Método Kiber

Janeiro 12 2010

 

            O ser humano é por natureza vulnerável, ao contrário dos outros animais não tem defesas e armas naturais, sendo desprotegido e nu. Durante toda a sua longa caminhada pela história passou refugiado em grutas e cavernas naturais, para se proteger e salvaguardar a sua descendência. O medo do desconhecido deu origem às superstições e aos mitos.
            O medo é um sentimento natural, quando ele é autêntico e verdadeiro poderá beneficiar-nos. A reacção psicológica ao medo permite a nossa sobrevivência e preparam-nos para “a fuga e o ataque” perante um perigo iminente. Essa característica também é partilhada pelos outros animais, se não houvesse o medo todos os animais à face da terra já teriam desaparecido. Um exemplo: se as aves não tivessem medo dos humanos ou dos outros animais deixar-se-iam apanhar e já se tinham extinguido. 
            Se não houvesse o medo não seríamos mais cautelosos e prudentes; é esse sentimento que nos leva a proteger as nossas vidas. Um indivíduo que não conhece o medo poderá por a sua vida em perigo; e é o medo que o leva a ser aplicado na sua conduta diária.
            Quando o medo limita a nossa felicidade torna-se “um falso medo” e é fóbico. Exemplo: se alguém nos apontar uma arma é natural que tenhamos medo, pois revela, um sentimento verdadeiro; mas se você mudar de passeio com medo de um cachorro inofensivo é um falso medo, porque é uma fobia.
            Há cerca de 400 classificações de fobias, desde as mais simples e quase inofensivas às mais traumáticas e paralisantes. A pior de todas é a fabofobia: é o medo de ter medo. Gera a ansiedade e o receio de ter medo de uma determinada fobia, de não ser capaz de resolver uma determinada situação. É a preocupação de entrar em pânico antes de surgir o estado fóbico. Exemplo: você ao sofrer da zoofobia (medo dos animais), entrará em pavor ao pensar que vai estar em contacto com eles.
            Vejamos algumas técnicas para se curar das fobias:
 Respire profundamente.Quando sentimos medo, retemos a respiração, o cérebro deixa de se oxigenar e fica entorpecido, a circulação sanguínea fica enfraquecida e o cérebro deixa de se irrigar convenientemente. Procure respirar enchendo profundamente os pulmões de ar, verificará então um grande autodomínio e segurança. Faça a coisa que mais teme decididamente e sem hesitar. Não diga: “Tenho que fazer isso”; mas diga antes: “Eu quero experimentar isso e eu vou conseguir”. Como uma criança que dá os primeiros passos, ela hesita, tem medo e por vezes até cai, mas ela insiste até conseguir o equilíbrio.
Repita várias vezes a coisa que tanto teme. Lembre-se do exemplo da criança nos primeiros passos; ela não desiste apesar de muitos esforços. A mesma coisa acontece com os passarinhos quando saem nos ninhos; tanto se esforcem e batem as asas que acabam por voar. 
Ria-se do seu medo.Experimente ridicularizá-lo não leve a sério essa fobia. Não lhe dê a importância que tanto teme, convença-se que esse medo não é verdadeiro e que não há razão para se assustar.  
Use o conhecimento.Usando os factos e a lógica distancia-se do medo. Se tem medo das aranhas e dos insectos, procure saber algo a cerca deles e verificará que a maioria são inofensivos e muito interessantes e procure ter alguns para se familiar com eles. O conhecimento dissipa o medo; a ignorância poderá gerar o pânico.
 
PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 15:36

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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