Método Kiber

Maio 19 2011

 

 

            A Obesidade Mórbida é considerada uma doença crónica e corresponde a uma epidemia global.

 

            Pessoas com obesidade mórbida - que estão com 45 quilos ou mais acima do peso normal - fazem parte do grupo que mais cresce nos Estados Unidos. De acordo com pesquisa do Instituto Rand Corporation, a proporção de pessoas obesas aumentou em 50% de 2000 a 2005. Esse número representa um crescimento duas vezes mais rápido do que o aumento de pessoas com obesidade considerada moderada.

 

            A Sociedade Espanhola de Cardiologia (SEC) advertiu recentemente um aumento “alarmante” de obesidade mórbida na Espanha nos últimos anos. Assim, em 1993, relataram ter esta condição 1,8 de cada 1.000 habitantes e em 2006 o valor foi de 6,1, representando um crescimento de mais de 200%.

 

            No Brasil a velocidade do aumento da obesidade determina em grande impacto na saúde pública. Na América Latina é aceito que 200 mil pessoas morram anualmente devido à Obesidade; em decorrência dos factores relacionados com a obesidade, hipertensão arterial, diabete melito 2, dislipemia, doença coronariana, apnéia do sono, câncer entre outros. A taxa de mortalidade é 12 vezes maior em homens entre 25 e 40 anos quando comparada a indivíduos de peso normal.

 

            Israel Kamakawiwo'ole, nome artístico de Israel Ka‘ano‘i Kamakawiwo‘ole, nasceu em 20 de Maio de 1959, em Honolulu (Havai) – falecido em 26 de Junho de 1997, Honolulu. Foi um cantor havaiano muito popular no seu estado (onde continua sendo mesmo depois de sua morte). Usava também o nome "Braddah IZ".

 

            No Havai, de onde é oriundo, sempre foi famoso não só pela música mas pelas letras que exprimiam o amor pela sua cultura e raízes (Israel era descendente de uma linhagem pura de nativos havaianos). Também nunca ocultou a sua posição a favor da independência do Havai e de defesa dos direitos dos havaianos.

 

            Em diversos álbuns musicais lutava pela independência do Havai e direitos humanos dos habitantes locais. A ilha foi invadida militarmente pelos Estados Unidos no ano de 1898, tornando-se estado norte americado em 1900.


            Anteriormente a chegada dos ocidentais (europeus e norte-americanos) os nativos do Havai viviam numa sociedade altamente organizada, auto-suficiente e subsistente, baseado no arrendamento de terras comunais, possuindo um sofisticado idioma, cultura e religião.

 

            Um de seus álbuns mais famosos foi "Facing the Future", de 1993, trabalho que o lançou para a fama mundial, onde consta o tema "Over the Rainbow/What a Wonderful World", uma versão que mistura dois clássicos da música dos E.U.A.: “Somewhere Over the Rainbow”, do filme "O Mágico de Oz"/"O Feiticeiro de Oz", e “What a Wonderful World”, onde apenas se ouvem a sua voz suave acompanhada pelo seu ukelele, que rapidamente se tornou um êxito mundial e que lhe rendeu vários prémios. Esta música aparece em diversos episódios de séries norte-americanas como Cold Case e E.R; também foi trilha dos filmes, Meet Joe Black (Encontro Marcado, de 1998), Finding Forrest (Encontrando Forrest, de 2000) e, mais recentemente, 50 First Dates (Como se fosse a primeira vez, de 2004).

 

            Ao longo da sua carreira musical, Iz debateu-se com muitos problemas de saúde relacionados com o seu peso excessivo chegando a pesar 343 kg, para um corpo com 1,88m. Aos 38 anos, faleceu devido a problemas respiratórios causados pela obesidade mórbida.

 

            Em todos os cantos do Havai, ainda se escuta a música dele.

 

            Ele criou um estilo contemporâneo da música tradicional Havaiana ao gravar o clássico "Somewhere Over The Rainbow. Em 2001 foi lançado o cd "Alone In IZ World", um álbum póstumo contendo vários sucessos e temas inéditos.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

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Maio 04 2011

 

            O Dr. Madan Kataria, fundou na Índia, o “Clube do Riso”. Iniciou uma revolução de risos e gargalhadas que está a difundir-se em todo o mundo. Este médico sempre sorrindo definiu o seu método: “Em suma, o yoga do riso é uma combinação de auto-indução de riso, os exercícios de yoga, respiração e exercícios de alongamento. Com um pouco de diversão se transformam em riso verdadeiro. O nosso corpo produz uma resposta semelhante à que temos de riso espontâneo”.

            Em 1995, estando a escrever um artigo para uma revista sobre a saúde, lembrou-se da expressão que o “riso era o melhor remédio” de Reades’s Digest. Então, pensou, porque não fundar um clube do riso? 0 seu pequeno grupo cresceu e hoje existem centenas de Clubes do Riso em todo o mundo.

            A alegria é um sentimento verdadeiro, que deve ser estimulado, mas nem sempre foi assim. 

            “O homem é o único animal que ri”, exprimiu Aristóteles. Mas rir era um acto medíocre, próprio das pessoas desprovidas da razão, segundo o pensamento platónico.

            A Igreja, foi mais longe quanto à censura do riso. O riso estaria associado ao escárnio e ao pecado, enquanto a tristeza expressava o arrependimento e nos aproximava mais de Deus.

            Jesus era visto como um modelo a seguir, ora nos quatro evangelhos não aparece uma única vez que Jesus tenha sorrido, pelo contrário, no evangelho de João o Mestre chora amargamente, pranteado a morte do amigo Lázaro. Por isso, convinha ver Jesus como um exemplo: não sorrir.

            O debate alongou-se durante o período medieval, os defensores do sorriso, diziam que mesmo assim, os evangelhos não diziam que o Mestre não sorrisse.

 

            Eça de Queiroz descreveu a decadência do riso que já se notava no seu tempo; lamentava-se de já não ouvir as gargalhadas que se davam na sua infância. Segundo ele: “a antiga gargalhada”, era “genuína, livre, franca, ressoante, cristalina!” No seu “século sério” segundo ele “perdemos o dom divino do riso. Já ninguém ri! Quase que já ninguém sorri”.

            Rir tornou-se sinónimo de escárnio, falta de educação e de postura. Os pais corrigem os filhos na sua espontaneidade: “Não te rias que parece mal”; “Que risada é essa? Tem juízo”. Lembro-me de ouvir, desde a minha infância dos adultos sisudos repetirem a seguinte máxima: “Muito riso, pouco siso”.

            Apareceu-me uma jovem que não sorria. Dizia que não tinha motivos para isso. Na sua casa dominava a tristeza, ninguém sorria. A sua mãe enviuvava pela segunda vez, deixando um bebé órfão. Tinha perdido o namorado, sentia-se só, no emprego achavam-na azeda e mal encarada.

            Com alguma descrença e dúvida, começou a praticar a terapia do sorriso. Como dizia Fernando Pessoa: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se”. Começou a fazer exercícios em frente do espelho, notou que ao princípio os músculos da boca (devido à falta de prática), doíam-lhe quando os contraia. Habituou-se a sorrir. Com o tempo a sua vida transformou-se, deixou de ser uma rapariga triste e sisuda e passou a ser uma jovem alegre e simpática. Compreendeu que o problema não estava nos outros, mas em si própria.

            Os benefícios psicológicos do humor e do sorriso são surpreendentes, já não há qualquer dúvida entre os médicos e os profissionais de saúde. Geralmente, as pessoas guardam emoções negativas tais como raiva, tristeza e medo, ao invés de expressá-las. O riso possibilita uma maneira destas emoções serem liberadas inofensivamente. A risada funciona como catarse. Por isso algumas pessoas tristes ou stressadas vão ao cinema ou ao teatro para assistir a uma comédia, para que elas possam rir até mandar as emoções negativas embora (estas emoções, quando guardadas, podem causar mudanças bioquímicas que afectam o nosso organismo). Ao sorrir, o fluxo de serotinina é enviada para o cérebro, proporcionando assim uma mudança agradável no seu estado de espírito.

             Procure fazer uma lista de coisas agradáveis: acumule filmes e livros cómicos interessantes que lhe poderão proporcionar horas deleitáveis. Nas suas viagens e deslocações poderá ler alguns livros divertidos, não tenha constrangimento se eles são demasiado infantis para a sua idade e muito menos tenha vergonha de rir. 

 

 Publicado em Maio de 2011, na Revista Boa Estrela pelo

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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