Método Kiber

Setembro 29 2009

 

 

                  Quando perguntaram a Nelson Mandela como conseguiu ele perdoar aos seus inimigos e aos opositores ele respondeu laconicamente: “Só quem perdoa sobrevive!”
            Temos muitos exemplos no passado, homens que conseguiram perdoar para se libertarem dos ressentimentos. Cristo perdoou aos que o mataram; Gandhi perdoou aos colonizadores ingleses; Luther King perdoou também aos seus opositores que o haveriam de o assassinar. 
            A expressão do Mestre: “Amar os inimigos”. Significa perdoar e retirar os ressentimentos, que se alojam na mente, porque os inimigos estão no nosso interior. 
            O humanismo está em ter capacidade de perdoar, sem exigir retribuição de desculpa. É bom quando nos pedem desculpa, mas melhor é quando perdoamos sem exigir nada em troca.
             O azedume tem a ver com o nosso diálogo interior. Pensamentos repetidos, assim como expressões usadas como se fossem refrães: “Quem mas fizer tem que as pagar”; “Cá se fazem, cá se pagam”; “A vingança serve-se fria”; e muitas outras expressões de ódio, fazem parte da ruminação mental. Um diálogo interior desses é favorecido negativamente para a desforra por via dessas frases batidas; ditas e pensadas por vezes automáticas, devido ao hábito, aprendido na infância pela educação.
            Perdoar, significa libertar-nos e desligar-nos dessas emoções paralisantes, que nos afectará ao longo dos anos, dando origem à infelicidade e a um grande número de doenças que nos abreviará a morte.
            Lembre-se que o desejo de vingança, muitas vezes, poderá ser mais nocivo do que o mal que lhe fizeram. 
A capacidade de perdoar depende da nossa atitude mental, por isso esses factores decisivos influenciam a nossa aptidão de avaliar e de julgar a situação que nos ocorreu.
Vejamos alguns factores que nos condicionam a perdoar:
            Não culpar os outros pelos nossos fracassos: Admitir os nossos erros.
            Compreender que as pessoas não são perfeitas: Elas erram muitas vezes devido à emoção e não à razão, porque na verdade as pessoas são mais emotivas do que racionais. Tudo isso tem a ver com os hábitos adquiridos na infância.
            Não pretender mudar o mundo: Vai ter muitas amarguras e ressentimentos se o pensar fazer. É mais fácil mudar-se a si próprio. Seja mais tolerante, viva e deixe viver (é uma boa filosofia de vida), e respeite as opiniões dos outros, muitas vezes as melhores opiniões terá que as guardar só para si.
            Não escolher o papel de vítima: Se alguém o prejudicou a culpa foi sua, porque você deixou-se enganar, não teve cuidado e agiu ingenuamente. Se você criar esse novo padrão mental, é natural que no futuro reconheça os seus erros e deixe de culpar os outros, por tudo aquilo que lhe aconteça.
            Sentir-se na pele alheia: É sentir-se compreensivo para poder perdoar. Poderá perguntar para si próprio. Como agiria eu se estivesse na pele de fulano? Poderia eu fazer o mesmo se estivesse no lugar dele? O ambiente condicionado e a circunstância criada não afectaria também a mim? O que poderia motivar fulano a comportar-se daquela maneira? Será que procedi correctamente para se chegar a tal situação?
            Muitos componentes poderão ser usados para refrear a ruminação mental: a compreensão, a tolerância, a compaixão..., mas o ingrediente mais sublime é o amor, ele tem o poder de dissipar todo o ódio e levar-nos à mente tranquila.

 

PELO PROF. KIBER
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publicado por professorkibersitherc às 23:41
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Só temos uma vida, por isso, teremos que vivê-la intensamente de uma maneira agradável e positiva. Faça tudo o que estiver ao seu alcance, antes que seja demasiado tarde! Pensamento Positivo! kiber-sitherc@sapo.pt

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