Método Kiber

Outubro 30 2009

 Dr. Madan Kataria

                O Dr. Madan Kataria, foi o fundador do Clube do Riso na Índia. Iniciou uma revolução de alegria e de risos que está a espalhar-se por todo o nosso planeta. O Dr. Kataria definiu assim o seu método: “Em suma, o yoga do riso é uma combinação de auto-indução de riso, os exercícios de yoga, respiração e exercícios de alongamento. Com um pouco de diversão se transformam em riso verdadeiro. O nosso corpo produz uma resposta semelhante à que temos de riso espontâneo”.

                Essa ideia veio a ele como uma inspiração. Em 1995, estava ele a escrever um artigo para uma revista sobre a saúde e  lembrou-se  que o “riso,  era o  melhor remédio” de  Reader´s

Digest. Ao pesquisar para o artigo, o Dr. Kataria descobriu uma grande quantidade de literatura científica sobre os benefícios do riso na mente e do corpo humano.

                Numa manhã bem cedo ele pensou: Se o riso é tão bom, por que não começar com um clube do riso?” Várias horas depois, ele apresentou essa ideia com os habituais do parque que ele frequentava. Eles reagiram: “Doutor, o senhor está bem?” “O senhor está louco?” Mesmo assim, conseguiu persuadir quatro deles para experimentar a rir num canto do parque. O grupo cresceu de tal maneira que hoje existem centenas de Clubes do Riso em todo o mundo.

                Desde esse dia, que o Dr. Kataria tem divulgado a sua mensagem do riso para todas as classes sociais, e grupos: as crianças na escola, os prisioneiros na cadeia, lares de idosos, doentes nos hospitais e trabalhadores de todas as classes.

                Segundo a pesquisa do Dr. Kataria, o riso tem um impacto positivo em vários sistemas do corpo. O riso ajuda a eliminar os efeitos negativos do stress. Mais de 70% de doenças como hipertensão, doenças cardiovasculares, ansiedade, depressão, tosse e resfriados frequentes, úlcera apéptica, insónia, alergias, asma, dores de cabeça, perturbações do estômago e até mesmo cancro estão relacionados de alguma forma com o stress. O riso ajuda a impulsionar o sistema imunológico, que é a chave mestra para a manutenção da boa saúde.

                O nosso sistema imunológico está directamente relacionado com o cérebro, portanto, o nosso cérebro é afectado pelas emoções. O Dr. Lee Berk, confirmou esses estudos neurológicos, onde a actividade do cérebro foi mapeado durante as anedotas ou piadas. Os investigadores descobriram que não era apenas uma parte do cérebro que reagiu, mas que todo o córtex cerebral foi invadido durante o riso.

                O Dr. Kataria, acredita que há dois tipos de risos: o humor, devido ao intelecto e à comunicação; e o riso interior, que é mais emocional, infantil e acessível a todos. “As crianças não têm um grande senso de humor”, diz Kataria. “Elas não precisam de anedotas para rir. Riem porque sentem o riso”.

                Com base nesse princípio de riso interior, Kataria desenvolveu a sua filosofia de Riso-Yoga. “Na tentativa de ligar o mais acto físico exterior do riso com o interior mais emocional”, diz ele. “Esta é a filosofia do Riso-yoga”.

                O seu método incorpora uma variante da respiração profunda do yoga, assim como exercícios de alongamento incorporando os risos. Com essa prática meditativa recebe-se mais oxigénio para os pulmões. “Todos nós temos o nosso próprio nível de comediante”, diz ele. A dificuldade está em revelar e expressar essa faceta. Kataria acha que a sociedade não nos permite expressar “o nosso comportamento louco” se não estivermos embriagados. Mas ele também salienta, pode ter algo a ver com a nossa falta de confiança.  

                O Dr. Madan Kataria, ao idealizar o método do yoga do riso também desenvolveu o seu principal objectivo: atingir a paz mundial, já que as pessoas que riem em conjunto, não podem entrar provavelmente em conflito.  

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

 
 
 
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Outubro 30 2009

               

               

               Era uma vez um povo triste… que vivia num regime opressor. Então, surgiu alguém que o pôs a rir…

                Raul Solnado nasceu em Lisboa em 19 de Outubro de 1929.

           Foi indiscutivelmente reconhecido como um dos maiores nomes do humor português, começou a fazer teatro na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul (1947), profissionalizando-se em 1952. E desde daí nunca mais parou de nos fazer rir… opereta, revista, teatro clássico, cinema, televisão.

            Raul Solnado faleceu no dia 8 de Agosto de 2009, vítima de doença cardiovascular. O actor estava internado no hospital Santa Maria e, na manhã, pelas 10h55m, foi confirmado o óbito. Segundo informou o hospital, Solnado sucumbiu na sequência da evolução de um quadro clínico cardiovascular grave, depois de ter sido operado à carótida, há três dias.

            Foi até à sua morte, Director da Casa do Artista, sociedade de apoio aos artistas, que fundou juntamente com Armando Cortez, entre outros.

            Como Chaplin, Fernandel, Jô Soares, Jerry lewis e tantos outros nomes grandes do humor, Raul Solnado tinha a capacidade de se transfigurar a um ritmo vertiginoso sempre que a personagem lho exigia. Os músculos do seu rosto contraíam-se e descontraíam-se em incontáveis caretas por segundo, acompanhadas por outros tantos gestos das suas mãos desassossegadas. Um frenesim que o levava mesmo a gaguejar ligeiramente, tornando as suas personagens ainda mais engraçadas. A expressividade foi, sem dúvida um dos segredos do sucesso deste actor, que, como todos os cómicos dignos deste nome, manteve até ao fim um sorriso de menino traquinas a franzir-lhe o rosto.

            As gargalhadas fizeram atenuar a guerra.

            Raul Solnado foi um actor de mil faces mas foi com gargalhadas que se impôs como uma figura mítica do espectáculo. E quando a guerra colonial era tabu e indiscutível, ele pôs Portugal a rir-se de uma guerra sem sentido, uma rábula que foi o seu maior êxito de sempre.

            Raul Solnado inovou e revolucionou o humor em Portugal, pois defendia a piada inteligente e exigente, no lugar da piada fácil e ordinária. Um humor que esteve sempre na linha da frente e que esgotou bilheteiras nas principais salas de espectáculos do país.

            Aqui fica a minha homenagem a esse grande humorista e a lembrança da advertência que nos fazia:

 

        

   

 

 “Façam o favor de ser felizes…” Raul Solnado

 

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Outubro 30 2009

        

           Como alcançar a felicidade? Apesar de ser o desejo de todo o ser humano, mesmo assim, fica sempre além das suas expectativas e esperanças. Ora, a felicidade não é pílula que se tome, para se obter, nem tão pouco existe um elixir mágico que nos transforme nas pessoas mais felizes do mundo.

             A felicidade é um estado mental, que para se conseguir exige de nós uma alteração no nosso estilo de vida. Se agirmos sempre da mesma maneira, obteremos sempre os mesmos resultados, mas se procedermos de maneira diferente os resultados serão outros.

            Em geral, as pessoas não gostam de mudar, quando as coisas correm mal, torna-se mais fácil culpar os outros. Quando consciencializam-se que terão que mudar, então, surge a luz, significa que a pessoa está à beira da felicidade.

            O MÉTODO KIBER é a terapia mental que nos leva à mudança para encontrarmos a felicidade. Consiste o método na alteração dos nossos pensamentos, na modificação da nossa linguagem, variação da nossa postura e dos nossos gestos.

            A mudança é essencial para a cura. Se nós modificarmos as nossas representações internas, modificaremos a nossa fisiologia, e se nós modificarmos a nossa fisiologia, postura, expressões, gestos, etc. Automaticamente mudaremos as nossas representações internas, a nossa mente e todo o nosso pensamento.

 

            O meu método consiste em vários sistemas e terapias simples e eficazes:

            Vocabulário transformacional: consiste na modificação da nossa linguagem limitadora, indo para uma mais positiva e de sucesso.

            Linguagem corporal: alteração dos nossos gestos corporais, e aprendizagem de gestos positivos e fortalecedores.

            Cromoterapia: modificação e adaptação das cores que nos podem favorecer à mudança da nossa vida.

            Grafoterapia: reeducação da personalidade através da escrita.

 

            O meu sistema terapêutico adapta-se bem a qualquer paciente.

            Que doenças ou problemas se podem resolver com o MÉTODO KIBER?

            Todas as doenças psicossomáticas e distúrbios mentais se podem curar com este método: complexos de inferioridade, timidez, gaguez, melancolia, fobias, traumas, impotência sexual, etc.

 

             O meu sistema de tratamento não entra em conflito com qualquer crença religiosa ou filosofia de vida, a ideia do pensamento positivo poderá ampliar e aperfeiçoar o nosso estilo de vida e o relacionamento com as pessoas em nosso redor.

 

                                                                                                                     

 

 IDEIAS SÃO FERRAMENTAS

 

            Li há muitos anos um artigo publicado num jornal em que um indivíduo criticava um abre-latas eléctrico, rápido, sofisticado... que um vizinho lhe mostrou. Ele defendia nesse jornal o seu abre-latas manual, procurando todos os argumentos possíveis e imaginários: ecológicos, económicos, tradicionais, patrióticos e conservadores.

            Muitas pessoas são assim, defendem as suas ideias antigas e conservadoras, não procurando darem-se ao trabalho de analisarem as suas convicções se estão certas ou erradas. Por mais incrível que nos pareça, não deixam de ter razão desde que as suas ideias sejam úteis e possam contribuir para a sua felicidade.  

            Lembro-me de um velho comerciante, que para abrir o garrafão, usava um velho saca-rolhas, espetado num pau, segurava o garrafão entre as pernas e fazia toda a força que podia, até ficar exausto e transpirado. Eu admirava-me por ele não usar um saca-rolhas de orelhas, ou outro mais prático; mas possivelmente não tinha outro, ou achava que não valia a pena mudar.

            Como as ferramentas, as ideias poderão mudar, evoluir com o tempo, segundo as nossas necessidades ou então serão ultrapassadas. Há pessoas por não crerem evoluir, ficam estagnadas, como as águas paralisadas de um charco, pois as suas ideias ou convicções, poderão não ajudar; como velhas ferramentas que ficaram enferrujadas e inutilizadas, serão obsoletas na concretização dos seus projectos. Por vezes as ferramentas usadas não são adequadas, usar a faca da cozinha em vez da chave de fendas, ou uma pedra na substituição de um martelo, é como ter ideias que não são convenientes, pois não servem para nada.       

            Mas, cuidado com as nossas avaliações, o nosso julgamento poderá não ser o mais correcto, deveremos ser prudentes nas nossas críticas e apreciações, o que para nós não é útil poderá ser indispensável para os outros. Deveremos ter em mente a seguinte máxima: “Se todos os gostos fossem iguais; não se usava o amarelo”.

            Não vamos questionar se uma chave de fendas ou um alicate se é verdadeiro ou falso, mas se tem aplicação para o seu utilizador o que interessa realmente é se esse utensílio é útil para o seu utente.

           Ideias, religiões, filosofias de vida processam-se da mesma maneira, poderão ser úteis se elas forem bem aplicadas pelos seus detentores e aí gerarão fruto como uma boa semente se tratasse. Se todas as ferramentas são úteis, então todas as religiões, ou filosofias de vida poderão ser essenciais. 

            Como ferramentas que se adaptam ao nosso estilo, assim poderão ser as ideias ou religiões. As ideias fazem parte da vida, e todas elas são necessárias, e até são várias, porque os utilizadores são diversos.                        

            Desde sempre, o homem necessitou das suas crenças, como se fossem ferramentas para que pode-se subsistir; é certo que muitas das suas ferramentas eram primitivas, como eram as suas superstições e mitos.        

            O que seria do homem sem as suas crenças, o que seria de certas sociedades sem as suas ideias ou religiões! O homem necessita das suas ideias (ferramentas), para viver; para se resguardar; para se defender; para se impor como uma regra de fé e de prática.

            O mapa não é o território, cada um de nós constrói o seu mapa mental de acordo com realidade onde se insere, as palavras e as ideias (ferramentas), que nós usamos não são a realidade, mas sim instrumentos que nós usamos, em função para compreender essa mesma verdade. 

           

           

            Veja o próximo número na Boa Estrela, a: PROGRAMAÇÃO MENTAL “O valor da amizade”. Descubra a importância da amizade e o segredo de como manter os amigos para sempre.

 

PROF. KIBER SITHERC

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Outubro 25 2009

 
            Na estratégia militar sempre foi vital dividir a falange dos inimigos. Na Antiguidade, Alexandre Magno e César destacaram-se como hábeis estrategas. Napoleão aprendeu com eles, pois dividindo as forças inimigas estas ficariam isoladas, enfraqueceriam e seriam mais fáceis de serem derrotadas.  
            Os colonizadores europeus foram peritos na táctica: dividir para vencer. Através de enredos e de várias artimanhas, foram bem sucedidos na divisão de determinadas tribos. Se a união faz a força, a sua separação enfraquece-a. Dessa maneira amoleceram as tribos e as alianças entre elas e conseguiram colonizar a África a seu bel-prazer. 
            O João perdeu o dinheiro que possuía no seu bolso, mas aprendeu a lição, pois a sua mãe advertiu-lhe: “Meu filho, nunca ponha todos os ovos no mesmo cesto”. Desde daí começou por dividir o dinheiro por vários bolsos. Sem se aperceber começou a experimentar o extraordinário método de dividir para vencer.
            Vejamos o seguinte número: 217931617, se nós o dividirmos torna-se mais fácil a sua memorização: 217 931 617. Tudo o que for compacto ao ser dividido torna-se mais fácil. Como uma longa numeração complexa, também um longo texto ao ser dividido por parágrafos ou espaços torna-se mais fácil a sua leitura e mesmo a sua compreensão.
            O princípio: “Dividir para vencer” deve ser aplicado em todas as ocasiões e circunstâncias da vida. Viva um dia de cada vez. O peso de amanhã, acrescentado ao de ontem, transportado ao dia de hoje, é um fardo difícil de suportar. Por isso, viva apenas o tempo presente. Não condense o passado, o presente e o futuro. Divida para vencer e viva hoje.
            Duas cabeças pensam melhor que uma só. Se dividir as suas preocupações com uma pessoa amiga ou alguém entendido poderá ser-lhe útil. Lembre-se na confrontação de ideias poderá nascer a luz. Ao dividir as suas preocupações elas enfraquecem e perdem o poder.
            Por que não elaborar a divisão do trabalho doméstico? Muitos dos casais poderiam chegar a um acordo, em conformidade com uma lista, a quem competiria esta ou aquela tarefa. Dividir o trabalho doméstico com os familiares, dessa maneira sobra mais tempo para outras actividades e para o lazer.
            É impossível fazer tudo sozinho, divida as tarefas laborais, arranje funcionários de confiança e divida as tarefas com eles segundo a sua aptidão e capacidade, uma maneira de subir na vida é rodear-se de colaboradores competentes. Se não confiar em ninguém e quiser fazer tudo sozinho será complicado. Nós não somos uma ilha.            
            Divida cada dia nas tarefas individuais que tem para fazer. Depois, concentre-se naquilo que está a executar nesse momento. Faça apenas uma coisa de cada vez. Não queira fazer tudo de uma só vez. Roma e Pavia não se fizeram num dia. Não execute as tarefas até à exaustão. Procure repousar, faça intervalos. Descanse antes de ficar cansado, dessa maneira conseguirá obter mais benefícios nos seus afazeres.
            Não use uma refeição principal e supra abundante. Divida as refeições, mastigue bem os alimentos, faça mais refeições durante o dia, se distribuir o mesmo alimento em vez de o acumular numa única refeição, verá que se sentirá melhor e perderá aqueles quilos acumulados. 
            Os seus fantasmas e os seus monstros perderão a sua força se praticar o método: dividir para vencer e assim conseguirá triunfar e manter a mente tranquila.
 
 PROF. KIBER SITHERC
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publicado por professorkibersitherc às 14:13

Outubro 25 2009

 

 
         Vi uma vez um jardim fantástico, as flores eram extremamente belas e bem cuidadas, tudo se encontrava no devido lugar, tudo se harmonizava, pois se ajustava num cenário exótico e decorativo. Perante a minha admiração por tanta beleza, a pessoa que me mostrou orgulhosamente me dizia: “Para eu ter um jardim assim, dá-me muito trabalho, ando sempre a arrancar as ervas daninhas”. E eu me lembrei do nosso jardim mental!
Sim, nós temos um jardim mental. Será que o seu jardim mental está bem cuidado? O seu jardim mental são os seus pensamentos, que se encontram alojados no seu cérebro. Como qualquer outro jardim, se o seu jardim mental não for bem cuidado de certeza lhe crescerão ervas daninhas e outros parasitas. Terá que ser vigilante, porque todo o cuidado é pouco, deverá de ser disciplinado, metódico e cauteloso, deverá ser um hábil conhecedor do seu jardim, isto é, do seu cérebro.  
Se não for persistente na plantação das sementes mentais que almeja, na verdade crescerão ervas daninhas. Diariamente, devemos arrancar as ervas daninhas de nosso jardim, adiar para mais tarde, poderão se arraigar na nossa mente.
            Antes de se deitar, esvazie a mente, isto é, arranque fora todos os seus pensamentos negativos: ressentimentos, arrependimentos, ansiedades, medos, dúvidas e outras ervas paralisantes da mente. Com certeza que você não se vai deitar com a roupa que usou todo o dia. Deverá despir a sua mente, como despe as suas roupas do seu corpo. Na verdade, as pessoas em geral vão-se deitar com a mente repleta de coisas negativas, não admira que tenham um sono agitado e que acordem exaustas.
            Durante o dia, muitas pessoas ajuntam no seu cérebro uma miscelânea de coisas inúteis, que se amontoam e acabam por obstruir a mente, em vez de coleccionar todo esse mosaico agreste de ervas daninhas e de lixo mental, poderá juntar à sua mente e ao seu vocabulário, pensamentos úteis e positivos e expressões construtivas e agradáveis para o dia-a-dia.    
            Como em qualquer jardim, a água é essencial. Setenta por cento do nosso planeta é constituído por água; oitenta por cento do nosso corpo são constituídos por água; o nosso cérebro é constituído setenta e oito por cento desse precioso líquido, por isso, deverá de usar oitenta por cento de líquidos na alimentação, de preferência alimentos ricos em água assim como as frutas e vegetais.
            Devemos compreender o que são as ervas daninhas, só assim é possível extirpá-las diariamente, para que elas não se enraízem na nossa mente. São todos os pensamentos paralisantes, que nos impedem de sermos felizes. Todo o pensamento que seja negativo, deve ser despejado e ser substituído por outro positivo e construtivo. 
            Faça o seguinte exercício:
 Visualize um jardim cheio de ervas daninhas, identifique as ervas paralisantes, algumas poderão ser a personificação de pessoas que você sente ressentimentos, outras porém, poderão identificar os sentimentos de medo, raiva, angústia e impotência.
Visualize que está arrancando uma a uma todas as ervas daninhas. Imagine que elas ficaram todas juntas num monte. Visualize todos os seus problemas aí, toda a sua angústia está nesse monte, aí ouvirá o som das vozes que tanto o incomodam, imagine que lhe deitou o fogo, visualize as chamas purificadoras dos seus problemas e preocupações, até ficarem num montão de cinzas. Inspire profundamente, agora expire lentamente, imagine que o seu sopro se converteu num vento que levantou para longe todas as cinzas. Visualize depois o seu jardim belo e cheio de tranquilidade.  
 
 PROF. KIBER SITHERC
 
 
 
 
 
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Outubro 19 2009

 

             A todos nos pode bater à porta. Todos nós somos vulneráveis ao infortúnio, ou não seriamos nós humanos?! Os antigos judeus achavam que as calamidades só aconteciam aos pecadores, o infortúnio seria enviado por Deus para castigar os transgressores. O Mestre advertiu os judeus que nem sempre era assim e que as vítimas da torre de Siloé que se desmoronou, não foram mais culpados do que todos os que habitavam em Jerusalém.
            As desgraças e os flagelos que nos causaram feridas, engendram a dor. Se mexermos nas feridas elas não saram, são traumas dolorosos que nos magoam, se pensarmos ou meditarmos no passado doloroso mais se intensifica a dor. Devemos aprender com a natureza, todos os seres vivos fogem do mal-estar. Temos que nos afastar de quem nos causa a dor.  Temos que ser pacientes para que as feridas se cicatrizem e para isso temos que esperar pelo tempo, só ele tem o poder de cicatrizar e de fazer esquecer a dor. Se voltarmos a arranhar as crostas, temos recaídas, é natural que elas sangrem e voltemos ao passado doloroso.
            As calamidades são subjectivas, há quem as suporta mais facilmente que outros, tudo isso, devido à nossa espiritualidade e força mental. Se as reduzirmos a uma pequenez insignificante teremos muito mais força interior. Se nos convencermos que os dias adversos passarão brevemente, o infortúnio desaparece nas nossas redondezas seguramente.  
A vida poderá ser um fardo insuportável, quando você se agarra aos desgostos antigos, carregando todas as decepções do passado e quando as acrescenta às do presente, então sim, você acaba por vacilar e chegar ao ponto de ruptura.
            Esse estado de sofrimento poderá ser mais intensificado se usar determinadas expressões negativas: “Viver é sofrer”, “Não vejo saída”, “Estou na fossa”. Se usar expressões metafóricas a sua dor é mais intensificada.
            Também há expressões positivas que nos podem modificar toda a nossa fisiologia e atitude mental.          Tais como: “Estou a melhorar dia após dia”, “Eu consigo”, “Estou plenamente feliz”, e muitas outras expressões poderá acrescentar.
            “Não há grito de dor/ que no futuro/ não tenha no fim/ por eco uma alegria”.
            Estas palavras do poeta Ramón de Campoamor, foram as mais positivas e esperançosas que já alguma vez encontrei. E estas palavras sempre me ajudaram nos momentos mais difíceis.
            Poderá procurar palavras-chave que o poderá abrir todos os seus recursos que estarão ao seu alcance. As palavras-chave que poderá usar são infinitas, poderosas e simples. O nosso cérebro aceita melhor coisas simples do que a complexidade. Exemplos de palavras-chave: quero, posso, faço, lembro-me; alegria, força, energia, esperança, paz. Lembre-se que há sempre uma palavra-chave, para todos os infortúnios da vida, que abre sempre uma porta para uma saída.
            Quando se fecha uma porta, abre-se outra. A porta do futuro está à nossa espera, como a mulher de Lot, não deveremos olhar para trás.
            Todos nós temos exemplos de alguém que apesar de se confrontarem com o infortúnio, ultrapassaram todas as adversidades e até se tornaram mais fortes e imunes a toda a fatalidade. Enquanto, outros se desmoronaram à simples brisa de uma simples calamidade. Lembre-se que há sempre uma alternativa e uma esperança, quando o infortúnio nos bate à porta. A nossa pequenez para enfrentar os problemas da vida poderão ser colossais. A natureza nos fez maiores do que as nossas dificuldades.
 
PELO PROF. KIBER SITHERC
 
 
                
                   Há sempre uma saída!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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publicado por professorkibersitherc às 20:18

Outubro 01 2009

 

 
 “Olhai os lírios do campo, como eles crescem: não trabalham nem fiam; e eu vos digo que, nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.” Estas palavras foram proferidas pelo Mestre, no célebre sermão da Montanha.
            Na verdade, tenho dúvidas se Salomão não se vestiria como eles ou superior a eles, visto que estava rodeado de tantas riquezas. Ora o Mestre mais tarde responde a dois discípulos de João Baptista: “Os que trajam ricamente estão nas casas dos reis”.
            Não pretendo abordar nenhum tema teológico. O que na verdade o Mestre pretendia demonstrar era a simplicidade, a liberdade e a espontaneidade da vida: “Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam... Olhai para os lírios do campo, como eles crescem: não trabalham nem fiam...” 
            Se nós observarmos a natureza as flores crescem fluidamente, as aves dos céus alegram os campos com os seus chilreios, na sua beleza e naturalidade.·
            Na antiga e misteriosa Índia um jovem príncipe chamado Siddaharta, viveu em todo o esplendor e opulência, como qualquer membro real. A sua insatisfação interrogava sobre o mistério do sofrimento e da morte. O seu pai tinha conhecimento por uma profecia que ele abandonaria o lar paterno. Por isso, à medida que ele enfastiava-se com a vida, mais o pai lhe aumentava todos os prazeres do momento, para que ele não abandona-se o palácio. O excesso de todo o prazer se tornou insípido, então abandonou todo o conforto para encontrar a simplicidade da vida. Esse homem foi chamado de Buda que significa em sânscrito “O Iluminado”. 
            O excesso de conforto traz sempre a apatia. Quando nascemos num berço de ouro, pois aí temos tudo, mas falta a luta e o desafio. É como se já estivéssemos no cimo da montanha e olhando para o horizonte nada nos resta que alcançar, então só poderemos descer.
            Não pretendo que devêssemos ser estóicos e abnegar de todos os confortos da vida, e seguirmos uma vida austera, mas devemos dar importância aos pequenos prazeres da vida
           Ora, um certo campeão de fórmula 1, desesperadamente exclamou: “Conheci todas as glórias e confortos; bebi de todas as taças e pereço de sede!”
            Houve um homem ocidental, que apesar da sua grande fortuna e de vida opulência, tinha uma vida triste e monótona. Resolveu fazer uma longa viagem para modificar o seu estado de espírito. Ninguém como ele era mais amargurado e infeliz. Ao chegar à Índia contactou as populações locais, vivendo na extrema pobreza em que nada possuíam, apenas revelavam um grande sorriso de felicidade e tranquilidade. Nesse país esse homem, abalou todas as suas convicções e crenças sobre a sua filosofia de vida. Como ele estava errado!
            Aí ele compreendeu que não tinha motivos, nem razões para a sua infelicidade, foi na Índia que encontrou o seu caminho para Damasco, o caminho da mudança e do arrependimento. Pela primeira vez descobriu que tinha motivos suficientes para se achar o homem mais feliz do mundo. Compreendeu como ele era egoísta... ficou marcado para sempre a visão de uma pobre mulher sorridente, que lhe estendeu a mão e insistiu para que ele aceitasse a oferta de uma maçã.
            Olhai os lírios do campo... observai as coisas simples e elementares da vida, aprenda a dar valor às coisas humildes e modestas. O excesso de fartura origina o enfado e a insatisfação. Não é o meio indicado para atingir a mente tranquila.
 
Pelo Prof. Kiber Sitherc
             
 
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publicado por professorkibersitherc às 00:32

Outubro 01 2009

 

          Há pacientes que me dizem: “Deus tem feito muito por mim”. E descrevem todas as maravilhas e graças que alcançaram. Porém outros dizem-me: “Deus não me ouve”. Por vezes sentem-se culpados e acham que por isso não são ouvidos.
            Há duas espécies de orações: a oração positiva e cósmica que chega até aos céus e faz vibrar todas as galáxias e a oração negativa e fraca que nem chega ao tecto. Esta é a oração das pessoas deprimidas e frustradas em que disse o Mestre que por muito que orem parece que mesmo assim não são ouvidas. São das pessoas que se consideram vítimas, que se queixam de tudo e de todos, que estão cheias de mágoa, de azedume e de ódio.
            Vejamos alguns exemplos de orações negativas: “Ó meu Deus tem pena de mim, tudo me corre mal, estou farto de sofrer, toda a gente me prejudica, mas que mal tenho eu feito para merecer esta sorte?!” Uma senhora muito piedosa confessou-me que rezava desta maneira: “ Ajuda-me por favor meu Deus embora que eu não mereça”. Outra oração de uma pessoa muito ressentida: “ Ó meu Deus, o mal que eles me querem que lhes caia em cima, não terei o prazer de me rir deles?!” 
            Vejamos um exemplo de uma oração positiva: “Obrigado meu Deus por me ajudares, estás sempre comigo. Dia após dia me sinto melhor, porque me sinto cada vez mais positivo e com a ajuda de Deus eu vou conseguir a paz de espírito, a felicidade, a saúde e a prosperidade financeira”.
             O poder do nosso subconsciente contém uma partícula divina (não nos esqueçamos que fazemos parte das estrelas), as próprias Escrituras dizem-nos: “Vós sois deuses...”. Quando há um elo com a divindade, estamos em sintonia com a Energia Cósmica. Grosseiramente podemos simbolizar o nosso subconsciente como uma âncora e a divindade como uma rocha, quando há uma ligação surge a reciprocidade, que faz maravilhas, é esse o poder da oração cósmica.
            Vejamos algumas regras para conseguir uma oração eficaz:
            1 – Procure um lugar silencioso para orar.
            2 – Ore quando estiver só.
            3 – Liberte-se de emoções negativas.
            4 – Relaxe o corpo e a mente.
            5 – Concentre-se num objectivo.
            É impossível estar em sintonia com a Energia Cósmica num ambiente barulhento e confuso, se procura uma discoteca para repousar aí não poderá meditar nem orar. Toda a sua sintonia ficou bloqueada e confusa. A bebida, ou qualquer outra droga, ou estimulante não ajudará absolutamente em nada, não procure paz e perfeição por essa via que leva à destruição. Procure um lugar silencioso e puro.
            A oração é uma prática que liberta e que nos abre uma pequena brecha no céu. Não pense que seja um mero ritual ou uma simples prece, porque perde todo o seu sentido celestial e cósmico. Se orar durante anos o mesmo ritual, será apenas um hábito como muitos outros e a oração será fraca.
            A descontracção é essencial. Não perca de vista o seu objectivo. Se pedir primeiro pelos outros livra-se de toda a ansiedade. Ore primeiro pelos seus inimigos, para que eles tenham paz e felicidade, dessa maneira livra-se de ressentimentos, de ansiedade e de ódio. Seja persistente na oração, ore até obter o resultado desejado. Não tenha medo de pedir, mas peça com fé e convicção.
 
Pelo Prof. Kiber Sitherc
           
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publicado por professorkibersitherc às 00:28

Outubro 01 2009

 

            Todos nós já ouvimos expressões em que se exalta a necessidade de ter fé. Todos conhecemos a frase: “A fé é que nos salva”. Há pessoas que vão mais longe ao pressagiarem: “Ai daquele que não tem fé...” Na verdade a “fé” tornou-se um vocábulo demasiado corrente e vulgar, que apesar de nós o usar-mos e de o ouvi-lo, deixou de nos impressionar, porque entrou na nossa linguagem como uma expressão paliativa e uma frase batida. 
            A melhor definição da fé encontra-se na Bíblia, em que se diz que “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem”.
            Fé é a crença que temos em alguma coisa, produzirá os resultados desejados se projectarmos e agirmos nesse sentido. Fé e superstição produzem os mesmos fenómenos, o nosso subconsciente não sabe definir o que é uma fé cristalina e pura e de uma superstição, para a nossa mente interior é apenas uma crença, se ela for forte produzirá milagres.
            Foi há quinhentos anos, que Paracelsus descobriu esta verdade quando disse: “Quer o objecto da sua crença seja verdadeiro ou falso, os efeitos obtidos serão os mesmos. Assim, se eu tiver fé na estátua de S. Pedro como deveria ter no próprio S. Pedro em pessoa, obterei os mesmos resultados que teria obtido de S. Pedro”.
            A fé é um poder maravilhoso quando é usada! Se você tem fé e não a pratica, de nada lhe serve. Ter fé não é questão de sentir, mas sim de agir. A fé não substitui a acção, você pode ter a melhor ferramenta do mundo mas se não a usar, de nada aproveita. A fé é uma óptima ferramenta quando é praticada, é esse o grande segredo da fé, se você usar esse poder poderá mover montanhas como disse o Mestre.
            Tenha crença na fé. Deverá treinar a sua mente para crer, então surgirá o milagre da sua vida, inverter-se-ão as tendências derrotistas, do impossível surgirá o possível. Como qualquer modalidade, a fé deverá de ser treinada e praticada.
            Como desenvolver a fé? Praticando-a evidentemente. Se a fé não for alimentada ela fica estagnada e morre. Eis algumas regras para incrementar a fé:
            1 – Se acredita em Deus repita as seguintes palavras: “ Tudo consigo com a ajuda de Deus”. Leia o Salmo 23, o mais confortante das Escrituras. 
            2 – Lembre-se das palavras de Paulo de Tarso: “ A fé é pelo ouvir.”. É necessário repetir as palavras em voz alta.
            3 – Que os seus objectivos sejam sadios, não egoístas e que também ajude os outros.
            4 – Pense e acredite no sucesso, faça deste uma imagem mental positiva.
            5 – Seja paciente. Espere pelo melhor.
            6 – Continue firme em sua fé, enquanto viver.
            Quando você acredita que algo é verdade, adiciona um comando directo para o seu cérebro. O seu subconsciente se encarrega de transformar essa crença em realidade objectiva. Se disser que não é capaz de fazer determinada tarefa, ou que não gosta de determinado alimento, o seu subconsciente recebe essa crença como se fosse verdade. Quando acredita que pode atingir os seus objectivos, o subconsciente tem a capacidade de dar as respostas necessárias. A sua crença, isto é, a sua fé pode ser limitada e ela torna-se uma realidade como disse o Mestre: “Seja-vos feito segundo a vossa fé”.
O artista brasileiro, Ney Matogrosso ao cantar: “Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar”. Usou a fórmula mágica, isto é, a chave secreta para a oração cósmica que veremos a seguir.
 
Pelo Prof. Kiber Sitherc
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 00:23

Outubro 01 2009

 

 
 
 
Durante  toda  a  sua   vida,   Norman   Peale,   nunca  se  esqueceu do conselho de sua  mãe.  Numa  altura  em  que   le estava triste e indiferente a tudo ela lhe disse: “Norman, nunca percas o entusiasmo”. 
            A palavra entusiasmo vem do grego “enthousiasmós”, que significa “transporte divino” e também “cheio de Deus”. Significando também o oposto pela inércia, apatia e indiferença. É uma expressão muito positiva designando júbilo devido à acção divina dentro de nós.
            Todos nós já passámos pela experiência, em que madrugámos mais cedo, em que o dia difícil se tornou fácil, o impossível realizável, em que numa manhã se fez tanto, em que tudo pareceu dar certo, em que fizemos coisas fantásticas, que nem imaginámos onde fomos buscar tanta energia.
            Provavelmente, já passou também pela experiência oposta, em que o madrugar se tornou difícil, em que nada deu certo, o dia passou e pouco ou nada fez, que se arrependeu de ter saído à rua, de tanta inércia ficou desmotivado.
            Por que acontece isso? Você continua com a mesma personalidade, e de facto é a mesma pessoa. Por que consegue excelentes resultados numa altura e desmoraliza e fracassa noutra?
            Toda a acção e resultado dependem do nosso estado neurofisiológico, isto é, o que adicionámos ao nosso cérebro. Há pensamentos e emoções positivas, entre as quais: esperança, confiança, alegria, amor, fé. Que entusiasmam, nos fazem chegar ao sucesso e atingir metas. Há os pensamentos e emoções negativas que nos estrangulam, que nos paralisam e nos bloqueiam, que são: medo, tristeza, frustração, impotência.
            São os estímulos que adicionam ao nosso cérebro determinadas impressões, que por sua vez nos estimulam na acção e nos entusiasmam. Há estímulos exteriores e interiores.
 Alguns estímulos exteriores: frios, que nos estimulam a não saírem de casa; calor, que nos entusiasmam a ir à praia; elogio de alguém que nos faz aplicar-nos melhor; uma calçada íngreme que nos poderá adicionar ao cérebro a desmotivação de a subir; o cheiro a bolos de uma pastelaria que nos poderá convidar a entrar; um perfume agradável que nos faz sentir bem.
Alguns estímulos interiores: lembrança de elogios que nos fazem sentir motivados; repetição de frases feitas que usamos para nos exprimirmos (exemplo: mais vale tarde do que nunca); pensamentos repetidos que nos fazem animarem: tudo consigo, eu sou capaz.
O entusiasmo é uma força muito enérgica de felicidade, que nos prolonga a vida e a esperança de viver, quando o entusiasmo se extingue, poderá surgir a incapacidade, o sentido de inutilidade, a doença e mesmo até a morte. Acontece muito quando se chega à idade da reforma em que a chama da motivação se extingue e se acaba por falecer.
Para ser entusiástico adicione ao cérebro motivações. É simplesmente, ir agindo com entusiasmo, até ficar realmente entusiasta. Deseja ter motivação nos estudos? Veja sempre a vantagem em estudar; nunca pense nas dificuldades posteriores. Se antes de agir, pensar nas dificuldades, já está a recuar. A vida poderá ser comparada a uma maratona, se o atleta se desmotiva, fica para trás, poderá desistir e não chegará aos primeiros lugares. Lembre-se: nunca perca o entusiasmo! 
 
Pelo Prof. Kiber Sitherc
           
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 00:19

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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