônjuge, associa à separação a dor (medo das represálias dele, da sua sobrevivência, das críticas alheias, futuro incerto, etc.), apesar do prazer de mudar, não consegue, porque é mais forte a dor da separação. Só quando ela sente dor suficiente e diga: “Basta, nunca mais, tenho mesmo que mudar”. Esse é o momento extraordinário, em que a dor se torna nossa amiga. Aí surge a mudança radical, porque associamos o máximo prazer à mudança.  

 

            Tudo é subjectivo, depende da maneira como sentimos as coisas, o que para uns é prazer para outros é dor. Se a sua situação em que vive é dor, experimente a intensificação da dor em que está. Diga: “Basta de sofrer!”. Deverá motivar a sua decisão para a mudança, para remover a dor da sua vida e estabelecer o prazer do bem-estar. Intensifique o prazer da mudança, use todos os seus sentidos. Visualize o que pretende alcançar, e sinta a beatitude nessa esperança.
 
 Pelo Prof. Kiber Sitherc
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 23:36
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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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