Método Kiber

Janeiro 19 2010

 

            O optimista vê as rosas nos espinhos; o pessimista vê os espinhos nas rosas; o realista vê as rosas e os espinhos.
            Cada qual interpreta a vida de acordo com a sua óptica. Nem tudo é bom ou mal, mas o nosso pensamento é que o faz. Realmente existem coisas más, mas também existem coisas muito boas, para as pessoas que sofrem de azedume é mais fácil censurar do que dizer bem.
            Numa viagem de comboio, quem se divertirá mais o pessimista ou o optimista? O pessimista, poderá estar com razão quanto às suas críticas: dos horários, do atendimento dos funcionários, dos preços da viagem, da poluição que avista e de tudo aquilo que o desagrada. O optimista, simplesmente, procurou divertir-se e tirar partido da situação: viajou para se distrair. Por isso, escolheu o lado positivo da vida. Ora essa viagem, poderá ser interpretada como sendo o percurso da nossa existência. Porque não usarmos o optimismo na nossa viagem da vida?  
            Já reparou no conforto em que vive? Tudo graças a muitos cientistas geniais que pensaram e trabalharam para a Humanidade, para que nós usufruíssemos de todos esses prazeres. Até o próprio rei Luís XIV, o rei Sol, nunca gozou de tanto conforto como nós. Como seria a vida sem essas comodidades que nós conquistámos! No entanto, os nossos antepassados se prescindiram deles. Em toda a parte se vêm pessoas que sofrem de azedume. Onde você estiver ali estão eles, bem atentos para a luta e sempre prontos com a mão no gatilho, a disparar as suas frustrações nos outros. Estão sempre descontentes, tudo está mal para eles. Fazem lembrar os anarquistas no século XIX na Rússia, como tudo lhes era negativo, foram rotulados de niilistas, que significa no latim “nada”. Criticam quando estão nas filas dum banco, lamentam-se pelo tempo perdido, depois saem e perdem por vezes o dobro do tempo com um amigo em conversas fúteis. Na rua, estão bem atentos para que possam avistar algo para as suas críticas: quando um incauto passa ao sinal vermelho ou quando alguém os desagrada. 
Conseguem proliferar o seu azedume como uma influência epidémica se tratasse. Por vezes, julgam-se perfeitos, e alguns até de boa fé, tencionam mudar o mundo. Esquecendo-se porém que todos esses lideres do passado, foram impotentes para isso e que apenas deixaram um mar de ideias e de ilusões.
Como ervas daninhas eles conseguem-se alojar em tudo o que é sítio. E sempre encontram alguém, que devido às suas frustrações os apoiam. Em todo o lado os encontramos, quando ouvir as críticas, simplesmente diga sorrindo: “Não bata mais no ceguinho”. Essa expressão os desarma, por vezes eles sorriam e dessa maneira poderá mudar de conversa. Quem tem telhado de vidro não deve atirar pedras ao do vizinho. Lembrai-vos das palavras do Mestre: “E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?” 
Essas pessoas como disse Norman Peale sofrem de psico-esclerose que é o endurecimento dos pensamentos. E para essa cura só existe um remédio: a mudança de pensamento.
Imagine-se na pele alheia: procure ver a situação com os olhos do outro; tentar ouvir com os ouvidos do outro, sentir com o tacto do outro. Quanto mais compreendermos os outros, mais eles gostarão de nós. Afaste-se de gente rabugenta e mal-humorada. A sua influência poderá ser contagiante, não entre nesse jogo crítico e procure mudar de assunto. Se sofre de azedume, experimente refrear a crítica e pratique a lisonjeia. Verá que a vida se tornará mais colorida, interessante e feliz.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
  

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 04:11

Janeiro 19 2010

 

            Já reparou num praticante de ioga, como ele se movimenta? Com elasticidade dobra o corpo, com as suas mãos e pés maleáveis, consegue-se contornar como se ele fosse um boneco de borracha. Você quando era bebé também fazia algo semelhante, dobrava-se com facilidade e conseguia aproximar o pé com um dedinho à boca.
            A isso se chama: flexibilidade, com o tempo a maioria das pessoas, perdem essa mobilidade, tornam-se mais rígidas nos seus movimentos e também duras nos seus hábitos.
            Ser flexível é estar disposto a dobrar-se perante uma situação que escapa ao controle imediato. Perante um forte vendaval, a flexibilidade do salgueiro o fará curvar-se com o vento, será poupado pelo temporal; o mesmo não acontecerá com uma árvore rígida como o sobreiro que poderá ser arrancado.  
            A teimosia, é uma forma rígida de uma personalidade, que não pretende ver o ponto de vista dos outros, é de uma mentalidade estreita, fanática, política ou religiosa, são essas formas de intolerância que levam à mesquinhez e que limitam os nossos próprios horizontes. 
            As pessoas que são intransigentes, que têm estilos de vida rígidos, fazem lembrar os regimes políticos totalitários. Substituem a liberdade e a criatividade em favor da segurança e do dogmatismo. Acham que só podem ter um ponto de vista, de uma atitude, de uma filosofia de vida ou de um só pensamento válido.
            Lembre-se que você não é uma entidade estática, como certas árvores que nascem na estreiteza do solo, atrofiadas pelas rochas em que ficam enraizadas e dali não podem fugir. Nós somos dinâmicos como as aves, capazes de mudar de ramo em ramo, de redescobrir e de transformar-se.
            Você ao exigir objectivos rígidos, está a agir de uma maneira que enfraquece as suas hipóteses de conseguir o que quer na vida. Ficará ansioso e frustrado das coisas que não acontecerem como desejaria, porque não foi flexível aos desejos esperados.
            Quando as pessoas são flexíveis desfrutam de diversas alternativas para lidar com uma mesma situação. Experimente novas formas de actuar, poderá descobrir aquilo que terá a possibilidade de atingir. Se vir que a sua maneira de actuar não funciona, então experimente outro método. Se aquilo que está a fazer não o leva a sítio nenhum, tente fazer outra coisa diferente, faça algo que você nunca fez antes. Amplie os seus objectivos, estude novos métodos, aprenda algo diferente, informe-se sobre novos assuntos, não fique estagnado como as águas de um pântano.
 Deverá procurar a situação que deseja e se não consegue encontrá-la, deverá criá-la, verá que na sua mente criativa não lhe faltarão recursos.
A flexibilidade é mesmo isso: adaptar-se conforme as situações, não esquecendo o seu objectivo final.
Não se acomode agindo sempre pelo mesmo sistema. Se fizer sempre as coisas da mesma maneira, é natural que obtenha sempre os mesmos resultados. Para quebrar esse círculo vicioso, terá que fazer as coisas diferentes e dessa maneira irá obter resultados totalmente opostos daqueles que obtinha.
Se evitar que os seus desejos se transformem em deveres e exigências inflexíveis e rígidas, poderá encontrar a tranquilidade e permanecerá mentalmente saudável. Mas se persistir em transformar os seus desejos em deveres rígidos e absolutos, então estará sempre à mercê de sofrer perturbações emocionais, e restringe as capacidades, porque haverá pouca possibilidade de escolha para atingir os seus objectivos.  
 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 02:39

Janeiro 19 2010

 

            “Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma jureis: nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo dos seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei; nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; porque, o que se passa disto é de procedência maligna” (Mateus 5:34-37).
            Essas palavras proferidas pelo Mestre no Sermão da Montanha, têm uma sabedoria extraordinária, pois não foi em vão que o sábio Mahatma Gandhi disse que todos os livros se perdessem e esse sermão fosse recuperado nem tudo ficaria perdido.
            Costuma-se dizer: “Quem mais jura; mais mente”. Se habituar-nos a falar verdade não necessitaremos de jurar, porque isso de maneira nenhuma invalida o nosso argumento.
            Quando compramos alguma coisa de “marca”, pretendemos obter algo autêntico, o produto de “marca” nos dá a garantia do verdadeiro; que não estamos a comprar: Gato por lebre. A autenticidade, é tão importante, que por vezes a imitação perfeita, ou semelhante perde todo o seu significado, em favor do autêntico: quer do vestuário, ou de uma obra de arte ou de um simples utensílio doméstico ou alimento.
            Incongruência é a contradição de si mesmo, dizendo uma coisa e fazendo outra. Essas pessoas costumam usar a seguinte expressão: “Faz o que eu te digo; mas não faças o que eu faço”. Ora tudo isso revela fraqueza de carácter, porque há a dificuldade de assumir as ideias defendidas e consideradas válidas.
            Os antigos Gregos, usavam como princípio: “Conhece-te a ti próprio”. A maior dificuldade do ser humano está aí, em reconhecer-se como tal, para poder-se modificar e melhorar o seu carácter e personalidade.
            Não tenha medo de dizer: “Não”. Não tente agradar, engolindo sapos e dissabores, mantenha a sua personalidade, não faça aquilo que não é do seu agrado. Diga não, quando não quer; quando não lhe apetece; quando não gosta; quando quer estar simplesmente só.        
            Há quem tenha dificuldade em dizer “não”, dizem “sim” quando de facto pretendem dizer “não”, dessa maneira invalidam a sua auto-estima, ficam deprimidas e ressentidas por não agirem de acordo com a sua vontade.
            Diga um “não” convincente, “não vou”, “não quero”, não é necessário dar uma explicação da sua atitude, não deixe margem para discussão, não use expressões como: “não vou por que não posso demorar-me”. se disser o que sente e explicar o motivo, haverá espaço para ser persuadido e manipulado, e poderá ser convencido a dizer o “sim” contra a sua vontade.
            Seja honesto consigo próprio, não tenha medo de dizer o que pensa, seja sincero e aja de acordo com as suas convicções e realidades, não seja incongruente. A sinceridade deverá estar acima de tudo. Se estivermos condicionados a uma mentira, a nossa auto-estima estará em baixo. Seja autêntico na sua sinceridade e honestidade, e verá a sua auto-estima elevar-se.
            Seja sempre verdadeiro com os seus elogios, críticas e opiniões. Não dê as conhecidas “punhaladas nas costas” dos amigos, não tenha medo de enfrentar o “lobo”, não fuja, porque para onde for o “lobo” uivará dentro de si.   
            A assertividade está na sua afirmação, de saber o que deseja e agir de acordo com essa situação congruente. Aprenda com os seus erros, e com toda a honestidade, tenha a coragem em reconhecer o seu erro. 
 
PROF. KIBER SITHERC
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 01:24

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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