Método Kiber

Dezembro 06 2009

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            Em geral, todos nós queremos que as outras pessoas mudem, os seus hábitos, os seus vícios, os seus comportamentos e a maneira como nos tratem. É normal como os meus pacientes se queixam dos cônjuges, dos pais, dos irmãos, dos vizinhos, das amizades e da sociedade em geral. Quando lhes proponho a mudança neles, ficam perplexos e procuram todos os álibis e argumentos para se defenderem a não cederem (ou melhor não mudarem) um centímetro.
            É fácil culpar os outros quando a vida nos corre mal. Criticar quem nos rodeia não resolve a situação. Expressões como: “Eles não evoluíram”. “Pararam no tempo”. “Querem-me cortar as asas”. Só servem para defender o velho paradigma e impossibilitar a mudança que nos encaminha para a felicidade. Todas essas lamentações e críticas fazem um muro que nos bloqueia novos horizontes.
A mudança interior é a interrupção do velho paradigma e o começo do novo padrão mental. Todos nós podemos mudar padrões, se quisermos podemos mudar comportamentos, hábitos e emoções. A expressão frequentemente usada: “Eu sou assim”. É a desculpa que por vezes foi aprendida na infância das observações feitas pelos familiares e educadores. Todos temos a capacidade de mudar, a mudança é a essência da vida, mudar é evoluir, na psicologia é a chamada revolução interior. Cristo chamou-lhe o novo nascimento. Se você não mudar, não quiser evoluir, não limar todas as arestas que o prejudicam e não polir o seu comportamento, ficará estagnado como um charco com águas paradas, livre-se do velho paradigma, saia do pântano mental, das ideias lamacentas e lodosas. Crie na sua mente novos rios (padrões mentais) e afluentes em direcção às grandes mudanças oceânicas. 
Muitas pessoas não vivem realmente. Limitam-se a existir, a passar de um dia triste para outro, ou a saltar de crise em crise quando a vida lhes corre mal. A mudança é uma coisa necessária, natural e inevitável. Se nos deixamos apenas guiar pelos hábitos, nunca deixaremos de tentar nadar contra a corrente.
Ao pensar em mudar não deverá usar o esforço mental, mas sim o desejo de mudar. Se pensar, que deverá ou terá de mudar, é natural que tenha dificuldade, porque o esforço mental bloqueia, dificulta e anula a concretização de mudar.
Se você disser a uma criança: “Tens que fazer isto, tens que fazer aquilo”. Ela poderá não executar as suas ordens, porque recebeu uma mensagem de obrigação, deixando-a sem qualquer alternativa para escolher, ou poderá executar as ordens de má vontade de uma maneira incompleta e frustrante.
           Mas se lhe disser de uma maneira dócil: “Queres fazer isto? Queres fazer aquilo?” Ela poderá executar as ordens de uma maneira agradável, porque houve da parte dela: opção, alternativa, preferência e livre arbítrio. A nossa mente consciente funciona assim.
            Você poderá pensar e repetir as palavras que o poderão mudar para a felicidade sem limites: “Eu quero mudar... eu estou a mudar, porque a mudança é maravilhosa!”
            1º - Indica o desejo de mudar: eu quero mudar.
            2º - Indica a acção: eu estou a mudar.
            3ª - Indica o objectivo: porque a mudança é maravilhosa.
            É natural que dessa maneira consiga mudar, porque primeiro desenvolve o desejo, isto é, a vontade de mudar; em segundo lugar programa a mente que está no caminho da mudança; terceiro, indica o objectivo, a finalidade da mudança que é a felicidade maravilhosa!
 
PROF. KIBER SITHERC
 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 16:13

Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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