Método Kiber

Novembro 16 2009

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Se tiver frio acenda uma fogueira; se fizer vento abrigue-se em casa; se chover espere que passe. Não esconjure o tempo, desfrute da beleza da noite, do vento e da chuva. Mais vale acender uma chama do que amaldiçoar a escuridão! Se estiver só, nunca estará sozinho. Esta é a mente tranquila! 
 
            Muitos de nós gostariam de sentir uma tranquilidade e felicidade sem limites. Todos já experimentaram momentâneos de prazer, (pequenas faíscas) de bem-estar, por vezes devido à companhia de amigos, de alguém que nos eram queridos. Outras vezes devido ao uso de substâncias alcoólicas, derivados de cafeína, estupefacientes, etc.
            Na verdade todo o ser humano aspira à felicidade sem limites, mas procura esse caminho por atalhos, julgando que assim chega mais depressa. Mas essa via não é a segura, por vezes é a rota da desgraça e da morte.
            A lembrança do Éden, dum lugar paradisíaco e tranquilo, não é nada mais, que a lembrança inconsciente da nossa vida uterina, com o nascimento foi expulsa do Paraíso. Nascer e crescer tornou-se o sofrimento segundo o Budismo. 
            Muitas pessoas procuram fora de si a felicidade e a tranquilidade, aspiram por um paraíso que nunca encontrarão, porque não mudam interiormente, carregam um fardo pesadíssimo, de angústias, ressentimentos, fobias, e lamentações. Para onde nós formos levamos a nossa mente, o nosso espírito, o nosso fardo mental, as preocupações e as angústias. Esteja onde estiver, você está sempre se encontrando, por isso não adianta procurar a paz quando ela não está dentro de si. 
            Uma mente perturbada, ansiosa, e amargurada jamais encontrará a tranquilidade onde quer que esteja. Como vimos num número anterior, não é possível realizar os nossos desejos se estivermos exaustos, obcecados e usando o esforço mental, a nossa mente terá que estar tranquila, calma e descontraída.   
            Agir como se fosse... trás milagres. Não se esqueça dessa expressão, porque vai ser usada nos próximos números. Agir como se fosse calmo, agir como se fosse feliz, agir como se fosse tranquilo, enfim, deverá agir como se fosse aquilo que mais deseja.
            Quebre o gelo. Olhe para o espelho e sorria. Medite nas seguintes palavras: “Paz – Harmonia – Tranquilidade”. Não as engula, mastigue-as, sinta-as, pronuncie devagar. Repita-as até adormecer. Use o verbo ter e ser. Exemplos: Tenho harmonia, tenho tranquilidade, sou tranquilo.
            Procure uma fotografia panorâmica, de uma paisagem calma e tranquila, poderá ser um bosque, uma praia deserta, um rio com árvores nas suas margens, etc. Relaxe o seu corpo, deixe-se transportar e experimente entrar nessa paisagem panorâmica, visualize com toda a nitidez que está dentro dela, oiça o som do vento, das árvores, das aves, das ondas, etc. Sinta a aragem do vento, a areia da praia, o calor do sol, a água do rio, etc. Use o sentido da gustação, sinta o sabor da água do mar, o sabor das coisas em que está inserido. Use o olfacto, sinta o cheiro das árvores, do mar, etc.
            Se gostar de fotografar, poderá tirar fotos a várias paisagens tranquilizantes. Ficará surpreendido, como é possível encontrar a paz e a tranquilidade com este sistema, o que confirma que para onde for levará os seus problemas. 
            Respire profundamente e medite nas palavras anteriormente citadas: Paz... e visualize pombas brancas ao seu encontro. Harmonia... e visualize o equilíbrio de dois pratos de uma balança. Tranquilidade. E visualize uma paisagem que se sinta feliz.
 PROF. KIBER SITHERC
 
História

 

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publicado por professorkibersitherc às 20:24

Novembro 16 2009

 

            Fernand Désiré Contandin (1903 – 1971), de seu nome artístico “Fernandel”. Nasceu em Marselha, este extraordinário actor cómico francês. Germinou já com o seu caminho traçado, os seus pais estavam ligados ao mundo do espectáculo. O pai era cantor do café-concerto, a mãe era comediante amadora.
            Fernandel, encorajado pelo seu pai, começou muito cedo a sua carreira de cantor nos music-halls de Marselha. Com 25 anos foi descoberto por Marc Allégret para o cinema, e desempenhou um papel de duas curtas-metragens, em 1930. A partir desse momento, e sem deixar o teatro, entrou em várias turnês, e a carreira cinematográfica, começou a ser muito intensa. Era um artista multifacetado, trabalhando com um talento nato. Com o seu sorriso largo, entre o dramático e o ironónico, conquistou o público muito cedo. Actuou aproximadamente em 150 filmes, com os melhores actores da sua época, e foi um excelente actor dramático. Mas, foi sem sombra de dúvida, um grande cómico.
 
Fernandel et son fameux sourrireFernandel à la peche au large de Carry - © Collection F. FernandelPortrait © Collection Jacques VauclairFernandel lève son chapeau - © Collection F. Fernandel 

 

            A sua capacidade de fazer rir era extraordinária, pois, toda a sua figura o favorecia. Era jovial, possuía um queixo avantajado e diziam que ele tinha “um sorriso de cavalo”. A sua popularidade, fez dele (um mito do cinema francês), chegou a alturas imagináveis, quando interpretou o padre na série de filmes sobre “Don Camillo”.
            Os seus personagens, tanto, padeiros, gangestrs ou sacerdotes, são preenchidos com uma profunda humanidade, propício a todas as vítimas do infortúnio, que ainda acreditam na bondade e ingenuidade humana.
            Do seu imenso repertório cinematográfico, saliento aqui, as séries de “Don Camillo”; “Ali Babá e os quarenta ladrões” 1954; e La Vachet et le prisionnier (A Vaca e o prisioneiro) de 1959.
            Fernandel, deixou-nos no dia 2 de Fevereiro de 1971, em Paris, aos 67 anos de idade, vítima de cancro.
            Aqui fica a minha sincera homenagem.  
 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 18:41
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Novembro 16 2009

 MUNDO

            Lembra-se no número anterior de ter lido, que uma mente superior e equilibrada não divaga? Uma mente equilibrada também não se mantém obsessiva, ora quando ela não está relaxada, deverá de estar descontraída. Os pólos opostos “concentração – descontracção” deverão fazer parte da vida. 

            Se de manhã, após o levantar, é habitual ter ainda sono e é com esforço que tenta despertar para ir para o emprego, que terá que recorrer a um café, ou outro estímulo, para se aguentar durante o dia, apesar de voltar para casa cansado e mesmo assim ter insónias, é natural que tenha uma vida sob pressão e stressada. 
Hoje em dia, devido à vida moderna é tão difícil a concentração como a descontracção, mas é possível atingirmos essa paz interior se nós seguirmos determinadas regras e fazendo delas um hábito.
Todos os dias faça o seguinte exercício:
            1 – Procure um ambiente calmo e acolhedor, sinta-se como um peixinho na água, sem ruídos e luz suave. Poderá usar música ambiente se gostar.
            2 – Sente-se ou deite-se numa superfície confortável. Use roupas soltas, não convém sapatos apertados. Tire os óculos, ou lentes de contacto, ou qualquer outro objecto que o poderá impedir o relaxamento.
            3 – Respire profundamente e sinta o seu corpo a libertar-se de tensão. Depois, respire muito lentamente. É importante controlar a respiração. A ira e o medo como as outras emoções fazem-nos respirar mais depressa. No entanto, podemos tranquilizar consideravelmente a mente se fizermos inspirações profundas e lentas. Se estivermos nervosos numa determinada situação, experimentamos respirar devagar, com inspirações profundas e longas. Então verificaremos que conseguimos manter a ansiedade e tensão sob controlo.
            4 – Agora diga para si próprio: “Estou completamente relaxado...”, na teoria o seu cérebro recebe a mesma ordem como se quisesse mexer os dedos da mão ou fechar os olhos, mas poderá sentir dificuldade. Então visualize que o seu corpo se está a sentir leve como uma pena, que flutua no espaço, imagine que está suspenso no ar. Então experimente o relaxamento progressivo. Dobre os dedos dos pés para a frente... deixe cair os dedos voltando à posição de repouso. Sinta agora a tensão dos músculos da barriga das pernas, mantenha por um pouco e relaxe. Faça o mesmo aos joelhos, às nádegas, pressione os músculos com força. Aguente e relaxe. Agora faça aos membros superiores. Aperte fortemente o punho e abra a mão descontraído-a. Experimente os braços, os ombros, as costas, a barriga e o peito. Por fim concentre-se no rosto, na testa, nos músculos da boca e no queixo.
            A técnica é de percorrer todos os grupos musculares do organismo. Ao pressionar os músculos do corpo deverá relaxá-los, dessa maneira irá identificá-los e assim poderá controlá-los conscientemente. Com a prática deixará de os pressionar, bastará pensar neles e eles voltarão ao estado de repouso, com a mesma facilidade que abrir a boca. Com esta técnica poderá descontrair uma parte do corpo ou todo o corpo sempre que necessitar, tendo em conta que a maneira de conseguir um relaxamento geral é percorrer mentalmente cada uma das partes para as relaxar.
            Técnica do quadro negro. Quando estiver totalmente relaxado visualize um quadro negro que se aproxima diante dos seus olhos. Não pense em nada, só no quadro negro. Sinta que o seu corpo flutua no espaço. A sua mente entrará no vazio relaxante.
PROF. KIBER SITHERC
 
 VIDA
 
 
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publicado por professorkibersitherc às 11:05

Novembro 16 2009

 

            A concentração é o acto de dirigir todo o foco da sua atenção para um determinado objectivo, é reconduzir ao seu centro as forças dispersas, reunir a energia para os obstáculos, que nos poderiam impedir de chegar às metas que queremos alcançar.
            Grandes mestres da mente salienta que a nossa vida deve ser um rosário continuem de concentrações. Uma mente superior e equilibrada não divaga, ou mantém-se vazia em absoluto silêncio, em completo repouso, ou mantém-se bem concentrada exclusivamente naquilo que aborda.
            Suponhamos, que desce por uma calçada escorregadiça, toda a sua atenção está concentrada para não escorregar. Por isso concentre-se em tudo em que estiver ocupado. Está a fazer um bolo? Concentre-se no bolo, faça o melhor possível. Está a conduzir um automóvel use a maior concentração possível, um deslize pode ser fatal, a máxima concentração na condução poderá evitar muitos acidentes e salvar-lhe a vida.
 
            Se você fizer muitas coisas ao mesmo tempo, é natural que cometa falhas por ser impossível concentrar-se em tudo, como diz o velho ditado: “Quem muitos burros tocam, algum ficará para trás”. Uma maneira de evitar isso é de fazer o máximo de uma coisa de cada vez, para evitar distracções repita em voz alta aquilo que está a fazer. Exemplo: se está na lida da casa, descreva em voz alta o que está a fazer, deixará de divagar, de ir à dispensa e esquecer-se do que queria buscar. Mesmo que a situação a obrigue a fazer a comida e que tenha que passar a ferro, se descrever mentalmente ou em voz alta o que está a fazer, poderá reconciliar as duas coisas ao mesmo tempo, sem se esquecer que tem o ferro ligado, nem tão pouco queimar a comida. 
 
Primeiro exercício. Partindo do número 100, contar em voz alta e em ordem decrescente: 99, 98, 97, até 0. Este exercício que parece simples, necessita sem dúvida duma concentração mental. Não se pode estar distraído para o verificar convenientemente, porque, ao deixar-se ir atrás duma ideia alheia que surge na mente, altera-se o ritmo, acabando por se parar de contar. Logo que se apercebe essa falta, é necessário recordar-se do número em que se deteve. Recomeça-se a contar desde o princípio, procurando ir além do número em que se tinha detido precedentemente. Quando este exercício lhe parecer bastante fácil, aumente-lhe a dificuldade. Experimente a contar a partir de 100 de forma decrescente, de dois em dois números: 98, 96, 94, etc. Se dominou bem essa contagem e lhe parece fácil, aumente-lhe mais ainda a dificuldade. Experimente a contar a partir de 100 de forma decrescente, de três em três números: 97, 94, 91, etc.
 
            Segundo exercício. Procure relaxar-se em algo confortável. Coloque uma vela acesa a uma distância de um a dois metros. Olhe profundamente para a chama, não desvie o olhar, concentre-se só na sua luminosidade, observe o seu movimento, as suas formas e a sua cor. Procure concentrar-se o mais tempo possível. Há quem chegue a observar figuras e rostos como se olha-se para uma bola de cristal. A chave da vidência e do desenvolvimento dos poderes psíquicos está na máxima concentração. 
 
            Terceiro exercício. Segure um copo cheio de água. Estenda o braço horizontalmente e mantenha assim durante alguns minutos, sem verter uma única gota de água; procure ainda manter o equilíbrio num pé, tendo o corpo bem direito e sem se apoiar a coisa alguma. Para aumentar ainda mais a concentração poderá fazer isso com o copo por cima de uma cama ou de um tapete. Este exercício é de uma extrema concentração, porque não poderá divagar ou distrair-se e entornar a água.
 PROF. KIBER SITHERC
 
 
 
 
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Novembro 15 2009

 

            “Você é aquilo que pensa. A qualquer momento, a sua saúde é a soma de todos os impulsos, positivos e negativos, que emanam de sua consciência. Esse cálculo deve ser feito também para todos os outros estados de espírito: raiva, medo, inveja, cobiça, bondade, compaixão, benevolência e amor. Tudo é pensamento. Quando um deles predomina, você desenvolve o estado mental correspondente, e uma determinada condição fisiológica”. Deepak Chopra.
            A medicina psicossomática, hoje, é uma das medicinas, que mais se tem desenvolvido actualmente.
            O seu corpo, é o reflexo como funciona a sua mente, ou seja, tudo o que acontece no seu mundo mental, inevitavelmente deixa marcas no seu corpo.
            As emoções surgem no cérebro, e transmitem sensações por todo o corpo. Porém, se forem negativas ou frustrantes, o coração pode sofrer as consequências. As emoções positivas, como o optimismo, o amor e a felicidade, melhoram a qualidade de vida e previnem as doenças cardíacas.
            Diante de uma emoção positiva, o organismo reage imediatamente. A frequência respiratória aumenta para melhorar a oxigenação, o nível de açúcar no sangue é maior para obter mais energia e a pupila dilata, aumentando o campo visual. Em contrapartida, num momento de tensão ou raiva, hormónios derivados da adrenalina, são libertados, estreitando a parede dos vasos sanguíneos, o que aumenta as possibilidades de um enfarte.
            Estudos científicos dão importância às observações e à existência da medicina holística. O diagnóstico do cancro por vezes é feito um a dois anos após uma crise emocional devastadora.
            Os traumas relatados com maior frequência, incluem divórcio, morte do cônjuge, do filho, dos pais, perda de emprego, ausência de sentido de vida e trauma social.
            Diante desses factores que podem contribuir para o aparecimento desta e outras doenças, a sugestão dos especialistas em corpo, mente e espírito é saber o que está a acontecer consigo mesmo e treinar o controlo as emoções, principalmente aquelas em excesso, eliminando prejuízo ao organismo.
            Vejamos alguns princípios, para manter um corpo e uma mente saudável:
 
            Evite os pensamentos negativos, se lhe vier à mente pensamentos melancólicos, substitua pelos positivos.
            Não compartilhe sentimentos de raiva.
            Quando se aborrecer, faça de tudo para se distrair com coisas mais agradáveis. Procure mudar de humor, poderá ler livros sobre a mente positiva, ou escolher um bom filme cómico.
            Ouça com atenção o que as outras pessoas dizem. Fale menos, e seja mais ouvinte.
            Tente ser mais compreensivo, perante as situações difíceis por quais outras pessoas passam. Experimente sentir-se na pele alheia.
            Procure aumentar o seu contacto com outras pessoas. Mas, evite pessoas azedas e rabugentas.
            Faça exercícios regularmente. Ande mais a pé, e evite o sedentarismo.
            Pratique o perdão. Seja compreensivo e tolerante.
            Tente manter o bom humor, mesmo em situações complicadas, aprenda a rir de si próprio.
 
PROF. KIBER SITHERC 
 
 
 
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Novembro 01 2009

                

          PROGRAMAÇÃO MENTAL

 
            Sabia que poderá programar a sua mente como um computador? Com certeza que já lhe aconteceu, acordar uns segundos ou minutos antes do despertador. Com as crianças acontece isso muitas vezes, são as primeiras a acordar pela manhã quando se querem divertir.
            A nossa mente tem duas funções: o consciente e o subconsciente. As duas têm características diferentes. O consciente é a parte da mente racional, que analisa, observa, estuda, escolhe e aceita decisões. Com a mente consciente opta-se todas as decisões da nossa vida. Poderemos escolher a nossa vocação, a localidade para viver, as nossas paixões, os nossos amigos, os nossos alimentos e os nossos hobbys. É a mente consciente que conduz (bem ou mal) todas essas opções. O consciente deixa de exercer o seu poder analítico durante o sono.
            Os sonhos são a dramatização do subconsciente, pois ele está sempre em constante actividade, durma você ou esteja acordado, o seu subconsciente controla automaticamente todas as funções vitais do organismo, assim como: a digestão, a respiração, a circulação sanguínea e a restituição da saúde, porque o subconsciente na sua essência natural preserva-nos a vida. 
            O subconsciente é um vasto arquivo de informações, de traumas e de complexos, que tudo gravou e aceitou com a cumplicidade do consciente. Se entrar na hipnose e fizer regressão, verá como foi possível o seu subconsciente armazenar todas essas informações ao longo de toda a vida.
O subconsciente é um servo obediente do consciente que tudo aceita sem argumentar, nem duvidar, qualquer ideia ordenada é escrupulosamente aceite como uma ordem pelo consciente, e o subconsciente porá imediatamente essa ordem em execução, sem questionar se essa mensagem é negativa e se porá em perigo a própria vida.
            Por isso, terá que ter cuidado com os seus pensamentos negativos, porque ao serem formulados pelo consciente passarão a ser verdadeiros pelo subconsciente e este executará algo que poderá não ser o seu desejo. Ninguém deseja falta de sorte, nem tão pouco uma vida cheia de desgraças e de azares, mas os nossos traumas intensificam os nossos pensamentos negativos e influenciarão o nosso carácter e personalidade, que criarão os nossos padrões mentais, que por sua vez influenciarão o nosso destino. Para termos um bom destino teremos que ter pensamentos positivos.
            A nossa educação, a sociedade e o meio ambiente, condicionam a nossa visão colectiva do mundo. Esta forma de compreender as coisas, o mito que concordamos em participar (o velho paradigma) ou padrão mental tem sido chamado por vários mentalistas: a hipnose do condicionamento social. 
            É através dos nossos cinco sentidos (visão, audição, tacto, gustação e olfacto), que temos acesso às experiências exteriores, os nossos sentidos limitam os nossos conhecimentos e são eles que nos causam as emoções, que por vezes são depressões e sensações negativas.
           Mas nós podemos controlar e manipular a nossa mente para obter a mente tranquila.
 

 

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publicado por professorkibersitherc às 21:00

Novembro 01 2009
    
               Manílio Haidar Badaró, mais conhecido apenas por Badaró, chegou a Portugal em 1957. Veio integrado no elenco da companhia brasileira “Fogo no Pandeiro”, que durante dois anos manteve em cena um espectáculo de revista, em Lisboa. O actor fixou residência no país e acabou por se naturalizar português, tendo trabalhado em teatro, rádio e televisão. Fez sucesso na Rádio Clube Português, com o seu programa “Jornaleco” e ele explicava: “Um jornal que ninguém lê, mas todos ouvem”. Ficou conhecida a célebre expressão “Toma e embrulha” que ele usava nesse programa. Na televisão ficou famoso pelas personagens como o “Chinezinho Limpopó” e ainda pela célebre expressão “Ó Abreu, dá cá o meu”. Badaró estava a preparar uma festa para comemorar os 50 anos de carreira. “Quero fazer um espectáculo que reúne todos os meus amigos, no Parque Mayer ou no Maria Vitória”, divulgou Badaró.
                No dia 1 de Novembro de 2008, Badaró morreu aos 75 anos, vítima de cancro. As cerimónias fúnebres realizaram-se às 10.30 horas, na igreja de Paço de Arcos. Depois o seu corpo foi para a faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Lisboa, cumprindo-se assim o desejo de Badaró, que queria que o seu corpo fosse entregue à ciência, informou o seu filho, Ruben Badaró.
                 Estava afastado dos palcos há anos, devido aos problemas de saúde que se iam agravando. Há cerca de dois meses que o artista lutava contra um cancro no estômago. Estava internado no Instituto Português de Oncologia de Lisboa desde o passado dia 18. Badaró também sofria de Alzheimer, tendo vindo a perder significativamente a memória.
                Mas, apesar da doença, continuava bem-disposto e até costumava brincar com os momentos mais trágicos da sua vida. “Tenho tantos problemas de saúde que já lhes perdi a conta: sofri um enfarte, um AVC, tive um linfoma e agora descobri que tenho mais um cancro”, afirmou, em entrevista ao jornal”24 Horas”, no passado mês de Maio.
                Em declarações à agência Lusa, Raul Solnado lembrou “o grande sucesso na revista” alcançado por Badaró quando chegou a Portugal, no final da década de 50, como elemento da companhia brasileira “Fogo no Pandeiro”. “Trabalhou muito e muito bem para crianças e foi muito popular. Fez “one man shows” que ficaram na memória”, disse, ainda, recordando-o como “um bom amigo, um homem de bem, muito inteligente e culto”.
                Alina Vaz, que trabalhou com Badaró por mais de um ano na peça “Empresta-me o teu apartamento”, salientou a amizade que começou quando o humorista foi escolhido para substituir na peça o protagonista Henrique Santana. “Começou uma amizade grande. Era muito esperto e culto; pouca gente será dessa opinião, mas para mim sempre foi um senhor”, disse à agência Lusa.
                 Apesar de nos últimos tempos se terem distanciado, a actriz recorda os encontros para tomar café, as longas conversas e também os espectáculos em que Badaró era arrasado pelos colegas. “Foi sempre muito afastado pela classe teatral vigente na época e nunca percebi por que acontecia. Qualquer coisa que fizesse era para dizer mal e um espectáculo em que eu também entrei foi pateado pelos colegas”, lembrou, sublinhando que a maior parte da classe teatral não o aceitava. Alina Vaz destacou ainda a grande sensibilidade e boa disposição do humorista e salienta a decisão de doar o seu corpo à ciência como exemplo da sua “grande humanidade”.
                Compareceram, unicamente, na missa de corpo presente na igreja de Paço de Arcos, 4 pessoas ligadas ao mundo do espectáculo. O filho do empresário Vasco Morgado, o músico Fernando Falé e os dois elementos do Trio Odemira.
                Na mesma semana, faleceu uma grande actriz da Revista à Portuguesa, Aida Baptista, e nem uma presença no funeral, de qualquer colega, o que mostra bem como se encontra a classe de artistas de Portugal, que têm falta de humanismo e solidariedade para com os colegas de profissão.
                Aqui fica a minha sincera homenagem, ao humorista que nos fez esquecer os momentos de angústia: BADARÓ
 
 
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publicado por professorkibersitherc às 14:17
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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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